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Planejamento - Dinheiro, Cartão, Travel Check e Cartão Pré-Pago Internacional

 
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Não é permitida a citação de empresas de câmbio no presente tópico em obediência ao nosso regulamento (3.1).
Para informações a respeito da cotação do dólar valham-se de outros veículos de informação como UOL, Terra, ou qualquer outro de sua preferência. Evitando utilizar o presente tópico apenas para tal finalidade.
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Isabella Barriviera
 
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Res: Alta do Dolar
postado por: Isabella Barriviera

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:02hs
 

Nossa! realmente cartão de crédito é onde mora o perigo! Ano passado exagerei pra nunca mais!
Esse ano vamos ter que adaptar o que temos pra gastar com essa alta do dolar.
e colocar na cabeça: QUEM CONVERTE, NÃO SE DIVERTE!
No máximo será umas camisas, calças, bolsas a menos!

Não vejo desta forma Denis, veja bem quem comprou U$ 10.000 em dezembro gastou R$ 20.000,00 e quem está comprando agora está despendendo mais R$ 3.000,00 para adquirir os mesmos U$ 10.000.
São 15% de diferença, essa é uma viagem que não tem preço, o que ira mudar nesses calculos são apenas os gastos a mais que deverão ser cortados ou diminuidos, mas o volume maior do gasto não irá mudar.
O que se muda é a visão de como irá se gastar o valor, em hotel 5 estrelas ou 3 estrelas, se restaurantes mais caros ou lanchonetes, se ross dress for less ou outlet.
A escolha sempre será ampla.
O cuidado maior que acho que se deve ter é o raio do cartão de crédito, pois essa dívida é a mais perigosa, se for gastar o dinheiro já comprado, amigo... divirta-se.

abraços (mensagem de Paulo H C Araujo)

Paulo H C Araujo
 
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Alta do Dolar
postado por: Paulo H C Araujo

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:37hs
 

Não vejo desta forma Denis, veja bem quem comprou U$ 10.000 em dezembro gastou R$ 20.000,00 e quem está comprando agora está despendendo mais R$ 3.000,00 para adquirir os mesmos U$ 10.000.
São 15% de diferença, essa é uma viagem que não tem preço, o que ira mudar nesses calculos são apenas os gastos a mais que deverão ser cortados ou diminuidos, mas o volume maior do gasto não irá mudar.
O que se muda é a visão de como irá se gastar o valor, em hotel 5 estrelas ou 3 estrelas, se restaurantes mais caros ou lanchonetes, se ross dress for less ou outlet.
A escolha sempre será ampla.
O cuidado maior que acho que se deve ter é o raio do cartão de crédito, pois essa dívida é a mais perigosa, se for gastar o dinheiro já comprado, amigo... divirta-se.

abraços

Renan Gomes Silva
 
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Dólar - Más Noticias
postado por: Renan Gomes Silva

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:30hs
 

Ficou bastante evidente ao final do mês passado, que o mercado de câmbio está com demanda crescente por moeda efetiva, em detrimento da preponderância da demanda por proteção (hedge), que prevaleceu como fonte principal da pressão altista do preço da moeda americana até recentemente.

Óbvio que continua havendo demanda por “hedge”, até porque o mercado de câmbio tem o seu dinamismo que agrega novas operações de forma contínua, mas em moldes mais contidos do que nos meses de junho e julho passados, quando havia um estoque relevante de operações em moeda estrangeira carentes de proteção, ante o cenário prospectivo de alta acentuada do preço da moeda.

Este quadro tornou-se perceptível, no dia 31 de julho, quando o BC ofertou, em 3 rodadas, lotes de “swaps cambiais” e de um total de 75.000 contratos só colocou 45.300 contratos, num ambiente de forte pressão de apreciação do dólar, que não foi sensibilizada pelos leilões realizados.

Os “swaps cambiais” perderam a capacidade de influenciar de forma contundente a tendência de alta do preço da moeda americana, por isso, o Banco Central do Brasil precisa alterar a sua estratégia de intervenção no mercado de câmbio, visando atenuar as pressões altistas, já que agora passam, também e principalmente, a ter origem no mercado de câmbio à vista, ou seja, a demanda é por dólares “spot”.

Por outro lado, as decisões do FED postergando a manutenção do seu programa de incentivo monetário já não suscitam impactos no comportamento do preço da moeda americana no nosso mercado, pois não cria expectativas de grandes fluxos de recursos externos para o país, simplesmente retardam a perspectiva de que recursos já presentes no Brasil saiam de forma mais intensa e abrupta.

A despeito do BC, ainda que tardiamente, ter revertido a quase totalidade das barreiras normativas e/ou tributárias ao ingresso de recursos externos, eventuais reações por parte dos investidores estrangeiros, em especial os especuladores, serão, acreditamos, insuficientes para prover o Brasil com os fluxos de recursos externos suficientes para atender as necessidades atuais de liquidez no mercado à vista.

Da balança comercial pouco ou nada pode ser esperado. Julho que tinha projeção para saldo positivo em torno de US$ 400,0 M fechou no vermelho em US$ 1,089 Bi, confirmando tendência detectada pela AEB de que devemos fechar o ano com a balança comercial deficitária em US$ 2,0 Bi.

Não vislumbramos perspectivas favoráveis para os bancos optarem facilmente a adoção de posições vendidas e serem os geradores da liquidez, pois há desconforto sobre as perspectivas futuras de fluxos para o país, o que lhes obrigaria a fazer “hedge”, podendo tornar esta estratégia desinteressante e ainda colocaria pressão de alta no mercado futuro.

Da mesma forma, a opção das agências/filiais dos bancos nacionais, após a desoneração ocorrida com a mudança da fórmula do fator que inviabilizava esta opção, só se tornará interessante para os bancos se a taxa de juro dólar do cupom cambial ficar interessante e se tornar viável, também precisará ser protegida (hedge) devido às incertezas quanto aos fluxos futuros, e a despeito de gerar liquidez, exerceria pressão de demanda no mercado de derivativos que poderia provocar alta do preço da moeda americana.

A saída possível, no nosso entender, para o BC evitar que tenha que realizar leilão de venda efetiva de moeda americana no mercado à vista, o que não seria recomendável dado o risco de estimular especulação forte sobre o real, é dar inicio imediato aos leilões de linhas que compreendem venda à vista para os bancos, gerando liquidez imediata, conjugada com recompra futura, promovendo o deslocamento da demanda do momento presente para o futuro.

Esta estratégia poderia poupar o BC de realizar leilões de venda de moeda americana efetiva, porém, é fundamental que a parte negocial das operações atenda aos interesses de bancos e BC, caso contrário não será consolidada.

O dólar a R$ 2,30 é efetivo neste momento, consolidou-se ontem após ter chegado neste ponto na quarta-feira e cedido um pouco. A ação do BC visaria evitar a sua expansão que seria fonte de pressão maior sobre a inflação.

Como a tendência de alta do preço da moeda americana é fundamentada e firme, o BC precisa agir rapidamente para buscar mitigar a pressão altista.


Sidnei Moura Nehme
Economista e Diretor Executivo da NGO

Sandra Regina Carvalho Barbosa Vicente
 
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Sao Paulo - Sp
 
Inscrição: 02/08/2013
 
 
Res: Dolár - Expectativa
postado por: Sandra Regina Carvalho Barbosa Vicente

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:43hs
 

Eu vou aproveitar e comprar um pouco agora, porque tb acredito que nao vai ficar muito mais barato que isso não. Não quero arriscar e ter que pagar mais que 2,30.
Vou logo comprar pelo menos a metade do que quero levar.
Obrigada pelas dicas!




Oi gente...
Meu marido é operador de câmbio (há 30 anos) e trabalha em corretora de câmbio (mais ligada a dólar comercial) e ele diz que a expectativa é que o dólar suba mesmo. Pode haver eventuais quedas qdo o BACEN vende dólar, mas rapidamente o dólar volta a subir rapidamente. Ontem mesmo o BACEN vendeu e não mudou em nada.

As empresas tem muitas contas de importações à pagar e estão esperando a queda do dólar. Entretanto, qdo elas não tiverem mais como "segurar" os pagamentos, terão que comprar dólares e aí a tendência é o dólar subir ainda mais.

Ele acredita na chegada aos R$ 3,00, mas acha que isso vai acontecer à longo prazo, mais perto das eleições do ano que vem.

Vale lembrar que essas são as expectativas dos financeiros e profissionais da área. Mas certeza, não dá pra ter!

Vamos que vamos... (mensagem de Daniela Goes)

Luiz Carlos Pantoja Filho
 
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Inscrição: 16/12/2004
 
 
Advertência!
postado por: Luiz Carlos Pantoja Filho

 mensagem postada em 02/08/2013 - 14:08:45hs
 

Olá amigos,

Peço encarecidamente que não citem nomes de casas de câmbio, nem tampouco de empresas de turismo que também atuem em tal segmento, em atenção a regra "3.1".

Um forte abraço a todos,
Luiz Carlos ºoº

Paulo H C Araujo
 
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Inscrição: 09/01/2013
 
 
Travel Check
postado por: Paulo H C Araujo

 mensagem postada em 02/08/2013 - 14:08:50hs
 

Olha só, fui para Miami e no Sawgrass sem problemas em todas as lojas, fui para Orlando e do mesmo modo, desde as praças de alimentação na Turnpike até no T-Rex pagando por um jantar.
No início eles acham um pouco estranho a forma de pagamento pois estão acostumados (mal) com os cartões de credito, digo isso pois eles não se preocupam de forma alguma com a segurança dos proprietarios, não pedem documentos para comprovar que o cartão é seu e por ai vai.
No caso do travel eles são obrigados a solicitar o passaporte, dai a maior margem de segurança para o proprietario, comprei na Ross, Walmart, TG friday, abercrombie, nike, levei mais travel que dinheiro e não levei o cartão.
Todas as lojas lhe fornecem o troco, usa-se primeiro os travel de maior valor, os de U$ 100,00 e depois os de U$ 50,00, assim voce fica rapidamente com dinheiro na mao.
Precisando trocar travel por dinheiro é só fazer qualquer compra com eles, ou então pode ir em qualquer casa de cambio, lembre que não há taxas para uso dos travel em nada, é como se fosse dinheiro mesmo.
Espero poder ter lhe ajudado, não me arrependi em nada em usar os travel.


Paulo,

Você escreveu tudo que eu precisava! Consegui comprar travels bem mais baratos com um tio e queria levar a maioria do dinheiro dessa forma.
Para qual local você foi?

Eu li que podemos trocar os travels por dinheiro em alguns locais, principalmente os da AMERICAN EXPRESS. Só fiquei na dúvida se a taxa vale a pena e a gente não perde muito.

Obrigada!

Pessoal, bom dia!

Não sei se vale como dica, mas em abril/maio deste ano levei muitos travel check nos valores de u$ 50 e U$ 100 e não tive problema algum para adquirir produtos e serviços por lá, inclusive com troco.
Para aquisição dos travel o dolar tem taxa diferenciada, é mais seguro que o cartão de debito, não há possibilidade de clonagem como varias vezes acontece nos estados unidos.
Lembrem-se que cartão nos Estados Unidos dificilmente se usa senhas para debitos.

abraços (mensagem de Paulo H C Araujo)
(mensagem de discoverycarol)

Lisandra Paes
 
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Inscrição: 19/05/2013
 
 
Res: Res: Res: Res: Res: Res: Res: Dólar vira e opera em queda ante o real, após ação do BC
postado por: Lisandra Paes

 mensagem postada em 02/08/2013 - 13:08:56hs
 

Meu marido pensa a mesma coisa. Estamos juntando tudo que podemos e vamos trocar de uma vez só. Nossa viagem é no início de setembro. É um risco! (mensagem de Rosa Maria)

Olha, não está uma Brastemp, mas caiu cerca de 6 centavos em relação a ontem... resolvi desembolsar mais 40 reais de taxa, e troquei mais um pouco de dólares, cotação a 2,34, mais IOF e tarifa. VET: R$ 2,55... agora o restante só na véspera da viagem, já que dependo de receber uma graninha extra no trabalho, além do 1/3 de férias.

Patrícia Parra
 
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Inscrição: 17/10/2012
 
 
Dólar vira e opera em queda ante o real, após ação do BC
postado por: Patrícia Parra

 mensagem postada em 02/08/2013 - 12:08:55hs
 

Com o mercado reagindo ao dados de emprego nos Estados Unidos e à atuação do Banco Central brasileiro, indicando volatilidade neste início dos negócios, o dólar virou e passou a operar em queda.

Perto das 11h35, o dólar tinha queda de 0,44%, a R$ 2,2917 na venda, após ter aberto com forte alta e chegando à máxima de R$ 2,3140, valorização de quase 0,50%. Veja a cotação

"O dólar abriu muito pressionado. Em um curto espaço de tempo, a moeda chegou a oscilar quase 1%", afirmou o superintendente de câmbio da Advanced Corretora, Reginaldo Siaca.

O dólar fechou em alta ante o real nesta quinta-feira (1) pelo quinto pregão consecutivo, encerrando no patamar de R$ 2,30 pela primeira vez em mais de quatro anos, acelerando a alta perto do fechamento, em linha com o cenário externo. O dólar avançou 0,85%, a R$ 2,3019 na venda, no maior patamar desde 31 de março de 2009, no auge da crise financeira internacional, quando a moeda encerrou cotada a R$ 2,318.

O mercado de câmbio abriu pressionado sob a expectativa dos resultados de emprego nos Estados Unidos, que acabaram mostrando desaceleração no ritmo de contratações em julho. Mas a taxa de desemprego do país caiu mesmo assim, com indicações mistas que podem tornar o Federal Reserve, banco central do país, mais cauteloso quanto a reduzir seu forte programa de estímulo econômico.

Logo após essa divulgação, o dólar passou a cair, batento a mínima de 2,2867 reais na venda, seguindo também o movimento no exterior, com os investidores especulando que o Fed poderia demorar mais tempo para reduzir seu programa de compra de ativos.

Em seguida, o movimento de queda perdeu força e o dólar passou a operar praticamente estável ante o real, momento em que o BC anunciou que faria um leilão de swap cambial tradicional --equivalente à venda de dólares no mercado futuro-- nesta manhã.

Mesmo assim, a divisa norte-americana não cedeu e permanecia no patamar de R$ 2,30 que, na avaliação de muitos especialistas, deixa a autoridade monetária desconfortável por ser inflacionária.

Na quinta-feira, a moeda norte-americana fechou acima de R$ 2,30 pela primeira vez em mais de quatro anos, redobrando os temores de pressão inflacionária no país.

Fonte: G1

Discoverycarol
 
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Inscrição: 02/08/2013
 
 
Res: Travel Check
postado por: Discoverycarol

 mensagem postada em 02/08/2013 - 09:08:07hs
 

Paulo,

Você escreveu tudo que eu precisava! Consegui comprar travels bem mais baratos com um tio e queria levar a maioria do dinheiro dessa forma.
Para qual local você foi?

Eu li que podemos trocar os travels por dinheiro em alguns locais, principalmente os da AMERICAN EXPRESS. Só fiquei na dúvida se a taxa vale a pena e a gente não perde muito.

Obrigada!

Pessoal, bom dia!

Não sei se vale como dica, mas em abril/maio deste ano levei muitos travel check nos valores de u$ 50 e U$ 100 e não tive problema algum para adquirir produtos e serviços por lá, inclusive com troco.
Para aquisição dos travel o dolar tem taxa diferenciada, é mais seguro que o cartão de debito, não há possibilidade de clonagem como varias vezes acontece nos estados unidos.
Lembrem-se que cartão nos Estados Unidos dificilmente se usa senhas para debitos.

abraços (mensagem de Paulo H C Araujo)

Wagner
 
Membro
 
 
 
Inscrição: 27/03/2008
 
 
Estrategia
postado por: Wagner

 mensagem postada em 02/08/2013 - 09:08:53hs
 

Galera, to vendo ai os comentarios sobre o sofrimento da alta do dolar e vou deixar minha dica sobre isso. Pra quem nao comprou nada ainda e vai viajar em data proxima, faça umas contas de quanto acha que precisaria pra cobrir os custos da viagem e aplique em fundo cambial indexado no dolar. Só assim vc equilibra as contas, se o dolar subir esse dinheiro valorizará e vc nao sofre depois pra pagar as contas, se cair, sua viagem ficara mais barata e assim vc tem duas opções ou desaplica ou espera pra se voltar a aumentar vc tira.
Enfim resolvi fazer isso, acabou meu stress kkkkkkkk
Agora nao sei pra que lado eu torço rsss
abs
e Boa viagem a todos

 
Você sabia que em 1971 o ingresso do Magic Kingdom custava apenas US$ 3.50 para adultos, US$ 2.50 para menores com idade entre 12 e 17 anos; e, US$ 1.00 para menores com idade entre 03 e 11 anos. Diferentemente do sistema atual, com esse ingresso os visitantes tinham direito a brincar em apenas duas atrações e se quisessem participar de outras tinham que adquirir outros ingressos.