Voltei - Relato da minha viagem!

 
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Res: Cap. 5: Desembarque em Miami, imigração e Alamo

 mensagem postada em 11/01/2015 - 18:01:17hs
 
 

Eu não entendo todo esse terror que as locadoras de carro fazem com a gente... Ano retrasado alugamos na Hertz e a vendedora (uma daquelas americanas enormes), falando metade espanhol e metade ingles, gritava e dizia que se nos nao alugassemos o tal seguro extra sei la o que de ruim iria acontecer com a gente... E ainda jurou de pes juntos que tinhamos que alugar o sem parar porque muitos pedagios em orlando nao tinham guiche de cobranca manual (sendo que sabiamos que o trecho que iriamos passar sempre tinha)

 


 
Cap. 5: Desembarque em Miami, imigração e Alamo

 mensagem postada em 11/01/2015 - 16:01:56hs
 
 

Quarta-feira, 23 de Outubro de 2014.

Eu criei tanta expectativa para a viagem que comecei a ficar nervoso e isso prejudicou os primeiros dias. Disso veio a primeira lição: não faça overplanning. Planejar é muito importante, mas não coloque o planejamento acima da curtição. Eu estava tão elétrico nos primeiros dias que não estava curtindo direito, chegando até a discutir com minha esposa, pois eu estava obcecado pelo planejamento. Fiquei tão pilhado que minha memória começou a se desligar e tenho dificuldades para lembrar de episódios dos primeiros dias da viagem. Ainda bem que as fotografias ajudam.

Mas vamos lá...

Era por volta de cinco da manhã, quando saímos do avião em um ritmo mais acelerado, pois eu já sabia que a fila da imigração era grande. O ritmo, apesar de frenético, não impedida de apreciarmos o aeroporto de Miami. Cara, aquilo é gigante. Entre dezenas de metros de caminhada e dezenas de metros de carona em esteiras, chegamos na imigração. Dica: se você acha que vai ter vontade de ir ao banheiro, vá antes de ir a imigração, pois lá a fila é grande.

Chegou a nossa vez. A atendente perguntou quanto tempo ficaríamos nos EUA e onde ficaríamos. Perguntou se dormiríamos todos os dias em Orlando. Quando falamos que estávamos em lua-de-mel, ela abriu um sorriso, deu parabéns e falou que tudo estava ok e que podíamos seguir. Seguimos para a alfândega, que é basicamente entregar o formulário que recebemos na imigração. Saímos dali e começávamos a maratona rumo ao Rental Car Center. Centenas de metros caminhando, outras centenas em esteira e finalmente pegamos o famos MIA MOVER, metrôzinho que leva ao RCC. Apesar do caminho ser longo, não há como se perder, basta basicamente seguir a linha roxa.



Chegando ao Rental Car Center foi fácil descobrir onde era a Alamo: é onde tem mais gente. MUITO mais gente que as demais locadoras. Resumindo, é a única que tem fila. Pegamos a fila e de pronto já levamos uma bronca: só pode ficar uma pessoa na fila. Minha esposa saiu e ficou com cara de cão perdido enconstada na parede guardando as malas. Deve ter demorado uns 15 minutos e a atendente me chamou. A locação do carro foi o item que mais quebrou minha cabeça durante o planejamento e eu não estava conseguindo ficar tranquilo enquanto não o retirasse. Minha reserva tinha sido paga antecipadamente e eu me preocupava se a Alamo iria me cobrar em duplicidade e o quanto seria bloqueado no meu cartão de crédito como pre-autorização.



Ao chegar no guichê, chamei minha esposa para colocá-la como motorista adicional. Dei a reserva, nossas CNHs e meu cartão de crédito. A atendente tentou empurrar outros seguros (minha reserva já incluía CDW e EP), neguei de pronto e começava o terrorismo: dizendo que os seguros que eu havia reservado não cobririam caso o carro fosse arrombado por ladrão. Eu disse que não tinha problema e que só queria o que estava na reserva. Ela respondeu em tom de deboche “ok, o problema é seu, boa sorte”. O contrato foi impresso, pedi pra ler e o li na íntegra. Estava tudo nos conformes, inclusive as “estimated charges” em 0.00, o que validava que a reserva estava de fato pré-paga. Assinei o contrato, peguei as minhas vias e ela disse para ir para o andar da garagem e fazer a retirada do carro.

Peguei o elevador e cheguei no andar da garagem da Alamo. Minha reserva tinha sido feito para um carro da categoria midsize (Corolla). O responsável pela garagem pegou o contrato e falou “qualquer carro da fila 5”. Comecei a caminhar, enxerguei a fila e estranhei: o primeiro carro que vi foi um Hyundai Sonata. Eu tenho um conhecimento razoável sobre automóveis e obviamente sabia que o Sonata está em uma categoria bem superior ao Corolla. Pesquisando depois, vi que o Sonata é da categoria fullsize.

Mas se estava ali, então eu podia pegá-lo. Olhei para os demais da fileira e só vi uns Ford Focus um pouco fracassados. Não pensei nem mais 5 segundos. Vai ser esse Sonata mesmo! Peguei a chave do carro, abri o porta-malas – nossa e que porta-malas!!! – tirei as tradicionais fotos, entramos no carro, liguei e saí dirigindo aquele carro como um criança com brinquedo novo. Seria meu brinquedo pelos próximos 15 dias.



Mas eu ainda estava muito nervoso e achava que quando fosse passar pela portaria, o funcionário fosse me barrar dizendo que eu tinha pego um carro de uma categoria que eu não tinha reservado. Mas fui tudo tranquilo e rapidamente eu já estava do lado de fora da garagem da Alamo. Começava então uma das coisas mais difíceis da viagem: sair do aeroporto de Miami sem o GPS ainda estar funcionando...

 


 
RELATOS

 mensagem postada em 11/01/2015 - 14:01:23hs
 
 

SHOW! SHOW! SHOW!!!!!!

Estão simplesmente, maravilhosos os relatos de vcs .
Obrigada, Jessica, Malena, Gabriela, Juliana... José Brasiliano. ( desculpa se esqueci alguém) Ah! Não posso esquecer a Helena que acabou o seu relato agora, e que não perdi nada. (Ps.: Tenho sorte o meu marido é mais Orlandomaniáco do que eu. Na verdade tenho que ficar policiando, se não ele compra as passagens, e este ano a prioridade é outra) . Viajamos 2011, 2012 e 2014.
Esse ano não poderei viajar, mas vcs estão me proporcionando matar um pouco a saudade daquele mundo mágico.
Continuem e não se preocupem no tamanho dos relatos, pois quanto maior melhor.
Rejane

 


 
RELATO 5 – DE MIAMI A ORLANDO

 mensagem postada em 11/01/2015 - 12:01:44hs
 
 

Dia 1 – De Miami a Orlando
(15/10/2014 – Quarta-feira)


Era hora de sair do aeroporto de Miami rumo a Orlando e óbvio que o GPS (que levamos do Brasil) demorou séculos para funcionar. Mas como alguém super planejada, eu já tinha em mãos as instruções do Google e isso foi a nossa salvação para não perdermos tempo e não nos perdermos literalmente!

Como todos dizem, a estrada parece um tapete, e não, não há muitas coisas pra se ver no caminho, então o sono e o cansaço realmente batem forte! E pra ajudar nós não sabíamos como ligar o nosso rádio, descobrimos apenas uma semana depois.




Sugiro aos co-pilotos adultos dessa viagem que não durmam e deixem o motorista sozinho, não só pelas razões óbvias de ajudá-lo a se manter atento e acordado, mas principalmente por compaixão. Eu estava com muitíssimo sono durante o trajeto, mas eu jamais dormiria e deixaria o Ricardo ali sozinho acordado e dirigindo por 4 horas para realizar o meu sonho. Convenhamos que o papel de motorista quase sempre recai sobre o sexo masculino. E convenhamos também que a viagem na classe econômica sempre é pior pra eles do que para nós mulheres... Ou seja, por mais que os motoristas falem que tudo bem, podemos dormir, eles estão tão (ou até mais!) cansados do que todo mundo!




Depois de cerca de 2 horas de viagem, há alguns plazas com banheiros e restaurantes como o famoso Earl of Sandwich. Tínhamos a intenção de pararmos em um desses, mas paramos em um lugar errado, do lado direito e não havia banheiros, apenas locais para comer... e ainda pagamos um pedágio! Erro de iniciantes...
Os plazas com banheiros ficam à esquerda de quem está indo para Orlando, bem entre as pistas, assim tanto quem vai como quem volta pode aproveitá-los!

Devo dizer que a melhor parte da viagem é quando começamos a ver propagandas dos parques de Orlando e a indicação do Walt Disney World Resort, onde ficaríamos hospedados. Ai que frio na barriga!
O GPS não encontrava por nada o endereço do Disney’s Pop Century Resort, mesmo eu colocando que a cidade era Lake Buena Vista (e não Orlando). Então coloquei o endereço do Downtown Disney (único lugar que o GPS achava!) e pensei que quando chegássemos lá, nos encontraríamos, pois já estaríamos dentro do Resort mesmo... Outro erro de principiante!

Quando estávamos prestes a chegar na Disney avistei o famoso e lindo portal! Gritei loucamente e já em prantos: “OLHA O PORTAL!!!”. O Ricardo que não estava esperando o grito se assustou e deu um pulo do banco que o fez acordar de vez!
Eu mal conseguia enxergar o portal tanto eram as lágrimas que saiam dos meus olhos...SIM! Eu estava lá, lá na Disney, o lugar que sonhei estar por 18 anos! O lugar mais mágico da Terra! Quase morri do coração, era surreal...
Depois de se recompor do susto, o Ricardo ficou com os olhos marejados por causa da minha felicidade (digo marejados pra não falar que ele chorou - como em Toy Story 3, na parte do incinerador, e em UP quando a Sra. Fredricksen morre, e em Procurando Nemo quando todos peixes começam a nadar juntos para fugir da rede e em muitos outros momentos em que os olhos apenas “marejaram”).



Bem, mas ele logo se recompôs e me trouxe de volta para a realidade: estávamos perdidos!
O WDW Resort é maior do que muitas cidades, ou seja, não há placas indicando algo que está muito longe de onde você está, e tudo é muito distante! Não há pessoas para pedir informações. Ah, e também não tem um espacinho para encostar o carro e pensar um pouquinho!
Eu havia levado um mapa do resort e como o GPS só encontrava os parques, não os hotéis e o endereço, vimos que o parque mais perto do Disney’s Pop Century Resort era o Animal Kingdom. Seguimos em direção ao AK e então as placas para o nosso hotel começaram a aparecer, a partir de então tudo foi muito simples. Na própria cidade de Orlando, fora do Resort, as placas para o AK sempre nos ajudavam a chegar ao nosso hotel quando o GPS não queria trabalhar!

Quando chegamos no fofíssimo Pop Century, vi que o GPS entendia aquele lugar como uma cidade chamada Bay Lake! Que? Bay Lake? Nem o endereço que o hotel passava pra gente (para encomendas) estava escrito Bay Lake... Mas tudo bem, CHEGAMOOOOS!!!




UHUUU! OFICIALMENTE ESTÁVAMOS NA DISNEY!

Até o próximo relato,

Jessica

 


 
Res: Cap. 4: O casamento, o paraíso e a viagem

 mensagem postada em 11/01/2015 - 09:01:55hs
 
 

Olá, José Brasiliano. Estou adorando e me emocionando com o inicio dos seus relatos... imagino o que vem por aí... já estou ansiosa pra ler tudo, rs. Vc e sua esposa formam um casal lindo e começar um casamento assim é sinal de felicidade eterna, rs.
Continue logo! Abração!

 


 
Cap. 4: O casamento, o paraíso e a viagem

 mensagem postada em 10/01/2015 - 19:01:40hs
 
 

Lembram que em um relato anterior eu disse que nada podia dar errado em relação ao voo para recife? Pois deu. Eu havia comprado um vôo doméstico de Maceió para Recife para as 8:00 da manhã da terça, enquanto o vôo para Miami seria somente a noite. Dava tempo de sobra. Mas NA VÉSPERA do casamento (e eu lembro bem do momento, pois estava configurando a TV a cabo do novo apartamento), recebi um SMS da Azul dizendo que o vôo tinha sido cancelado e minha passagem remarcada para o vôo da noite, que chegava em Recife depois do horário do vôo para Miami.

Bateu um desespero, mas graças a Walt Disney o atendimento da Azul foi bastante solícito. No entanto, teria que viajar para Recife na noite anterior e dormir lá da segunda para a terça. Prontamente liguei para a hotel e também não havia problemas quanto a isso. Susto passado e problema resolvido. Agora era relaxar e casar. Como se isso fosse possível...

No casamento a maioria das músicas que foram tocadas tinham relação com a Disney. A noiva, por exemplo, entrou a som de A Bela e A Fera, a saída da igreja foi Can You Feel The Love Tonight (versão da Jackie Evancho) e a entrada na recepção foi Let It Go. Após o casamento, como só viajaríamos para Recife na segunda (e para os EUA na terça), decidimos iniciar a lua-de-mel em uma pousada na praia. Ficamos nessa pousada do sábado a tarde até a segunda de manhã. Nos intervalos da lua de mel (rsrsrs), aproveitamos e assistimos alguns filmes (Frozen, O Rei Leão, entre outros), só para aumentar ainda mais a expectativa. Era o paraíso, mas ainda não era a Disney.



Na segunda voltamos para a casa para arrumar as malas da viagem, mas não tínhamos muito o que arrumar pois as malas foram bem vazias, como era de se esperar. Por volta de seis da tarde chegamos o aeroporto de Maceió e em Recife por volta das nove da noite. Fomos direto para o hotel dormir.



Passamos o dia em Recife basicamente descansando no hotel, pois tínhamos em mente que a maratona do primeiro dia de viagem nos EUA seria cansativa, principalmente porque o voo era noturo, chegaríamos lá de manhãzinha e ainda teríamos que ir para Orlando de carro.

Ao anoitecer fomos para o aeroporto de Recife, o voo seria de 21:30. Fizemos o checkin no guichê da American Airlines e despachamos as malas. E ai mais draaaama: anunciaram no alto-falante que o voo atrasaria meia-hora pois os tecnicos estavam trabalhando no aviao. Putz! Depois anunciaram mais meia hora. Quando, do nada, um grupo de funcionários da AA se reuniu em uma rodinha e grutaram “URRA!” ou algo parecido. Deu pra perceber que o problema no avião havia sido resolvido. Segundos depois começaram a chamar para o embarque.



Mas ainda era tempo de mais drama. Minha esposa foi selecionada para passar um por uma inspeção pessoal detalhada. Foi para um lugar onde eu não podia vê-la, demorou lá uns minutos (outras mulheres também foram). Fiquei muito nervoso sem saber o que estava acontecendo. Quando ela voltou, disse que teve que tirar o sapato, abrir a bolsa e eles passaram um produto nas mãos dela e tals, provavalmente para saber se a pessoa manuseou alguma droga. Não sabia que faziam isso. Mas com ela liberada, seguimos para dentro do avião.



Era o clássico “teco-teco” Boeing 737 da American Airlines que fazia a rota Recife/Miami. O atendimento da tripulação era eficiente e de certa forma até simpático. Com cerca de uma hora de voo, começaram a servir o jantar. O famoso “chicken or pasta”. Escolhemos pasta e até achei bom. Cara de fast food, mas, poxa, estava indo para os Estados Unidos... o que mais eu queria era comer fast food. Jantar feito, apagaram as luzes e começou o filme: Malévola. Mas eu queria dormir... e dormi até ser acordado para o café da manhã. Achei legalzinho também, mas fiquei mais feliz pelo bom sono que tive no avião e por já estar pertinho do destino.



Pois é... eu finalmente estava chegando aos Estados Unidos!!!

 


 
RELATO 4 – A CHEGADA NOS EUA

 mensagem postada em 10/01/2015 - 18:01:06hs
 
 

Dia 1 – Chegada em Miami
(15/10/2014 – Quarta-feira)


Ao desembarcar em Miami, pegamos uma fila de imigração que andava muito devagar e era um pouco longa.
Dica: Ao chegar no aeroporto saia do avião o mais rápido (e educadamente!) que puder, pois você pode ficar muito tempo na fila, cuidado se tiver conexão!
A imigração realmente foi bem tranquila, o oficial nos perguntou (em espanhol) apenas quantos dias ficaríamos e o nome do hotel. Eu e o Ricardo passamos juntos mesmo não sendo casados no papel, pois o que eles levam em conta é se você mora na mesma residência da pessoa com quem você quer fazer a imigração.

UFA! Agora nada mais podia (legalmente) me impedir de realizar o meu sonho!
Pegamos as nossas malas que já estavam posicionadas fora da esteira, acredito que devido ao tempo que já estavam lá rodando e rodando... E fomos pegar o MiA Mover que é um trenzinho que te leva do Aeroporto até as locadoras de carro.

Fiz a reserva de um carro Standard (Corolla ou similar) na Hertz. Foi onde encontrei o melhor valor. Alugaríamos o carro sem nenhum seguro, pois o principal e mais importante deles (o CDW) nos era oferecido gratuitamente pelo cartão de crédito, a única condição era alugar o carro utilizando o cartão.

Quando chegamos na Hertz e negamos todos os seguros oferecidos pelo rapaz do balcão, fomos direcionados a umas máquinas “self service” com a desculpa que reservas online eram concluídas ali. Uma atendente aparece na tela, você pega o telefone e ela praticamente faz o que o atendente do balcão deveria fazer. A atendente fez a mesma coisa, tentou nos empurrar todos os seguros e upgrades possíveis e ao não aceitarmos ela falou que deveríamos voltar ao balcão. Voltando ao balcão o atendente nos direcionou novamente para outra máquina, com outra atendente que disse estar tudo bem não querermos os seguros, mas a mesma queria nos obrigar a pagar por um upgrade, pois ela não tinha o carro que solicitamos na reserva. Obviamente mostramos que sabíamos que se ela não tinha o carro que solicitamos, ela deveria nos dar um upgrade gratuito. Quando finalmente a convencemos a nos vender apenas o que reservamos, o nosso cartão coincidentemente não passava de jeito nenhum... E sim, o cartão estava desbloqueado e com limite de crédito mais que o suficiente para o aluguel do carro. Fomos novamente encaminhados para o balcão.

Já muito irritados e com um tom de descontentamento, falamos para o atendente que queríamos apenas o que estava na reserva e ponto final. Aí veio a história de que não estávamos conseguindo locar o carro porque não contratamos o seguro para terceiros, que o atendente alegou ser algo obrigatório na Flórida. Graças ao VPO e outros blogs e sites, eu sabia que isso era uma tática para me vender o seguro, então eu bati o pé dizendo que não, isso não era verdade. Chegamos a um impasse tão grande que eu ameacei ir para outra locadora e o atende em um tom bem grosseiro disse que era pra eu ir mesmo!!!

Ameacei ir para outra locadora apenas para ver se ele finalmente cedia e alugava o carro sem o seguro! Quando ele disse para eu ir, morri de medo, não sabia o que aconteceria, e o principal, achei que o Ricardo ficaria bravo comigo por ter escolhido tão mal o lugar onde reservar o carro... Pensei que o primeiro dia da minha viagem já estava arruinado, e que o valor de uma locação de última hora ultrapassaria todos os limites do bom senso! Esse era o único débito que deixei para acertar durante a viagem... Desespero total!

Enfim, corremos para a Álamo e fomos SUPER bem atendidos por lá, o atendimento foi realmente muito bom e simpático! O atendente Rafael nos alugou o carro sem os seguros e ainda recebemos um upgrade “grátis”. Pagamos apenas 50 dólares a mais do que pagaríamos na Hertz, mesmo alugando de última hora! UFA!!! Que medo...

Alugamos o carro com a opção de devolvermos com o tanque vazio, a diferença entre o valor da locadora e dos postos de gasolina era ridícula (pesquisei antes!) e teríamos algo a menos com o que nos preocupar antes de devolver o carro. Além disso, perguntamos sobre o SunPass ( a nossa versão do SemParar) e o atendente falou que todos os carros da Alamo já vem com o dispositivo e pagaríamos apenas os dias que usássemos, algo em torno de 5 dólares por dia. O SunPass nos foi muito útil, pois realmente encontramos pedágios sem atendentes no caminho Miami-Orlando!

Dica: Se for pagar o carro apenas nos EUA, faça mais de uma reserva!

Já muito aliviados, fomos para garagem e escolhemos um Ford Fusion. O carro era muito bom, sem problemas, apenas sofremos um pouco com a falta de insul-film nos vidros, foi algo que deveríamos ter reparado na hora de escolher o carro, pois aqui no Brasil somos muito acostumados com isso e o sol nos castigou.

Tudo finalmente acertado e era hora de partirmos para Orlando, OBA! Falarei sobre a ida para Orlando em meu próximo relato.

Abraço a todos,

Jessica

 


 
Res: RELATO 2 – PLANEJAMENTO e ROTEIRO

 mensagem postada em 10/01/2015 - 18:01:19hs
 
 

Jessica, seus relatos estão muito bons...estou um pouco atrasado, pois como estamos na Flórida somente acesso o VPO no começo do dia e no final para dar uma olhada como estão as coisas!
abs
(mensagem de Claudio H.F.)


Obrigada Claudio!!! Volta logo pra contar tudo pra gnt, sou fã número 1 dos seus relatos!!! um abraço!!!

 


 
Res: Jéssica e Brasiliano

 mensagem postada em 10/01/2015 - 17:01:03hs
 
 

Elena, me sinto honrada por você estar lendo os meus relatos!!! Ainda estou lendo os seus, pois cheguei e como a maioria, estava curtindo a minha DPD... Ainda estou na página 27, mas estou sempre procurando por você na pág!

Um grande beijo!
Jessica

PS.: Brasiliano, também estou adorando seus relatos, continue!

Estou APLAUDINDO DE PÉ os relatos fresquinhos de vocês!!
Continuuuuuem, por favor!!! *____*
Abraços!
(mensagem de Elena Bessa)


 


 
Relatos!

 mensagem postada em 09/01/2015 - 23:01:06hs
 
 

Gente, voltei várias páginas e consegui ler os relatos desde onde eu tinha parado.

Elena: seus relatos foram incríveis! Obrigada por compartilhar conosco um pouco do seu sonho e até a próxima viagem. Tomara que comece logo uma nova contagem.

Bruna: também amei seus relatos, muito divertidos. E você já está voltando para a Terra da Magia, que delícia. Boa viagem!!!

Malena: Mah, querida, sou suspeita para te elogiar porque você é nossa líder, a chefe do Clubinho! hahahaha! Sei o quanto sonhou com essa viagem e está arrasando nos relatos. Trate de continuar e postar nosso foto com uma legenda bem bonita! hahahahaha

Brasiliano: lembro bem de você na contagem, você viajou e logo depois foi a minha vez! Adorei seus primeiros relatos, do planejamento. Estou doida para ler o restante.

Pri: outra que acompanhei desde a contagem e que sonhou muito com essa viagem. Quero saber tudoooo! Sei que a DPD está forte porque você não para de postar fotos da viagem até hoje hahahaha!

Claudio: parece que foi ontem que li aqueles seus relatos sensacionais e você já está aí de novo em Orlando. Aproveite muito e depois venha nos contar, estou ansiosa por novos relatos seus!

Espero que estejam gostando dos meus relatos, faltam só três dias para relatar e estou começando a ficar DPRD (depressão pós relatos da Disney)! hahahahaha

Beijos a todos

 


 
 
No pavilhão do Marrocos, logo na entrada do Tangerine Cafe, você encontra algumas palavras escritas em árabe que traduzindo significa: "informações para turistas", ou seja, nada relacionado ao café como sugere.