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Voltei - Relato da minha viagem!

 
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ORDENAR MENSAGENS: da mais recente para a mais antiga
 
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Antonio Crescenti
 
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Orlando - Fl
 
Inscrição: 14/05/2006
 
 
Alessandra
postado por: Antonio Crescenti

 mensagem postada em 21/09/2009 - 22:09:38hs
 

Oi Alessandra.
Estou imaginando voce fugindo da policia porque nao pagou o pedagio....seria muito engracado..rsrsrs.
A Vivian e a Cris escreveram um Artigo sobre como dirigir em Orlando, e la tem uma explicacao bem detalhada sobre os pedagios etc.
Veja na secao "Colunas" e voce vai dirigir tranquila por la.

Raphael
 
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Inscrição: 17/09/2009
 
 
RELATO
postado por: Raphael

 mensagem postada em 22/09/2009 - 14:09:20hs
 

Bom galera, vou fazer o meu relato e dar algumas informações importantes que possam ser úteis a todos, levando em conta as minhas experiências nessa última viagem.

Não ia fazer o relato, mas resolvi sentar a -- palavra censurada -- na cadeira e escrever para tentar ajudar aqueles que estejam planejando viagem e também como forma de agradecimento a todos aqueles habituais leitores e colaboradores do VPO que há alguns meses atrás em muito me ajudaram com dicas e informações preciosas.

Embarquei com minha namorada rumo a Orlando no dia 23/08 e cheguei no Brasil no dia 06/09. Eu já havia ido para a Disney algumas vezes quando criança/adolescente com meus pais, sendo essa a primeira da minha namorada para lá. Posso dizer que depois de 13 anos (a última viagem havia sido com 14 anos), hoje com 27 anos (completados no Magic Kingdom), essa foi a minha melhor viagem para lá.

VISTO: como tenho passaporte italiano, não precisei de visto. Apenas preenchi o formulário eletrônico na internet no site https://esta.cbp.dhs.gov. É tudo muito simples (tem até versão em português para quem preferir). Basta estar enquadrado nos requisitos do Visa Waiver Program, que basicamente são ter uma passaporte de um país participante do programa (maioria da União Européia, mais Japão, Austrália, Nova Zelândia, Suíça, Cingapura e etc.) e o mesmo ser de leitura ótica, emitido antes de 26/10/2005. Se for de leitura ótica emitido entre 26/10/2005 e 26/10/2006, deve possuir a fotografia digital ou o chip integrado ao passaporte. Os passaportes emitidos após 26/10/2006 devem possuir o chip obrigatoriamente. Muito importante se atentar a esse detalhe, pois os consulados italianos no Brasil por exemplo, demoraram um pouco para passarem a emitir o passaporte com chip. Mais informações no site http://www.embaixada-americana.org.br/index.php?action=materia&id=2179&submenu=107&itemmenu=86.
Minha namorada teve que pedir o visto aqui em São Paulo e não teve dificuldades. Apesar de ter levado um monte de papéis, não pediram para ver nada. Perguntaram qual a profissão dela, onde morava, com quem, a profissão dos pais dela, para onde ia e com quem. Quando ela disse que ia com o namorado, foi perguntada se eu já possuía visto. Ela disse que não, pois eu utilizaria o passaporte italiano e o funcionário do consulado apenas perguntou se eu já havia preenchido o formulário eletrônico, cuja resposta foi negativa. Mas foi só. Visto aprovado e tchau.

PASSAGEM AÉREA: Compramos a passagem pelo site da American Airlines, em maio (3 meses de antecedência) depois de pesquisar em diversos sites (os tradicionais de viagens que todos conhecemos da internet). Na minha opinião, hoje em dia com a internet, ficou muito mais fácil pesquisar companhias aéreas, simular datas, preços, destinos, sem a necessidade de um agente de viagem (não estou dizendo que são desnecessários nem desvalorizando o trabalho deles). Paguei R$ 1500,00 na passagem ida e volta São Paulo/Orlando, com conexão em Miami.

INGRESSOS: Compramos os ingressos dos parques pelos sites oficiais com cartão de crédito. Achei mais confiável, muito fácil e principalmente, mais barato. Os da Disney acabamos comprando o 5 day ticket (1 parque por dia) por $222,00 + taxa (e uma taxa de envio pelo correio – shipping, de $ 14,00) pois a diferença para o de 4 dias era de 3 dólares. Optei pela entrega em casa via FEDEX e os tickets chegaram em 3 dias. Inclusive dá para rastrear a entrega pelo site da FEDEX. Como já disseram aqui, é um cartão magnético, tipo cartão de crédito, que vai direto na catraca de entrada do parque para entrar, sem necessidade de passar por nenhum guichê. Da Universal, compramos no site oficial deles o 2 park unlimited admission (7 dias consecutivos de entrada livre), que estava o mesmo preço do 2 days-2 parks ($ 99,99 + taxa). Esse ticket nós retiramos no portão de entrada, no Will Call Kiosk, onde você leva o cartão de crédito utilizado para a compra, passa na máquina, ela te pede uns dados (se não me engano número de confirmação) e “cospe” seus ingressos que são usados diretamente na catraca (mesmo esquema da Disney, mas é um ingresso meio que de papelão, com um código de barras, que se usa para os dois parques).
Para Busch Gardens e Sea World comprei um ingresso válido para os dois parques (no site do BG, mas também pode ser pelo site da SW), cada um por $ 89,95 (mais taxa de +- 6 dólares). Para esses parques, optei por imprimir o e-ticket, que vem com um código de barras (que também é o mesmo para os dois parques), cuja leitura é feita diretamente na catraca, sem precisar passar por nenhum guichê ou pegar qualquer fila.

CHECK-IN / EMBARQUE / DECLARAÇÃO DE BENS NA RECEITA FEDERAL:
Chegamos no aeroporto com antecedência de 3 horas, em um domingo, com muito pouca gente no aeroporto e no check-in da AA. Perguntas de praxe sobre segurança (vc ou o bin laden que fez sua mala? está levando bomba de alguém? e etc... – essa foi só para descontrair, sei que esse procedimento é muito sério e importante e que não devemos fazer piada na hora dele) e despachamos as malas, que já foram etiquetadas para Orlando (vôo com conexão em Miami). Eu já havia reservado os assentos pela internet no site da AA, o que aconselho a todos que o façam, pois se eu não tivesse feito, viajaria separado da minha namorada e provavelmente na porta do banheiro! Bom, ainda na check-in, quando mostrei meu passaporte, a moça da AA pediu a confirmação da autorização do meu ESTA. Minha namorada brincou e disse: “pô, eu precisei tirar visto e ele só preencheu esse formulário online...”. Daí a profeta disse: “eu tenho passaporte português e preferi tirar o visto com o meu passaporte brasileiro para não ter encheção de saco na imigração americana...”. Eu pensei comigo mesmo: “essa mulher ta viajando né....quem prefere tirar um visto quando não há necessidade?!?!?!”. Mas não estava! Vou contar daqui a pouco minha experiência com os agentes de imigração americanos.
Seguimos em frente, passamos pelo controle de segurança (raio-x e detector de metais) e quando estávamos passando pelo controle de passaporte da Polícia Federal (que diga-se de passagem, terceirizou esse controle de passaportes e colocou alguns agentes supervisionando o trabalho dos funcionários nos balcões), o meninão aqui perguntou para a funcionária onde era o balcão da Receita para declarar os bens, daí qual não foi meu pânico quando a funcionária disse: “Já era! Tinha que ter feito isso lá fora!”. Isso após já ter passado raio-x, despedido da família e etc. Pedi para chamar um agente da PF, que muito solícito, gentilmente disse que não haveria qualquer problema, nos levou até lá fora e me mostrou onde era a RF. A sala onde fomos ficava descendo as escadas ao lado dos balcões de check-in da AA. Vale destacar isso, pois eu me lembrava (não sei se foi viagem minha ou se realmente mudou) que a declaração dos bens era feita após o controle de passaportes, mas não é...

Na Receita, foi tudo bem rápido. Só dois pequenos entraves, o já citado sobre a localização e um segundo: 2 mulheres estavam causando a fúria da funcionária da RF (que estava sozinha) com milhares de dúvidas de como se preencher o formulário no balcão de atendimento, com algumas pessoas esperando, sendo que a orientação é que se faça o preenchimento do lado de fora da sala, onde tem um balcãozinho com instruções muito fáceis e bem explicativas.
Nós estávamos levando laptop, máquina fotográfica, ipod e GPS. No final, só declaramos o laptop e o GPS. Segundo a servidora da RF, a máquina apenas precisaria ser declarada se fosse acima de 8 MP. Os Ipods (o meu de 30GB e da minha namorada, um nano de 4 GB), sem maiores explicações, disse que não precisaria.

Como estávamos com tempo foi tranquilo: refizemos o percurso, passamos de novo pela fila para chegar ao portão de embarque, mais uma vez no raio-x desfizemos a mochila para tirar os eletrônicos, minha namorada tirou o cinto de novo para passar no detector de metais e chegamos finalmente na funcionária que verificou nossos passaportes anteriormente, que estava com aquela cara de “ai que burros esses dois...”.
Ah, o álcool gel passou 2 vezes pelo controle de segurança em Guarulhos, dentro do saquinho ziplock que a AA nos deu no check-in, portanto, levem tranquilamente. Entramos no Duty Free para ter uma idéia geral dos preços (tudo muito caro em se comparando com Orlando, mas ainda, obviamente, mais barato do que no Brasil).

Raphael
 
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Inscrição: 17/09/2009
 
 
RELATO - continuação 1
postado por: Raphael

 mensagem postada em 22/09/2009 - 14:09:26hs
 

VOO DE IDA / DESEMBARQUE / IMIGRAÇÃO: Este sim é um capítulo especial! A viagem muito tranquila. Saímos de São Paulo de manhã (10:40), para chegar em Orlando a noite (por volta das 22:00). Comida de avião (sem muitos comentários...chicken or meat??), telas individuais (filmes, jogos, seriados e etc), comissários de bordo americanos e brasileiros, nem muito simpáticos, nem grossos (burocráticos…).
Chegamos em Miami lá pelas 6:00 pm, horário local. Foi aí que comecei a me lembrar da moça do check-in da AA. Logo na saída do avião, os oficiais da imigração estavam fazendo um pré-controle de quem chegava. 3 oficiais olhando o passaporte de todo mundo e fazendo perguntas. Minha namorada entregou o passaporte, o oficial, um latino bem do mal-encarado olhou, procurou o visto e mandou ela passar. Pediu o meu, abriu e perguntou em espanhol onde eu havia nascido. Eu disse que no Brasil e que tinha dupla nacionalidade. Daí perguntou se eu já tinha ido para os EUA e quando. Respondi que sim, que a última vez em 96. Daí ele me deu uma encarada fenomenal, folheou meu passaporte e achou o que ele queria: viu meu visto de entrada na Indonésia e na África do Sul. Colocou meu passaporte no bolso e disse: “wait for me there...”. Aí já pensei: “p.hodeu (desculpem-me, mas pensei isso mesmo), lá vou eu para a salinha para uma cavity search!”. Minha namorada com uma cara de deseperada e eu disse para ela relaxar que ia dar tudo certo. Esperamos todo mundo sair do avião, mais uns 10 minutos ali em pé, todo mundo passando e olhando para nós, que aguardávamos eles checarem todos os passaportes. Só sobrou eu, minha namorada (por tabela, pois ela estava liberada) e um outro brasileiro que disse para o chicanito que estava lá a trabalho. Ele saiu andando e disse um “follow me!”, meio que imperativo para nós dois e foi conversando com o cara na minha frente. Dispensou ele na metade do caminho para seguir em frente. Enquanto isso, os outros dois oficiais da imigração que tb estavam na saída do avião foram andando e zoando o oficial que encanou comigo dizendo “follow the chief, yes boss, yes sir...”. Pensei, “porra, tinha que pegar justo o cara que quer mostrar serviço, até os outros estão tirando uma com ele...”. Chegamos na porta da salinha e o meu coração na boca. Ele me mandou esperar lá fora e foi fazer umas checagens no meu passaporte (deve ter ido ver se eu não era um traficante de drogas internacional, ítalo-brasileiro, procurado pela Interpol, com esquemas na Ásia e no continente africano). Voltou com ele na mão depois de uns 15 minutos, me entregou e disse: “Obrigado”, em português mesmo...Senti um alívio, agradeci também (não sei pq, queria mesmo é xingar o cara) peguei o passaporte e me mandei. Mas ainda não havia acabado. Isso foi só um pré-controle. Depois de ficar lá por último, esperamos ainda uns 40 minutos na fila da imigração americana. Nossa vez e mais um “latino, americano” com cara de soldado da Gestapo. Passamos juntos, primeiro minha namorada. Ele fez umas perguntas básicas, do tipo, para onde íamos,quantos dias, onde ficaríamos e etc. Ela colocou as digitais na máquina, teve o passaporte carimbado e foi a minha vez de ser sabatinado. Ele começou a olhar o passaporte e começou a perguntar em espanhol: “onde vc nasceu?” Respondi em inglês, pq meu portunhol é péssimo, daí ele começou a perguntar em inglês: “Onde está seu passaporte brasileiro?, me mostra... pq não viaja com ele?” Entreguei para ele e disse que não estava usando ele pq eu havia sido informado no Consulado Americano em São Paulo que com o passaporte italiano não precisaria de visto. Ele continuou olhando o passaporte e perguntou se eu já tinha ido para os EUA e se eu já tinha tido o visto negado alguma vez. Eu disse que já tinha ido antes, a última em 96, com o passaporte brasileiro, com visto americano. Daí ele quis saber o que tinha acontecido com aquele visto, se tinha sido cancelado. Eu disse que não, que havia expirado em 98 e que depois que eu tirei o passaporte italiano, em 2005, só usava ele para viajar. Ele perguntou de novo se alguma vez já tinha tido o visto negado e perguntou as mesmas coisas básicas que havia perguntado para minha namorada: onde ficaríamos, quantos dias, o que eu era dela (eu disse que era noivo e ela ficou toda animada...disse que o guarda americano foi testemunha de que pedi ela em casamento) e etc...Mas graças a Deus o susto acabou. Carimbou meu passaporte, coloquei as digitais e um abraço! Mas bem que a mulher da AA tinha avisado. Da próxima vou pedir para ela os números da Mega-Sena....
Daí sim fiquei aliviado, pois enquanto eu estava ali, fiquei pensando que o outro cara que me deu canseira já havia comunicado a imigração ali na frente que o sobrinho bisneto do Al Capone, que era noivo da filha do Ahmadinejad (ela é descendente de árabes) e que vendia drogas em Bali e na Cidade do Cabo estava “on the way!” para um “quick chat”....
Continuando, pegamos as malas na esteira (aquele esquema que muitos já relataram aqui), nos dirigimos à alfândega, daí sim, como colocamos no formulário que não trazíamos nada de alimentos, armas, etc, o cara que fazia a triagem de quem ia ou não para o revista de malas foi o único que foi com a minha cara e disse: “welcome, have a nice vacation”. Pronto, nossa entrada na “America” estava completa. Deixamos as malas logo na sequência com uns funcionários da AA e fomos para o portão de embarque, depois de mais um controle de segurança, agora sim muito mais sério dos americanos (inclusive se tira os sapatos) onde levei uma bronca do cara pois coloquei o laptop em uma cestinha junto com o GPS e a máquina (acho que no raio-x eles só viam o laptop e parecia que eu queria esconder algo deles....coisa de americano). Nosso voo para Orlando estava no horário, mas depois que embarcamos, ficamos esperando uma excursão de venezuelanas, cujo voo para Miami tinha atrasado, por mais de 1 hora. E aquele voo para Orlando seria o último da noite.
Partimos e 40 minutos mais tarde chegamos em Orlando sãos e salvos (eu já nem tão são, pois minha cabeça ainda estava querendo entender “por que el chicanitos de la aduana no gustaram de nosotros” e pensando se toda vez que eu fosse para os EUA ia ter que passar por aquilo....)

ALUGUEL DE CARRO: Alugamos um compacto pela Álamo. Fiz a reserva pela internet por um concorrente do Ronaldo. Mas depois vi que o preço era o mesmo: 2 semanas com seguro CDW e EP por $ 378,00. No balcão da empresa a atendente não quis me empurrar mais nada, só perguntou se eu queria pré-pagar a gasolina ou se eu devolveria com o tanque cheio. Optei por devolver com o tanque cheio. Atravessamos a rua, fomos para a garagem da Álamo e saímos com um Toyota Yaris, que acomodou bem nossas 2 malas grandes. Vi que realmente devolver com o tanque cheio era a melhor opção, pois a Álamo cobra 2,68, se não me engano, por galão. Em Orlando, paguei 2,46 pelo galão num posto verdinho, acho que um Hess. A média, pelo que percebi, era de $ 2,50. Não é tão absurda a diferença. O que não pode fazer é dizer que vai devolver com o tanque cheio e devolver com meio tanque ou ¾, pq daí eles cobram quase $ 4,00 o galão para completar.

HOTÉIS: Ficamos no Ramada Inn Lakefront na International Drive. Hotel bem razoável pelo preço que pagamos ($ 40,00 o casal) e por ser um 3 estrelas. Fiz as reservas e o pagamento por um desses sites americanos de hotéis (não sei se posso divulgar aqui), que era o mais barato de todos.
Tem internet wireless, que é meio devagar mas quebra bem o galho. Na recepção tem um computador, mas nem usei. Recebem pacotes e cobram $ 5,00 cada. Tem cofre no quarto que se paga uma taxa extra de $ 2,00 por dia. Se não for utilizar é só avisar na recepção que eles não cobram. Localização muito boa na ID, perto de vários restaurantes e daquelas lojas de bugigangas e lembranças da Florida de indianos, chineses, paquistaneses, libaneses e etc. Realmente, para alguns o local não parece muito seguro pois não há controle de quem entra ou sai do estacionamento (como no Quality Inn Plaza, por exemplo) e dos elevadores que dão acesso aos quartos. Além de estar em um dos pedaços masi movimentados da ID. Mas não me senti inseguro. O Lobby com a recepção e o breakfast room são separados dos elevadores dão acesso aos quartos (elevadores realmente não são novos, mas no período que estive lá nenhum quebrou). Ficamos no quarto andar, com uma bela vista do Sandy Lake. Como dica, eu não ficaria nos quartos no térreo, pois estes realmente devem ser barulhentos e talvez transmitam mais insegurança. Toda hora tem gente passando na sua porta, com carros na sua porta no estacionamento que é logo em frente, além da sua janela não ter muita privacidade por ser de cara para a piscina.
Como eu já havia visto muita gente comentando aqui, o café da manhã é cortesia e não compromete. Tem cereais como froot loops, sucrilhos e corn flakes, café, leite (puro, integral e desnatado), torradas (pão de forma, integral e branco), bagels (2 tipos, uma doce e uma salgada), cream cheese, manteiga, margarina, geléia, frutas (maçã e banana), suco de laranja, cranberry (seja lá o que for isso) e maçã. No final de semana tem waffle que vc mesmo faz na máquina, pois eles deixam os copinhos com a mistura da massa pronta. É verdade que o café da manhã é cheio, mas como acordávamos cedo, pegamos lugar todos os dias (vai das 6:30 às 8:30). Até umas 7:15 senta-se tranquilamente e não falta nada. Nós só comprávamos um achocolatado para tomar no quarto e complementar o café.
Quanto a limpeza, podem ir tranqüilos. As toalhas foram trocadas todos os dias, bem como o quarto era aspirado (fiz uns testes jogando umas migalhas de pão propositadamente no chão) e o banheiro limpo. A roupa de cama, no período de 11 noites que estivemos lá, foi trocada 3 vezes. Deixava gorjeta para a camareira de $ 1,50, dia sim, dia não.
Em Miami ficamos no Best Western Atlantic Beach Resort, na Collins Ave, em Miami Beach , perto de South Beach. Diária um pouco mais salgada, $ 90,00 (esse é um preço bom para Miami Beach pela qualidade do hotel), pelo site que mencionei acima. Como só ficamos uma noite, queríamos um lugar decente. Isso sem café da manhã que lá custava 12 doletas por pessoa, o que achei uma afronta, por isso fomos no Publix comprar o nosso breakfast. O Hotel é bacana, tem uma pisicina legal, de frente para a praia, com toalhas de cortesia. Tem internet wireless bem rápida. O estacionamento não é no hotel, fica há algumas quadras de lá e custa $ 30,00. Não parei lá. Durante o dia parei numa travessa da Collins, do lado do hotel, onde tem parquímetro, que custa 1 dólar por hora. Um quarter dá direito a 15 minutos. Isso das 8:00 às 6:00. Depois é liberado e ele dorme de graça na rua (para isso que pagamos os seguros na locadora, certo???).
Na volta de Miami, dormimos uma noite no Quality Inn Plaza ( 9000 da ID) em Orlando. O lugar da ID é bem mais tranqüilo e bonito (depois da Sand Lake Rd), em frente ao shopping The Pointe, onde tem aquela casa de cabeça para baixo. O Hotel é grande, mais de mil quartos, vários blocos, acho que 3 piscinas. Os quartos foram todos reformados e estão novíssimos. Tudo novinho em folha. Colchões , travesseiros, roupa de cama e etc. Café da manhã é pago a parte no restaurante do hotel, $ 6,00 por pessoa. Quanto a limpeza não posso dizer muito. Só dormi uma noite lá. Quando chegamos o quarto estava limpo. Quanto a internet, sinceramente não me lembro. Depois que deixamos as coisas no quarto e estávamos indo jantar, vi que a porta do quarto não trancava. Verifiquem isso sempre! Liguei para a recepção e mandaram uma cara para ver o problema. 1 hora e meia mais tarde, depois de duas idas e vindas do cara da manutenção, ele trocou a fechadura e conseguimos sair e deixar a porta trancada. A diária saiu por $ 32,00, naquele site. Achei muito barato, pois a tarifa média que encontrava era de $ 40 a 50 nesse mesmo hotel.

Raphael
 
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Inscrição: 17/09/2009
 
 
RELATO - continuação 2
postado por: Raphael

 mensagem postada em 22/09/2009 - 14:09:18hs
 

DIRIGINDO / TRÂNSITO / PEDÁGIOS / GASOLINA: Realmente, Orlando é uma cidade muito fácil de se localizar. Com GPS então, é covardia. Dá para se virar sem GPS com certeza, mas com é muito melhor. Aconselho a todos que comprem um GPS logo na chegada. Coloquem no Google Maps o trajeto do aeroporto até algum Walmart (muitos 24 hs) ou Bestbuy (fecham às 9:00 pm) e já parem no caminho para pegar o GPS. Outra opção é comprar pelo Amazon e mandar entregar no hotel, usando tb o google maps para chegar no hotel, saindo do aeroporto. Alugar não vale a pena por conta do preço (acho que $ 10 por dia). Vi o Garmim 205W por $139,00. É muito fácil de usar. Levem os endereços dos shoppings, lojas, hotéis e afins, para garantir. Pelos pontos de interesse que vêm configurados no GPS já se pode localizar muita coisa. Eu já levei GPS daqui, um da Garmim que foi comprado lá e por isso já tinha os mapas americanos de 2008. Em relação ao tráfego, posso dizer que realmente à tarde, pode-se pegar muitos carros nas ruas, principalmente na região da ID. Mas como saíamos cedo para os parques todos os dias, não pegamos quase nada de trânsito. Só quando saímos dos parques que terminamos cedo e nos dias de compras. Mas sei lá, sou de São Paulo, demoro 1:00 h todos os dias para voltar do trabalho num trecho de pouco mais de 10 km....Meu parâmetro é meio deturpado. Para se chegar nos parques da Disney saindo da ID era muito rápido, cerca de 15 minutos, com muitas placas te direcionando para Disney World. Para a Universal 3 minutos e Sea World 5. Avenidas largas e tudo muito bem sinalizado. As distâncias em Orlando são grandes. Nos primeiros dias quando eu colocava no GPS um endereço ele informava: “14 km” eu pensava, “putz, que florida...”. Mas daí em 10 minutos chegávamos no lugar.
Nas estradas, tomem cuidado com as patrulhas. Não fui parado nenhuma vez, mas várias vezes vi os “sheriffs” me ultrapassando para pegar carros lá na frente, principalmente na I-4 e Turnpike. O limite de velocidade não é muito respeitado pelos americanos, como pensei que fosse. Em várias estradas estava eu lá nas 55 MPH permitidas e os caras passando voando. Na Turnpike para Miami, que a velocidade permitida é de 70 MPH, viajava numa média de umas 80 MPH. Mas importantíssimo: “go with the flow” (como eu já vi alguém dizendo). Nunca puxem a fila nem fiquem na rabeira. Se tiver alguém na sua frente um pouco mais rápido e todos estiverem na mesma, dá para ir. Se não, eu não arriscaria.
A ida para Miami pela Turnpike é sossegada, um tapete, mas dá um sono....Saindo de Orlando, depois de 20 minutos, só mato. Mas não é aquele mato bonito, de paisagem, como em algumas estradas do Brasil. É árvore, lago, árvore, lago, placa, árvore, service plaza, árvore, lago, placa, árvore, árvore, service plaza...A I-95 é mais agitada, mas é mais longe. Parei no Service Plaza (posto de gasolina, banheiros, restaurantes) de Ft. Pierce na ida e na volta, bem no meio do caminho, para um Red Bull e um muffin do Dunkin Donuts. Quando estive na Australia vi umas placas nas estradas: STOP, REVIVE, SURVIVE! Tinham que colocar elas na Turnpike! Eu já não sabia se estava dirigindo e sonhando ou sonhando que estava dirigindo. Minha namorada então, dormiu melhor no carro do que no Ramada!
O pedágio no total deve ter sido uns $ 16,00. Me lembro que aquele mais caro, onde se pega o cartão no começo e devolve no destino final, saiu, se não me engano, $ 13,70. Para rodar 220 milhas eu acho justo. Aqui em SP para ir e voltar do litoral (uns 190 km ida e volta) se gasta R$ 25,00....
Quanto à gasolina, é aquele valor que disse antes. Ela é muito barata. Rodei mais de 1200 milhas e acho que gastamos uns $ 80,00 no total. Com $ 22,00 enchia o tanque do Toyota (mas era um motor 1.6, de uns 45 litros... acredito que para uma SUV deva gastar uns 30, 35 dólares). Fazendo uma conta burra: Um galão tem 3,8 litros. O Galão custa $ 2,50, então o litro é $ 0,65. Ou seja, uns R$ 1,20 o litro?????!! Barato não?

Raphael
 
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Inscrição: 17/09/2009
 
 
RELATO - continuação 3
postado por: Raphael

 mensagem postada em 22/09/2009 - 15:09:34hs
 

PARQUES:
Aqui vou ser bem sucinto. Tudo fenomenal. Pela ordem, fomos no Epcot, Disney Holywood Studios, Animal Kingdom, Magic Kingdom, Busch Gardens, Universal Studios, Islands of Adventure e Sea World. No geral, pegamos os parques sem muita gente. Chegávamos cedo, na hora em que os portões abriam e corríamos para as atrações mais concorridas. Percebemos que na parte da tarde a fila dessas atrações era de 1 hora, quando nós de manhã não tínhamos esperado nem 15. Usamos bastante o fast pass e o single rider sempre que possível. Meus parques preferidos, como há 13 anos atrás, continuam sendo o Magic Kingdom e Universal Studios, mas tendo o EPCOT um conceito bem melhor (primeiro, pq agora tenho 27 anos, falo inglês relativamente bem e me interesso por coisas que há uns 15 anos atrás eram um saco, mas, principalmente, por causa do Soarin’....fantástico, fomos 3 vezes).

Além disso, no Epcot destaque no Future World para a reformulação (pelo menos para mim que há anos não ia para lá) da Spaceship Earth e do Universe of Energy, com a Ellen Degeneres, para os refrigerantes da Coca pelo mundo e o Test Track. No World Showcase, todos os pavilhões, sem exceção, devem ser visitados. Não comi em nenhum restaurante (só hamburgão com bacon mesmo no Eletric Umbrella), mas destaque para a Boulangerie Patisserie na França e para os chocolates Bacci gelados na Itália. Destaque negativo para mim foi o Mission Space. Esse não me pega nunca mais. Simula o lançamento de uma nave espacial. Para resumir, o macho aqui quis ir no Orange, mais intenso, e saiu de lá literalmente vomitando. Não dentro do brinquedo, que inclusive tem saquinhos para chamar o hugo, mas no banheiro mesmo. Demorei umas 2 horas para me recuperar. O pior foi que uma americaninha de uns 9 anos, que foi do meu lado, ficou brigando comigo pois eu não seguia as instruções do comandante da missão...Eu lá quase morrendo e ela querendo que eu apertasse os botões para que a “missão” fosse bem sucedida. Mal sabia ela que a minha missão ali passou a ser outra depois do lançamento da espaçonave. Bom chega, é isso, nem gosto de lembrar. Para finalizar, Illuminations: Reflexions of Earth, visto ali de frente ao lago, na entrada do World Showcase, continua demais.

DISNEY HOLLYWOOD STUDIOS: também achei muito legal. Indiana Jones e Light, Motors, Action, apesar de batidos, continuam bem legais. Toy Story imperdível. Montanha Russa do Aerosmith é sensacional, na minha opinião, uma das melhores de todos os parques. Nesse dia não teve Fantasmic por causa da chuva implacável no final de tarde. Ouvi dizer que é o melhor show, mas paciência, fica para a próxima.

ANIMAL KINGDOM: esse eu não conhecia. É um Busch Gardens, com só uma montanha russa e com a marca registrada da magia e organização Disney (brincadeira, são bem diferentes mas com conceitos parecidos: bichos vivos!). Destaque para o Lion King (bem bacana), Expedition Everest, Finding Nemo, It`s Tough to be a Bug e Dinosaur.

MAGIC KINGDOM: o que dizer? Esse é o lugar pelo qual realmente viajamos para a Disney. Quando eu era criança a Disney para mim não era um complexo de hotéis, lojas, restaurantes e parques...A Disney era esse lugar. Apesar de ser um marmanjo barbado, não tenho vergonha de falar que aquilo ali emociona. A Main Street, o Castelo, o Piratas do Caribe, Jungle Cruise, Carousel of Progress, Haunted Mansion, dogão do Casey`s Corner, caraca, que saudade de tudo aquilo...até do It`s a Small World! Única baixa foi a Space Mountain que está fechada. Fui à “Disney” no dia do meu aniversário. Como já tinha o ingresso para os 5 dias e não tinha como ter a entrada de graça, era só me apresentar no guichê de entrada (will call kiosk), mostrar um documento e pedir o presente do Mickey. Escolhi um voucher no valor de $ 75,00 (na verdade é valor de um ingresso para um dia) em produtos Disney para ser gasto com bugigangas (não vale para comida nos restaurantes). Ao invés disso, tinha também a opção de pegar alguns vários fast passes (não me lembro quantos) que achei que não valia a pena. O atendente era muito gente boa, deu vários pins para nós, principalmente o escrito Happy Birthday com o meu nome, que pendurei na mochila (minha namorada insistiu) e fez com que todos os cast members que cruzassem por mim no parque me desejassem Happy Birthday! Nunca disse tanto Thank You na minha vida, como naquele dia. Mas o ponto alto do dia foi a minha participação no Monster Inc. É um show de humor com os personagens do filme, com participação da platéia. Muito engraçado e bem bolado, pois os monstros estão falando com a platéia “ao vivo”, através do vídeo no teatro. Bom, de repente, depois de rezar para que nem eu nem minha namorada entrássemos na brincadeira, estava eu lá no telão, obecedendo ordens em inglês de um dos monstros (que eu estava cagando de medo de não entender e aí sim eles terem motivo para rir da minha cara) com todo mundo gargalhando...Segundo minha namorada, eu estava roxo de vergonha. Mas eu só suava e sentia um calor fenomenal, apesar dos 10 graus que devia estar lá dentro por conta do ar condicionado. Mas foi bem bacana. Ah, ainda fui rebatizado pelo monstro com o nome de Randall. Para terminar, o Wishes continua emocionante, mas dessa vez, acho que por conta da chuva, a Sininho não passou voando pelo Castelo.

BUSCH GARDENS: estrada rumo a Tampa e em menos de 1 hora estávamos dentro do parque. E estava vazio!! Sério mesmo, nós, mais umas 100 pessoas, além dos funcionários (mal-humorados, diga-se de passagem) e dos animais. Repetimos as atrações umas 3 vezes, indo inclusive na primeira fila. Para quem gosta de montanha russa e brinquedos radicais, esse continua sendo o lugar. Eu achava que gostava muito, mas devo estar ficando velho. A idade pesou! A Gwazi, que é uma montanha russa de madeira, me deixou com uma dor de cabeça insuportável. O Phoenix então, me fez relembrar aquele primeiro dia fatídico no Mission Space, no Epcot. Mas o BG ainda é imperdível. Na minha opinião, a Sheikra é a melhor montanha russa. Os lockers são ao lado das montanhas russas e são pagos (25 cents cada). Às 14:30 estávamos indo embora rumo a Orlando.

UNIVERSAL STUDIOS: Repito, um dos meus preferidos. Apesar das mudanças em relação à minha última visita (sem back to the future, king kong e etc), esse parque ainda é do cacete. Sei lá, tem uma atmosfera diferente para mim. Destaque para The Simpsons Ride, Shrek 4-D, Revenge of the Mummy e por óbvio, Hollywood Rip Ride Rockit. Como montanha russa, nada de espetacular, mas essa sacada da trilha sonora foi de gênio. Escolhi Born to be Wild e não me arrependi. A música parece que foi feita para aquele negócio. Pegamos uma das maiores filas da viagem: 40 minutos, logo que o parque abriu. Tinha cara ali que com certeza treinou os 1500 metros para chegar em primeiro no pico, antes de todo mundo. Sem piada, além do povo na nossa frente que parecia que estava na largada da São Silvestre, uns 50 nos ultrapassaram. Tinha até um pai de família com aquelas camisas com estampa “tie dye” (sabe, aquelas psicodélicas, meio woodstock...), passando correndo pela gente com o filho pendurado no pescoço, sedento por um lugar na primeira fila... loucura, loucura, loucura!

ISLANDS OF ADVENTURE: Realmente, o parque é muito bom. Destaque para Hulk Coaster, Spider-Man (não sou muito fã da série e dos quadrinhos mas é extremamente bem feito), Jurassic Park e Dueling Dragons. Sobre os dois parques da Universal, dá para fazer em um dia (desde que não em temporada). Fizemos os dois em dias distintos, com calma. Os Studios, lá pelas 3 horas já havíamos terminado tudo, enquanto o Islands lá pelas 2 da tarde. Se chegar assim que os portões abrirem, fizer um almoço bem rápido e tirar poucas fotos, rola. Nós preferimos não correr e fazer tudo na maciota, pois tínhamos tempo. Mas quem está com o roteiro apertado conseguirá conciliar os dois sem perder muita coisa. Aqui os lockers são de graça (um em cada montanha russa), com um esquema que você tranca e abre com sua impressão digital. Portanto, não adianta mandar alguém ir abrir seu locker enquanto vc come pipoca ou toma sorvete.

SEA WORLD: Para ser sincero, não queria ir na Sea World. A imagem que eu tinha era de golfinhos pulando e da Shamu jogando água na plateia. Achava meio sacal. Mas como minha namorada nunca tinha ido, resolvemos ir e valeu muito a pena. A Manta e a Kraken deram um help considerável à Shamu. Conselho: depois dos shows, onde vc literalmente sai derretendo, o negócio é ver os pinguins. Que arzinho condicionado abençoado! Quanto à Manta, ela é um espetáculo. Desde a fila, passando por dentro aquário quanto o próprio brinquedo. Fomos 4 vezes. Parece que vc está voando. Ela dá um looping meio invertido, sei lá, pois vc vai pendurado de barriga para baixo, deitado. Você sente suas costas grudando no assento, é muito louco. Nunca vi um negócio desse. Além de tudo, é suave, vc não vai chacoalhando e batendo a cabeça como em algumas outras. No final, achei bem legal até os shows da Shamu e dos golfinhos.

PARQUES – GERAL: Quanto aos parques, no geral, acho que o ideal é ir em todos. Quem não pode por causa de tempo e $$$, que ainda não conhece Orlando ou que há muito tempo não visita aquele lugar, meu humilde conselho e minha despretensiosa opinião é para que se esquematizem para fazer tudo. Depois sim, em outra viagem façam os favoritos. Lógico que se possível, pois nem sempre as coisas saem como gostaríamos. Ainda mais quando se viaja com família e a conta final é multiplicada por 3,4, 5 ou 6. Sei que é difícil falar isso para alguém que sonha ir para lá, mas que infelizmente não conseguirá fazer tudo. Realmente tudo não dá para fazer, mas acho que 1 dia para cada parque na primeira visita é a melhor pedida. E não deixem de ir em parques para fazer compras. Sei que é muito mais barato e bacana fazer compras nos EUA, mas acho que a experiência em si não pode ser trocada por roupas, tênis, ipods, computadores, ps3, xbox, iphone, calças diesel e etc. Eu demorei 13 anos para conseguir voltar, agora sem meu “paitrocínio” (que aliás foi um aspecto bem melhor nas outras viagens, pois nas lojas, por exemplo, eu só pegava e meus pais pagavam...dessa vez eu pegava, procurava pelo meu pai para pagar e ele não estava ali...que triste!). Demorou, mas juntei $$$ para visitar tudo de novo e fazer umas comprinhas. Economizei daqui, dali, consegui 2 semanas inteiras de férias e principalmente me programei com bastante tempo de antecedência.
Só deixamos de ir a um parque aquático (tínhamos em mente o Blizzard Beach) por causa das chuvas em Orlando que por uns 2 dias não deram trégua. Além disso tínhamos ingressos para um dia há mais da Disney, além da Universal. Então passamos. Mas, como diria John Lennon, let it be... Fica para a próxima.
Filas: como já disse antes, fomos privilegiados. O fim da segunda quinzena de agosto ainda estava um pouco mais cheio (entre 23 e 30), mas a semana do dia 31 estava uma beleza. Seguimos nos parques aquela estratégia de ir nos mais cheios mais cedo e funcionou perfeitamente. Fomos nos parques de acordo com os dias dos shows (wishes, illuminations e etc) além de seguir a tabela do site touringplans.com, com os dias mais vazios de cada um. Domingo fomos na Universal e o sábado deixamos para a correria dos shoppings.
Concordo com os que dizem que os parques da Disney têm aquela magia e funcionários mais atenciosos. Mas não vi na Universal funcionários malas, como alguns daqui viram (é diferente, mas acho que até o nosso espírito quando estamos em parques non-disney é outro). Isso só vi no BG mesmo (acho que esse pessoal que trabalha lá é composto mais de americanos mesmo, aqueles caras que estão ali para ajudar a pagar faculdade e tal.). Até com esse lance de cast members de todo o mundo a Disney é genial, pois os caras parecem que realmente gostam de estar ali e estão sempre dispostos a ajudar.

Raphael
 
Membro
 
 
 
Inscrição: 17/09/2009
 
 
RELATO - continuação 4: fim
postado por: Raphael

 mensagem postada em 22/09/2009 - 15:09:19hs
 

COMPRAS: Os outlets são a perdição. Premium, Prime, não dá para dizer qual é melhor. Fomos 2 vezes em cada e percebemos que é questão de sorte esse negócio de preços, numeração e etc. Vale a pena ir nos 2 e também no Lake Buena Vista Factory Stores. Nesse sim eu vi uma GAP e uma Tommy Hilfiger mais baratas que do Prime e Premium. Como exemplo, tinha um bermuda cargo na GAP de lá por $ 9,99, enquanto no Prime estava $ 14,99. Eu e minha namorada somos bem controlados, fomos direto nos alvos certos e não compramos nada compulsivamente. Tínhamos em mente o que precisávamos (principalmente o que podíamos comprar) e não nos deixamos levar pelo consumismo desenfreado que insistia em se instalar (tinha hora que era melhor contar até 10 e conversar comigo mesmo para saber se realmente eu precisava daquela camisa da Ralph Lauren que no Brasil custa R$ 400,00 e lá estava $39,00, ou se aquele Nike Shox de R$ 500,00 no Brasil, e que custava $ 79,00 lá, ia fazer diferença na minha corrida). Sucumbimos em alguns momentos, mas jamais nos entregamos!
Meu conselho em relação as compras é que façam antes os outlets, a Ross, Tj Maxx e Burlington. Na Ross encontrei camisa social de algodão egípcio e escambau por $ 14,95. Camisa Calvin Klein por $ 23,00. Tênis Asics por $ 32,00 e assim foi. Caso queiram alguma coisa muito específica, aí sim aconselho o Florida Mall (vale o passeio) e o Mall at the Millenia (nesse shopping me lembrei daquela música do 50 Cent, PIMP: “She got a thing for that Gucci, that Fendi, that Prada, that BCBG, Burberry, Dolce and Gabana”).
Ali tem várias grifes que mesmo nos EUA, com o dólar abaixo de R$ 2,00, ainda estão distantes da minha realidade. Mas tem lojas normais também, não desanimem.
Bom, apesar de não serem outlets, ainda são muito baratos em relação aos nossos preços, além de terem sempre algumas liquidações ao longo do ano.
Walmart e Target: A diversão a qualquer hora da noite e do dia. Para as mulheres, principalmente maquiagem e cosméticos e para os homens, tem de tudo. Mesmo. Walgreens também dá para se divertir um pouco.
Best Buy: Sinceramente, a decepção da viagem. O negócio aqui é entrar sabendo o que vai comprar, passar no caixa e tchau. Pois se precisar de ajuda de vendedores, estarás perdido! Principalmente dos brasileiros que trabalham lá para enganar brasileiros. Já havia lido aqui alguns “causos” do tipo garantia internacional, onde praticamente te obrigam a comprá-la, pagar para configurar teclado de laptop em português e destravar leitor de dvd para ler nossos discos (o que é golpe total!!!) dentre outros. Tem uns caras lá que são lamentáveis. Eu estava procurando um modelo específico de laptop que vi no Amazon, com uma determinada configuração. Achei um parecido da mesma marca. Daí chamei um vendedor, vi que tinha um nome que poderia ser brasileiro que não vou dizer aqui (um gordinho de meia idade, grisalho, da Best Buy da Orange Blossom, talvez alguém conheça a peça). Achei que fosse, mas como não tinha certeza perguntei em inglês mesmo se tinha um modelo lá que eu queria, Ele fez sinal de negativo com a cabeça e perguntei se ele sabia a diferença do modelo que eu procurava e daquele, além de perguntar se ele tinha algum com aquela configuração. Ele olhou para mim, viu que falei em português com a minha namorada e começou a falar em português (era melhor que não tivesse começado a falar nada). Disse assim: “bom rapazzzzzzzzz, esse que vc está procurando é pior do que esse, pq esse é o 500 e o que vc quer é o 400 (não foram exatamente esses números, só usei para ilustrar). Ah, e todos que nós temos são com essas características aí que vc quer” (que gênio não?!?!?!). Já não acreditando naquele cara, eu perguntei qual era a diferença real: HD, processador e ele me disse com uma cara desprezível e num mau-humor do cão: “Agora eu não sei te responder”. Daí eu disse bye bye. Se não bastasse, fomos ver câmeras fotográficas e nos deparamos mais uma vez com outro energúmeno que nos fez desistir de vez de qualquer compra lá. Saí espumando de lá e minha namorada falou para entrarmos numa loja de eletrônicos, ali do lado da Best Buy: HHGreg. Lá fomos super bem atendidos e compramos a câmera dela, com informações precisas e sem ninguém querendo empurrar nada para a gente. Ah, o vendedor ainda perguntou de onde éramos e perguntou se tínhamos Best Buy no Brasil, pois os brasileiros só iam lá. Eu disse que não, então ele ficou meio surpreso, me deu o cartão dele e disse para eu divulgar a loja para meus amigos brasileiros. Quanto ao laptop, resolvi entrar no Amazon, pesquisar e comprei o computador que chegou em 3 dias no hotel, sem nenhum problema, sem ninguém me empurrando garantia garantia mundial extendida ou qualquer outra mutreta da Best Buy. Só para finalizar a Best Buy, tem uma nova loja deles, se não me engano na Millenia Blvd, perto do Mall, recém-inaugurada. Fomos lá no dia da inauguração e ali sim fui bem atendido por vendedores americanos (comprei roteador e bati um papo com um gordão chamado Mike sobre X-box e playstation 3). Só espero que não vire a mesma várzea que as outras. Sobre a Best Buy em si, acho que essa loja é uma boa loja, pois como muitos dizem, é ali que os americanos compram. O problema é que não somos americanos. Queria ver esse tal de Luis (oops, escapou o nome da fera) fazendo essa venda de laptop que ele tentou comigo para um americano redneck encardido. Ah como eu queria...Mas Orlando é festa, o negócio é dar risada da cara dos caras que querem te enganar, achando que brasileiro é -- palavra censurada -- , como se estivéssemos rindo do Pateta.

RESTAURANTES: Comemos no Red Lobster, Wendys, Bubba Gump, Taco Bell, Mcdonalds, Burger King, Olive Garden, Rainforest Cafe, Cheesecake Factory, café da manhã no Ponderosa, Pizza Hut e Dominos. Dos que eu tinha planejado, ficou faltando uma panqueca no IHOP, Dennys, Maggianos, Carrabas, Hard Rock e Hooters (achei que minha namorada não ia gostar muito...vcs me entendem né?) e alguns restaurantes nos parques, onde acabamos comendo só nos counter services mesmo (balcão fast food), desde hamburguer, caesar salad, wraps e pizza. Na minha opinião, restaurante imperdível mesmo é o Cheesecake Factory e o Olive Garden. Orlando tem opção para todos os bolsos e gostos.

ATRAÇÕES FORA DOS PARQUES: Não fomos em nenhum jantar temático, nem Cirque du Soleil e Blue Man. Fomos no Citywalk e Downtown Disney, para dar um passeio, jantar e nos distrair um pouco durante as noites. Downtown Disney não se paga estacionamento e em Citywalk, se vc já pagou o estacionamento naquele dia nos parques da Universal e está retornando à noite não precisa pagar de novo.

TEMPO E GRIPE SUÍNA: A temperatura sempre na casa dos 30 graus. Posso dizer que esperava um calor mais forte, mas até que dava para aguentar. Só aquele entra e sai no ar-condicionado das atrações que derrubou minha namorada por 2 dias com um refriado. As chuvas apareceram quase todos os dias, 20 minutos, meia hora e passava, mas não prejudicaram muito (só o aquático que não fomos, mas tb por opção nossa, pois acredito que daria para ir). Quanto a gripe, algumas notícias na televisão, mas nada demais. Graças a Deus passamos longe dela.

MIAMI: Como dito antes, estrada tranquila. Paramos no Sawgrass em Ft. Lauderdale para algumas compras finais, a caminho de Miami. Aquele lugar é grande, perde-se fácil um dia lá dentro. Chegando no Sawgrass o maior vexame da trip. Para quem não sabe ou não se lembra, nas saídas da Turnpike se paga pedágio. Bom, eu estava tranquilo, afinal era só entrar na cabine que dava troco, certo? Errado! Não sei a razão, mas o guichê onde se pagava estava fechado com cones, então só me sobrou o guichê com as máquinas para jogar as moedas. Me deparei com um pedágio de 70 cents. Para a minha desgraça, quanto nós tínhamos em moeda??? 50 cents e uma penca de pennies (que a máquina não aceita)....Meu Deus, 1 minuto de desespero, ninguém apareceu quando buzinei. Um monte de gente meio sem paciência atrás de mim buzinando e faltando 20 cents. Achei que não valeria a pena furar o pedágio e correr o risco de levar uma multa, então daí que tomei a decisão: vou no carro de trás pedir para trocar os pennies. Sorri, “Sorry” para a gringa e pedi 20 cents para ela, que me deu sem pestanejar. Aí quando ia dar os pennies, ela não quis, disse que não era necessário. Mas eu fui firme, larguei 20 moedinhas na mão dela e parti rumo àquela maldita máquina para depositar os 20 cents faltantes. E deu tudo certo. Depois de ficar algumas horas no shopping, partimos para o Miami, deixamos nossas coisas no hotel e fomos passear por Miami Beach: Miami Ink (entramos na loja e o Chris Garver estava lá tatuando. Saquei a máquina e tirei uma foto dele na caruda. Ele nem achou ruim, deve estar acostumado), Ocean Drive, Espanola Way, almoçamos e voltamos para o hotel. À noite fomos para a aquele shopping da Lincoln Rd, onde tem vários bares, restaurantes e lojas. Vale o passeio. Dia seguinte, retornaríamos para Orlando, então acordamos cedo, demos um mergulho no mar, fizemos uma horinha na praia e depois na piscina do hotel. Fizemos o check-out e fomos para Coconut Grove. No caminho, passamos por Bal Harbour e tiramos umas fotos. Fomos no Coco Walk, mas achei que aquele lugar está bem caidinho, assim como Miami no geral. Meio sem vida, sei lá. Talvez tenha sido por causa do horário e do dia. De lá, fomos ver umas casas em Coral Gables, depois Downtown. Aquilo sim é o caos. Decidimos entrar somente no Bayside e depois de meia hora lá, sem aguentar mais ver loja na frente, fomos para Orlando, pois no dia seguinte embarcaríamos para São Paulo.

RETORNO: Passamos a última noite em Orlando e no dia seguinte fomos tomar café, dar umas voltas finais na cidade, almoçamos no Olive Garden e fomos para o Aeroporto bem antes do voo, pois já estava aquele clima de fim de festa mesmo. Nosso voo para Miami sairia às 21:00, mas chegamos no aeroporto às 17:00. Abasteci a caranga no caminho. Devolvi o carro na Álamo, mas sem antes de resolver dois problemas com eles. Quando eu peguei o carro na chegada, o bicho estava imundo por dentro, dava nojo. Café derramado no carpete e terra. Tive que passar 30 minutos da minha primeira manhã em Orlando dando um trato no interior do carro. Como peguei o carro à noite, não tinha conseguido enxergar a sujeira. Outra coisa, parei o carro na rua em Miami e tomei uma multa pq a license plate estava vencida. Eu havia reparado que havia um selinho 06-09 na placa (venceu em junho/09), quando todos os carros que eu via nas ruas tinha um selinho 06-10. Pensei que os caras não fossem burros o suficiente para me alugar um carro com a licença vencida. Mas foram. Li na multa que ela podia ser paga pela internet e guardei o presentinho para a Álamo. Chegando lá, o cara que recepciona os carros conferiu gasolina e outros detalhes e relatei o caso para ele, que chamou o “manager on duty”. O cara, bem simpático, pediu milhões de desculpas pelo inconveniente e me orientou a pagar a multa pela Internet. Ele disse que abateria do valor original do aluguel $ 60,00 pelos incidentes. Como a multa era de $ 33,00, aqueles meus 30 minutos limpando a sujeira do carro no primeiro dia me renderam $ 27,00 de desconto na locação. Eu pensei comigo e disse para ele: “Fair enough, thank you very much!” e fomos fazer nosso check in da volta na AA.
Pesamos a mala antes do check in em um balança de um balcão inativo, sendo que a minha estava no limite, com 69,5 libras (o limite de 32 kg equivale a 70 libras), mas eu não estava estressado com isso, pois na pior das hipóteses remanejaríamos nossos pertences nas 3 malas. Tínhamos uma terceira mala onde eu e minha namorada dividimos nossas coisas, que estava até que tranquila de peso. Check in feito, embarcamos para Miami em um voo mais cedo, pois estávamos lá pasmando no portão e a atendente da AA perguntou se não queríamos ir naquele que estava saindo. Fiquei só preocupado com nossas malas, pois elas só iriam no voo original e em razão da chuva existia o risco dele atrasar. Chegando em Miami, demos uma banda pelo Aeroporto, tomamos o último Mountain Dew (esse refrigerante é muito bom), mandamos uma Pizza Hut e ficamos atentos observando se nosso voo original estava a caminho. No final, deu certo, ele chegou meio que em cima da hora, mas os passageiros em conexão e nossas malas chegaram a tempo de embarcar para São Paulo. No desembarque, aquela zona daquele aeroporto de Cumbica, funcionários da cia. aérea catando passageiros em conexão e caiu a ficha que estávamos de volta ao Brasil. Duty Free com preços exorbitantes (acho que é covardia entrar lá depois de 2 semanas em Orlando), malas no carrinho e passamos batido pela Receita Federal. Ninguém estava sendo parado.

É isso aí gente, me desculpem se me alonguei um pouco. Espero tê-los ajudado e distraído um pouquinho. Mais uma vez, obrigado a todos aqueles que participam do fórum e fazem do VPO um dos melhores sites de viagem da internet (de Orlando, com certeza o melhor). Ao Pantoja, meus parabéns por ter criado esse site completíssimo e atual, com um canal de comunicação incrível.
Abraço a todos!

Oswaldo
 
Membro
 
 
Brasilia - Df
 
Inscrição: 15/02/2007
 
 
RAPHAEL
postado por: Oswaldo

 mensagem postada em 22/09/2009 - 15:09:14hs
 

Com relação ao seu relato, uma única palavra: PARABÉNS !!!

Cheio de informações importantes, dicas, opiniões sensatas, etc. além do humor colocado no seu relato, conforme bem disse a CrisMoura.

Importantíssimo uma coisa que voce colocou:
" E não deixem de ir em parques para fazer compras. Sei que é muito mais barato e bacana fazer compras nos EUA, mas acho que a experiência em si não pode ser trocada por roupas, tênis, ipods, computadores, ps3, xbox, iphone, calças diesel e etc. Eu demorei 13 anos para conseguir voltar, agora sem meu “paitrocínio” (que aliás foi um aspecto bem melhor nas outras viagens, pois nas lojas, por exemplo, eu só pegava e meus pais pagavam...dessa vez eu pegava, procurava pelo meu pai para pagar e ele não estava ali...que triste!)"

mais uma vez: PABARÉNS pelo excelente relato.

Raphael
 
Membro
 
 
 
Inscrição: 17/09/2009
 
 
Oswaldo e Crismoura...
postado por: Raphael

 mensagem postada em 22/09/2009 - 16:09:37hs
 

...muito obrigado, que bom que gostaram!
Crismoura, quanto aos carimbos e países, você acertou em cheio. Minha próxima meta é conciliar a Disneyland na California com uns dias de surf por lá e no México (para mim, melhor impossível!).
Seus irmãos tb são viajados e sabem bem onde achar "the perfect wave" hein?!
Esqueci de mencionar no relato que dei uma chegada em Cocoa Beach, homebreak do mestre Kelly Slater, para conhecer a terra natal dele e conferir as ondas por lá.
Abraços!

Patrícia Assreuy
 
Membro
 
 
Rio de Janeiro - Rj
 
Inscrição: 14/09/2009
 
 
Raphael
postado por: Patrícia Assreuy

 mensagem postada em 22/09/2009 - 16:09:19hs
 

vou engrossar o coro de parabéns pelo teu relato. simples, direto e nada repetitivo. mas tenho uma pergunta: tenho lido diversas opiniões negativas no fórum sobre miami, dizendo que a cidade anda caída e tal. como temos mais ou menos a mesma idade e tb vou com meu namorado (mais uma parte da família na mala), vc acha que vale a visita? a praia vale a pena, vc foi em little havana? vou em abril e devo ficar 1 1/2 dia, mas frente os relatos que venho lendo, ando pensando em ficar esse tempo a mais em orlando mesmo...

Aline Almeida
 
Membro
 
 
 
Inscrição: 23/08/2009
 
 
Raphael
postado por: Aline Almeida

 mensagem postada em 22/09/2009 - 17:09:03hs
 

Valeu pelo seu relato!!!
É sempre bom poder contar com pessoas como vc que nos esclarecem e nos dão diversas dicas. Tb vou pela primeira vez como sua namorada e tb vou com o meu que tb já foi...Valeu...

 
Os trens da Big Thunder Mountain Railroad tem os seguintes nomes: I. M. Brave, U. R. Courageous, I. B. Hearty, U. B. Bold, I. M. Fearless e U. R. Daring.