Visualizando 2 posts - 1 até 2 (de 2 do total)
  • Dia 01/02/18 – Dia de voltar

    Acordamos cedo e fizemos as malas. Éramos 4 pessoas, 4 malas gigantes, 4 médias e 4 de mão. Arrumar tudo em cima das 2 camas foi complicado, mas deu certo. Senti falta do espaço maior do Comfort Suites. Pesamos as malas grandes e fizemos algumas alterações. Que saudade do limite anterior de 32 kg! Mais do que nunca a balança é ítem fundamental.
    Eu tinha trazido duas malas gigantes da Sansonite excelentes, compradas em outra viagem, e uma mala imensa também de outro fabricante, bem mais leve. Dessa vez comprei mais uma mala gigante, mas dessa vez a minha prioridade foi com o peso. As da Sansonite são muito boas, mas agora com esse limite de 23 kg, elas se tornaram um problema, porque vazias já pesam muito.

    Descemos para tomar o café da manhã, bem mais tarde do que fazíamos. Na recepção confirmei a reserva de uma van para levar a minha filha e a minha neta ao aeroporto com as 4 malas maiores e 2 de mão.
    Eu fui com o meu neto no nosso carro alugado com as 4 malas médias e 2 de mão. Colocamos gasolina e deixamos o carro na Alamo. Estava concentrada para não esquecer o nosso GPS no carro. Pegamos um carrinho e fomos nos encontrar com elas no aeroporto. Foi a segunda vez que dirigi o carro nessa viagem.

    Fizemos o check-in online, super rápido e prático.
    Voamos para Miami pela American Airlines e de Miami para o Rio pela Latam.
    Tanto em Orlando quanto em Miami implicaram com a mochila da minha neta. Ela tinha colocado todos os seus tesouros na mochila, ou seja, mil canetinhas e lembrancinhas. A mochila estava roliça, de tão cheia. A minha filha acompanhou a minha neta nas duas ocasiões, enquanto eu e meu neto ficamos esperando.
    Na primeira viagem, com 5 anos, ela colocou uma tesoura escolar num estojo de oncinha que ela tinha ganhado na creche e logo no aeroporto do Rio a fiscal fez ela jogar fora. Ela começou a choramingar e eu fiquei tensa, achando que na Polícia Federal iam pensar que eu estava raptando a criança, que estava sem os pais. Tão nova e já passou por três sufocos no aeroporto.

    Chegamos bem e fomos pegar as nossas malas. Esse momento é tenso para mim. Minha filha e meus netos ficaram mais próximos da esteira e eu fiquei bem atrás, com as malas que já estavam saindo. Em dado momento eu vi um senhor colocando a minha mala no carrinho dele e se virando para sair. Eu reconheci a minha etiqueta de identificação, rosa shocking fluorescente. Mais “cheguei” impossível. Toda mala deve ter uma identificação bem visível. Tanto na ida quanto na volta foram fundamentais. Falei com o senhor, que ainda insistiu que a mala era dele, e peguei a minha mala.

    Passamos pela Imigração com nossos passaportes de Portugal e nossas carteiras de identidade, fomos no Dutty Free e não precisamos parar na Receita Federal. Não teríamos problema, mas é bem cansativo tirar as coisas da mala e colocar tudo novamente. Já imaginaram abrir as space bags e tentar depois fechar as malas? O vovô estava nos esperando.

    Lembram que eu disse que tinha tido um grande problema no hotel no final da viagem?
    Pois bem, meu marido fez 3 encomendas para serem entregues no hotel, mas eu só recebi 2. Justamento o celular que ele tinha comprado desapareceu. Eu só recebi a capa e uma memória extra. Foi muito estressante. Mandei vários e-mails comprovando que foi feita a entrega no hotel, dei até o nome do funcionário que tinha recebido, mas não adiantou. Ficamos sem o celular.
    Me arrependi demais de não ter ficado no Comfort Suites da Major Blvd, que sempre foi muito correto. Não esperava que isso fosse acontecer. Foi uma enorme decepção.

    Com isso encerro os meus relatos dessa última viagem com os netos para Orlando. Espero que eles futuramente façam outras viagens para a Terra da Magia. Eu e o vovô estamos planejando fazer uma road trip e pretendo colocar os relatos no ponto de chegada, NY, no VPNY.

    Obrigada pela atenção de vocês. Qualquer dúvida, podem perguntar que eu tentarei responder.

    Abs,
    Maria Teresa

    Maria Teresa,

    Não sei se você fez este procedimento, mas poderia ter chamado a polícia para fazer a ocorrência. Existe um seguro contra furto/Roubo em todos os hotéis de lá que poderiam ter cobrido seu prejuízo.
    Bastava anexar o comprovante de compra e de entrega via internet, com o nome do funcionário que consta no sistema do vendedor, que eles te pagavam o prejuízo até 4 mil dólares !
    As vezes, só de ameaçar chamar a polícia o celular já “aparece” pois grande parte dos hotéis de lá dão emprego a imigrantes ilegais como arrumadeira e faxineiras, e não querem ter encrenca com a polícia !!
    Pode também fazer avaliação negativa do hotel em sites de aluguel on line, como por exemplo o “Trip ** Advisor” ou outros, citando o nome do hotel e localização ( Best Western Plus Universal Inn, na Vineland Road). LINK Logo o gerente da rede de hotéis entra em contato contigo para tentar solucionar a questão ou te indenizar de alguma forma.! Aliás dei uma olhadinha lá e existem avaliações bem negativas dos brasileiros que lá se hospedaram, ultimamente !!
    E você conseguiu comprar outro celular depois ?
    Forte abraço, e que vocês ainda tenham chance de voltar a Orlando, né ?
    Roberval.

Visualizando 2 posts - 1 até 2 (de 2 do total)
  • Você deve fazer login para responder a este tópico.

Viajando para Orlando

Share via
Copy link