Planejamento - Dinheiro, Cartão, Travel Check e Cartão Pré-Pago Internacional

 
Tópico Aberto

 
 
ORDENAR MENSAGENS: da mais antiga para a mais recente
 

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Índice  
 
 
Res: Pagamento em dinheiro tem desconto nas lojas de Orlando?

 mensagem postada em 02/08/2013 - 17:08:59hs
 
 

Vcs sabem se é vantagem levar mais dinheiro para pagar a vista e obter desconto ou lá a forma de desconto q eles dão é apenas através de cupons? (mensagem de ana c f c silva)

Ana, lá eles não dão descontos por compras pagas em dinheiro "vivo".

Somente com os cupons.

 


 
Alta do Dolar

 mensagem postada em 02/08/2013 - 17:08:34hs
 
 

Eu vejo a mesma situação do ano de 2012, o dolar em abril estava perto de 1,65 e de um dia para o outro foi a 1,95, muita gente entrou em desespero, mas apertou de um lado e de outro e todos foram.
Vejam por exemplo as promocões de voos, quando surge alguma promoção boa o VPO bomba, todo mundo comprando passagens e ninguem deixara de ir.
Os lojistas de lá sabem disso, os preços dos produtos tendem a cair, brasileiro compra muito, gasta tudo o que leva para lá, com preços altos deixam de vender e disso amigos eles entendem muito bem, baixam os preços na hora!!
Mesma coisa com diaria de hotel, tendem a baixar, só o que não muda são os preços dos ingressos e os estacionamentos, isso doi...

 


 
Res: O que eu faço????

 mensagem postada em 02/08/2013 - 17:08:52hs
 
 

Amigos,

Não sei o que eu faço?????
Como vou ficar 23 dias com minha esposa e meus dois filhos e não quero me endividar nos meus cartões gostaria de levar o máximo em dinheiro, débito ou similar.
Os parques e o carro já estarão pagos, com isso penso em levar US$ 16.000,00.

Como faço para economizar???? Qual a melhor cotação???? Espero até o começo de outubro????

Já estou desesperado!!!!!! (mensagem de André da Silveira Vargas)


André, siga as dicas dos colegas:

Compre aos poucos até a data da sua viagem.

 


 
Res: O que eu faço????

 mensagem postada em 02/08/2013 - 16:08:41hs
 
 

Amigos,

Não sei o que eu faço?????
Como vou ficar 23 dias com minha esposa e meus dois filhos e não quero me endividar nos meus cartões gostaria de levar o máximo em dinheiro, débito ou similar.
Os parques e o carro já estarão pagos, com isso penso em levar US$ 16.000,00.

Como faço para economizar???? Qual a melhor cotação???? Espero até o começo de outubro????

Já estou desesperado!!!!!! (mensagem de André da Silveira Vargas)


Andre,

O mais importante é você planejar o que e quanto você vai gastar. Depois disso veja quanto você tem que levar.
Ex:
x com alimentação por dia
y com estacionamento
z com gorjetas
w com compras pros meus filhos
t com compras para mim
s com compras pra minha esposa

Faça um cálculo médio, levando em consideração o número de dias que você vai ficar.


Abs

 


 
O que eu faço????

 mensagem postada em 02/08/2013 - 16:08:42hs
 
 

Amigos,

Não sei o que eu faço?????
Como vou ficar 23 dias com minha esposa e meus dois filhos e não quero me endividar nos meus cartões gostaria de levar o máximo em dinheiro, débito ou similar.
Os parques e o carro já estarão pagos, com isso penso em levar US$ 16.000,00.

Como faço para economizar???? Qual a melhor cotação???? Espero até o começo de outubro????

Já estou desesperado!!!!!!

 


 
Res: Onde VTM é aceito? Ana

 mensagem postada em 02/08/2013 - 16:08:44hs
 
 

Gostaria q alguem me informasse se o VTM é aceito nos outlets de orlando, target, walmart, lojas e restaurantes do complexo disney e seaworld, toysrus? (mensagem de ana c f c silva)

Fique tranquila, pois o cartão é aceito até nos carrinhos de pipoca. =)))

 


 
Res: Onde VTM é aceito?

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:40hs
 
 

Ana, praticamente em 99,9% dos estabelecimentos, todos esses que vc citou aceitam!
Fique tranquila quanto a isso.

Abçs

Gostaria q alguem me informasse se o VTM é aceito nos outlets de orlando, target, walmart, lojas e restaurantes do complexo disney e seaworld, toysrus? (mensagem de ana c f c silva)

 


 
Res: Alta do Dolar

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:02hs
 
 

Nossa! realmente cartão de crédito é onde mora o perigo! Ano passado exagerei pra nunca mais!
Esse ano vamos ter que adaptar o que temos pra gastar com essa alta do dolar.
e colocar na cabeça: QUEM CONVERTE, NÃO SE DIVERTE!
No máximo será umas camisas, calças, bolsas a menos!

Não vejo desta forma Denis, veja bem quem comprou U$ 10.000 em dezembro gastou R$ 20.000,00 e quem está comprando agora está despendendo mais R$ 3.000,00 para adquirir os mesmos U$ 10.000.
São 15% de diferença, essa é uma viagem que não tem preço, o que ira mudar nesses calculos são apenas os gastos a mais que deverão ser cortados ou diminuidos, mas o volume maior do gasto não irá mudar.
O que se muda é a visão de como irá se gastar o valor, em hotel 5 estrelas ou 3 estrelas, se restaurantes mais caros ou lanchonetes, se ross dress for less ou outlet.
A escolha sempre será ampla.
O cuidado maior que acho que se deve ter é o raio do cartão de crédito, pois essa dívida é a mais perigosa, se for gastar o dinheiro já comprado, amigo... divirta-se.

abraços (mensagem de Paulo H C Araujo)

 


 
Alta do Dolar

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:37hs
 
 

Não vejo desta forma Denis, veja bem quem comprou U$ 10.000 em dezembro gastou R$ 20.000,00 e quem está comprando agora está despendendo mais R$ 3.000,00 para adquirir os mesmos U$ 10.000.
São 15% de diferença, essa é uma viagem que não tem preço, o que ira mudar nesses calculos são apenas os gastos a mais que deverão ser cortados ou diminuidos, mas o volume maior do gasto não irá mudar.
O que se muda é a visão de como irá se gastar o valor, em hotel 5 estrelas ou 3 estrelas, se restaurantes mais caros ou lanchonetes, se ross dress for less ou outlet.
A escolha sempre será ampla.
O cuidado maior que acho que se deve ter é o raio do cartão de crédito, pois essa dívida é a mais perigosa, se for gastar o dinheiro já comprado, amigo... divirta-se.

abraços

 


 
Dólar - Más Noticias

 mensagem postada em 02/08/2013 - 15:08:30hs
 
 

Ficou bastante evidente ao final do mês passado, que o mercado de câmbio está com demanda crescente por moeda efetiva, em detrimento da preponderância da demanda por proteção (hedge), que prevaleceu como fonte principal da pressão altista do preço da moeda americana até recentemente.

Óbvio que continua havendo demanda por “hedge”, até porque o mercado de câmbio tem o seu dinamismo que agrega novas operações de forma contínua, mas em moldes mais contidos do que nos meses de junho e julho passados, quando havia um estoque relevante de operações em moeda estrangeira carentes de proteção, ante o cenário prospectivo de alta acentuada do preço da moeda.

Este quadro tornou-se perceptível, no dia 31 de julho, quando o BC ofertou, em 3 rodadas, lotes de “swaps cambiais” e de um total de 75.000 contratos só colocou 45.300 contratos, num ambiente de forte pressão de apreciação do dólar, que não foi sensibilizada pelos leilões realizados.

Os “swaps cambiais” perderam a capacidade de influenciar de forma contundente a tendência de alta do preço da moeda americana, por isso, o Banco Central do Brasil precisa alterar a sua estratégia de intervenção no mercado de câmbio, visando atenuar as pressões altistas, já que agora passam, também e principalmente, a ter origem no mercado de câmbio à vista, ou seja, a demanda é por dólares “spot”.

Por outro lado, as decisões do FED postergando a manutenção do seu programa de incentivo monetário já não suscitam impactos no comportamento do preço da moeda americana no nosso mercado, pois não cria expectativas de grandes fluxos de recursos externos para o país, simplesmente retardam a perspectiva de que recursos já presentes no Brasil saiam de forma mais intensa e abrupta.

A despeito do BC, ainda que tardiamente, ter revertido a quase totalidade das barreiras normativas e/ou tributárias ao ingresso de recursos externos, eventuais reações por parte dos investidores estrangeiros, em especial os especuladores, serão, acreditamos, insuficientes para prover o Brasil com os fluxos de recursos externos suficientes para atender as necessidades atuais de liquidez no mercado à vista.

Da balança comercial pouco ou nada pode ser esperado. Julho que tinha projeção para saldo positivo em torno de US$ 400,0 M fechou no vermelho em US$ 1,089 Bi, confirmando tendência detectada pela AEB de que devemos fechar o ano com a balança comercial deficitária em US$ 2,0 Bi.

Não vislumbramos perspectivas favoráveis para os bancos optarem facilmente a adoção de posições vendidas e serem os geradores da liquidez, pois há desconforto sobre as perspectivas futuras de fluxos para o país, o que lhes obrigaria a fazer “hedge”, podendo tornar esta estratégia desinteressante e ainda colocaria pressão de alta no mercado futuro.

Da mesma forma, a opção das agências/filiais dos bancos nacionais, após a desoneração ocorrida com a mudança da fórmula do fator que inviabilizava esta opção, só se tornará interessante para os bancos se a taxa de juro dólar do cupom cambial ficar interessante e se tornar viável, também precisará ser protegida (hedge) devido às incertezas quanto aos fluxos futuros, e a despeito de gerar liquidez, exerceria pressão de demanda no mercado de derivativos que poderia provocar alta do preço da moeda americana.

A saída possível, no nosso entender, para o BC evitar que tenha que realizar leilão de venda efetiva de moeda americana no mercado à vista, o que não seria recomendável dado o risco de estimular especulação forte sobre o real, é dar inicio imediato aos leilões de linhas que compreendem venda à vista para os bancos, gerando liquidez imediata, conjugada com recompra futura, promovendo o deslocamento da demanda do momento presente para o futuro.

Esta estratégia poderia poupar o BC de realizar leilões de venda de moeda americana efetiva, porém, é fundamental que a parte negocial das operações atenda aos interesses de bancos e BC, caso contrário não será consolidada.

O dólar a R$ 2,30 é efetivo neste momento, consolidou-se ontem após ter chegado neste ponto na quarta-feira e cedido um pouco. A ação do BC visaria evitar a sua expansão que seria fonte de pressão maior sobre a inflação.

Como a tendência de alta do preço da moeda americana é fundamentada e firme, o BC precisa agir rapidamente para buscar mitigar a pressão altista.


Sidnei Moura Nehme
Economista e Diretor Executivo da NGO

 


 
 
Com a expansão da área de Fantasyland (Nova Fantasyland) o projeto original que tinha 10 hectares dobrou de tamanho passando a ter 21 hectares.