Nevada - Las Vegas

 
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ORDENAR MENSAGENS: da mais recente para a mais antiga
 
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patricia

 mensagem postada em 30/08/2008 - 18:08:12hs
 
 

muito fácil.... ja foi pra orlando ??? em las vegas eh mais fácil..só na hora do rush, fica um pouco congestionado, mas sao quadras normalmente quadrangulares, bem sinalizadas...fica tranquila que não precisa de gps e os shoppings e lojas não ficam tao longe assim.

bem eu embarco qquarta feira pra lá...listinha de compras no bolso.

 


 
José Carlos

 mensagem postada em 31/08/2008 - 17:08:55hs
 
 

Já fui pra Orlando, sim! E adoro! Mas pra ser franca lá não acho tão fácil como o pessoal diz, pq apesar de tudo ser bem sinalizado, parece q a gente tá sempre na estrada e se pega um caminho errado... pra se achar de novo... ixi! Ainda bem q não sou eu quem dirijo.
Mas se em LV é tudo mais retinho e bem sinalizado.... beleza, sem GPS, então! Valeu pela dica!
Tá quase lá, então! Boa viagem, José Carlos!

 


 
Relato da viagem

 mensagem postada em 16/09/2008 - 02:09:07hs
 
 

Nossa, acho que me empolguei...saiu longo esse relato do primeiro dia

5 de setembro (sexta-feira)

Partimos de Porto Alegre às 13h30 rumo ao aeroporto de Guarulhos. Minhas companheiras de viagem eram minha prima, Carla, e uma amiga dela, a Letícia. Em SP, comemos no Balloon Café um beirute bem gostoso, passeamos um pouco e depois fomos para a fila do embarque internacional. Tive a impressão de que dessa vez os funcionários da United estavam mais simpáticos que de costume... No vôo, como sempre, comissários atenciosos e outros com o rei na barriga. Na janta, entre a opção ‘chicken or beef’, fiquei com a galinha, mas me arrependi, pois o arroz que acompanhava o prato estava muuuito duro. O vôo foi tranqüilo, mas não dormi quase nada durante as 10h até Chicago, então fiquei ligada no rádio e nos filmes disponíveis.

6 de setembro (sábado)

Chegamos pelas 6h00 e nosso vôo para Las Vegas só sairia ao meio-dia. Como eu e a Carla conhecíamos Chicago, decidimos levar a Letícia para conhecer Downtown Chicago, já que teríamos várias horas para esperar o próximo vôo. Pegamos um táxi no aeroporto e fomos em alguns dos pontos turísticos da cidade, próximos à Magnificent Mile, avenida bem chique lá no centro. Aliás, para o pessoal que tem dúvidas sobre conhecer Chicago ou não... não tem erro... é uma cidade linda, imperdível! Caminhamos pela Mile, observando as lojas estilosas que ainda estavam fechadas por ser muito cedo.... nessa parte de Chicago podemos encontrar marcas mais sofisticadas, como Gucci e Tiffany’s, por exemplo, e também lojas bem completas da Nike (Niketown com vários andares) e da Apple. Além disso, na redondeza também achamos altas pechinchas, como na Marshalls.
Passamos no gigante John Hancock Center, que ainda estava fechado, tomamos café em uma Starbucks (plain croissant e hot chocolate) e seguimos pela Mile até o Rio Chicago, que cruza a cidade com suas pontes levadiças – local que rende lindas fotos.
Seguimos pela Mile e depois fomos em direção à beira do Lago Michigan. Neste meio tempo, vimos várias pessoas correndo na avenida devido ao tempo ensolarado e quente – situação não tão comum na cidade. Conforme seguíamos pelas ruas a fim de chegar ao Navy Pier, lindo píer que conecta a cidade ao lago (complexo de atrações, lojas e restaurantes legais como o Bubba Gump), começamos a ver bandos (mas galera mesmo, com guia e tudo!) de pessoas correndo. Perto do Pier também estava ocorrendo um encontro de donos de Harley-Davidson . Era uma imagem muito diferente da primeira que tive daquela área de Chicago, pois quando fui em outubro do ano passado estava muito frio e o vento... nossa! Bem se vê que só pode ser conhecida como a ‘windy city’ mesmo. Foi incrível ter esse retrato de Chicago no verão – o povo nos parques se exercitando, lindos jardins, um sol maravilhoso.... Caminhamos bastante e terminamos nosso passeio na Marshalls fazendo as primeiras comprinhas de nossa viagem. Logo pegamos um táxi de volta ao aeroporto, almoçamos (panini de frango e a primeira de muitas Caesar salads da viagem), já que nos vôos domésticos de lá só dão bebida mesmo (a snack box é paga à parte... e a gente reclamando do amendoim aqui no Brasil!) e embarcamos no vôo da Ted/United pra LV.
Chegamos em Vegas em torno das 15h, pegamos o carro e seguimos ao Planet Hollywood pra fazer o check-in. Na entrada de cada hotel/cassino, você tem a opção ‘valet parking’ (manobrista) ou ‘self-parking’ (para você mesmo estacionar onde quiser). Como o tempo lá é muito seco e quente, antes de passar ao lobby passamos por um mecanismo parecido com um ventilador que solta aguinha pra dar uma refrescada no povo que chega. Foi só o tempo de tomar um banho e trocar de roupa... partimos para andar pela Strip – a Boulevard Las Vegas, onde encontramos os maiores cassinos na cidade. Minha primeira visão de LV foi de dentro do avião, antes de aterrissarmos, e quando vi de perto fiquei ainda mais embasbacada com a grandeza de tudo.
A Carla já conhecia LV e disse que a cidade havia crescido muito desde sua última visita. Naquela época (no início dos anos 90) ela falou que uma das pontas da Strip ia até (aproximadamente) o cassino Bally’s e o resto havia sido construído depois.
Seguimos a pé pela avenida conhecendo um pouco de cada hotel. Ao sairmos do Planet Hollywood passamos pela frente do Paris e fiquei procurando o Aladdin... só agora na chegada descobri que o Aladdin era o Planet de agora (que foi inaugurado ano passado). Foram feitas modificações, alterado um shopping (que agora é o legal Miracle Mile Shops) e realmente o hotel está bem novinho... quartos e banheiros amplos e limpos, restaurantes legais e um cassino bem atraente. Depois de passar pelo Paris e pelo Bally’s, sem ter entrado neles ainda, seguimos pela Strip tirando muitas fotos e ficamos impressionadas com o movimento. Era um vai-e-vem frenético e víamos todos os tipos de figuras na rua... famílias, excursões de idosos, beberrões com gigantescos copos pelas ruas,vários recém-casados e muitos latinos entregando aos homens folhetos que ofereciam garotas. Aliás, algo que me chamou atenção foi o fato de alguns cassinos serem bem ‘família’ durante o dia, mas à noite.... meninas faziam aquela dancinha do poste e os crupiês velhinhos e cheios de roupa eram substituídos por garotas com altos decotes (em especial sexta-feira e sábado à noite notei isso). Além disso, quando você fica jogando, te oferecem bebida de graça (não sei se alcoólica também), e as garçonetes também vestem roupas curtíssimas. Por isso que se vêem muitas turmas de rapazes sozinhos... apesar que também vi muitas turmas só de mulheres – especialmente comemorando aniversários e utilizando um mesmo chapéu ou faixa para representar seu grupo lá... cada mania doida desse povo.
Continuando a caminhada, paramos num shoppinzinho ao ar livre com algumas lojas e uns ‘camelôs’. Ouvimos um super som vindo de uma tenda e fomos conferir o que se tratava... era um tiozinho muito brega dublando ‘Sexy Back’ do Justin Timberlake... nossa, como a gente riu. Seguimos pela Strip e entramos no lindo Venetian (e me arrependo de não ter insistido para termos entrado no Madame Tussauds naquela hora, pois não conseguimos voltar depois). Vimos o pessoal andando de gôndola e senti saudade do meu namor, pois a maioria dos passageiros era formada por casais... que curtiam uma performance vocal ao vivo (e em italiano) dos gondoleiros.
Depois fomos no Caesars Palace e passeamos pelo ‘The Forum Shops’, que é lindo, chique e tem impressionantes escadas rolantes em espiral! Aliás, algo que nos impressionou na Strip foi o fato de haver escadas rolantes na rua... isso nunca tinha visto antes.. só assim também pra agüentar aquele sobe-e-desce do pessoal (nas passarelas entre os cassinos, na avenida). No Caesars fomos na lojinha do Elton John (sim, até isso tem lá, já que ele faz show nesse cassino) e continuamos no passeio - observando tudo, tirando muitas fotos e fazendo comprinhas também. Finalizamos nossa noite no restaurante que é tudo-de-bom, Maggiano’s, no Fashion Show Mall (na Strip, na frente do Wynn) comendo um spaghetti com meat balls... costumo dizer que não gostava de almôndegas até provar esse prato no Maggiano’s. Conhecemos o restaurante na última viagem a Chicago e quem vai uma vez sempre volta... local maravilhoso (com estilo italiano meio a la ‘Poderoso Chefão’, além de música do Sinatra), pratos saborosos e preço ótimo também.
Na volta para o hotel passamos pela frente do Bellagio e vimos o show das fontes... incrível para fechar a noite!

 


 
Continuação do relato

 mensagem postada em 20/09/2008 - 16:09:53hs
 
 

7 de setembro (domingo)

Acordamos às 9h00 e tomamos café no Starbucks Coffee do hotel. Comi um plain croissant, meio sem graça mas ok, a Carla escolheu um raisin scone que estava muito ruim e a Letícia teve sorte de escolher um blueberry muffin bem gostoso. Aliás, como as coisas feitas com blueberry lá (muffins, yogurts...) tendem a ser boas!
Depois do café, partimos para o aeroporto a fim de buscar a Tânia, amiga da Carla que mora em Los Angeles e que decidiu ir a Vegas só pra reencontrar minha prima, já que elas não se viam há anos. É muito interessante a paisagem até chegar o aeroporto, pois naquela área realmente notamos como a cidade é feita sobre o deserto mesmo (em vez de grama, a gente enxerga areia o tempo todo... acredito que pra qualquer brasileiro isso é um tanto exótico!). Na verdade, nos únicos lugares em que vi grama, mas não natural, foram nos campos de golfe espalhados pela cidade (que mais pareciam estúdios montados sobre a areia). Vimos também vários cactos na chegada ao aeroporto e fiquei me perguntando se eles eram reais ou não (sabe aquela coisa de estar acostumada com a perfeição de tudo fake da Disney!). Só sei que me senti em um desenho do Coiote... Era um legítimo clima desértico também, mas gostei bastante, porque nessa época, além de ser ‘aturável’,tinha o arzinho do carro e em qualquer lugar que entrávamos tinha ar condicionado.
No aeroporto estacionamos na área ‘pick up passenger area’ e colocamos no ‘parquímetro’ moedinhas para 40 minutos. Diferente dos parquímetros aqui, pelo menos de Porto Alegre, não recebemos ticket e fica marcado na máquina por quanto tempo a gente ‘compra’ aquele espaço para o carro. Depois de pegar a Tânia, voltamos para o hotel para que ela guardasse as malas, tirei várias fotos dos cassinos da Strip de dentro do carro e, assim como em outras cidades dos EUA, observei que a quantidade de motos é mínima... e quando você vê alguém dirigindo uma provavelmente é Harley Davidson.
Partimos para os passeios nos cassinos e decidimos almoçar no Excalibur. Apesar de não ter achado o Excalibur tão interessante, queria ter ido um dia naquele jantar temático dos cavaleiros, mas acho que o pessoal do grupo não estava muito afim. Naquele dia, almoçamos no Roundtable Buffet... não deu tempo de chegar para o brunch, mas o lunch estava a todo vapor. A comida estava bem boa, era um buffet imenso (com variedades chinesa, italiana, árabe...), mas tinha aquele gosto de comida americana mesmo (quem já foi no Sizzler sabe do que eu estou falando), então quem não gosta muito tem que cuidar. Tinha o famoso frango frito (nisso realmente os americanos são imbatíveis), o milho (do qual minha prima fazia a maior propaganda, mas achei meio exótico, pois tinha gosto de pamonha (?)), milhões de outras coisas e no buffet de sobremesa havia bread pudding, pies, mousses, cookies (isso sempre achei estranho no buffet de sobremesa deles!) e sorvete (máquina mesmo)... bom, vocês imaginam a comilança... ah, e claro, bebida liberada (na maquininha). Apesar de não ser super fã de comida desse estilo Sizzler, é um buffezão... vale a pena ir, sim!
Depois do almoço, fomos de carro até downtown, mas não chegamos a ver detalhadamente os cassinos mais antigos de lá. Não deu nem tempo de irmos à Fremont Street pra ver o show à noite (é uma pena, mas um motivo a mais pra voltar!). Decimos, então, ir ao ponto mais alto de LV, no cassino Stratosphere pra admirar a vista lá de cima. Pensei que esse hotel seria meio caidinho e vazio, mas que nada... era tarde ainda e estava super cheio com várias bandinhas tocando (não sei se peguei em um dia bom). Para chegar ao topo da torre (de 108 andares), caminhamos bastante, passando pelo cassino, por um shopping (legal, mas que estava meio vazio) e finalmente chegando no topo... a gente fica meio tonta nesse hotel, pois conforme você vai subindo para a torre, vai dando voltas pelo shopping e parece que fica só andando em círculo... talvez seja isso mesmo... é uma sensação muito estranha, mas só estando lá pra ter idéia. Pagamos o ingresso para chegar o topo, tivemos fotinhos tiradas na entrada (que, claro, não resistimos e compramos depois) e seguimos até o cume. A vista é maravilhosa! De lá percebemos bem como a cidade é plana e praticamente os únicos prédios se resumem aos cassinos da Strip... ver as montanhas que circulam a cidade e perceber que estamos em pleno deserto é surpreendente! Nesses momentos é que nos damos conta da sorte que temos em poder estar vivendo um momento daqueles! Acima do mirante fechado, tem o mirante ao ar livre e os brinquedos malucos da Stratosphere (que até apareceram no Fantástico um dia desses... só pra doido andar naquilo... impressão de que vai cair de 350 m de altura!). Lá do mirante ficamos observando os insanos que andavam nos brinquedos... nós e o resto dos medrosos, que morríamos de rir da cara de desespero dos que estavam lá em cima... tinha inclusive um tiozinho árabe, que parecia o Mr. Bean de férias e filmava tudo e ria, ria e filmava (era tão figura que não sabíamos se ríamos dele ou dos malucos). Foi muito divertida essa tarde lá!
Quando percebemos, já estava perto do nosso horário para o Cirque Du Soleil, pois tínhamos comprado ingresso para ver o “O”. Chegamos no Bellagio, passeamos um pouco lá dentro (que hotel lindo!) e chegamos na entrada do teatro do Cirque. Estava completamente lotado o espetáculo e antes de entrar pegamos um lanchinho pra dividir... blueberry muffin (muito bom), lemon juice (que mais parecia um picolé de limão) e raspberry juice (bem bom também). O show foi sensacional! Já tinha visto La Nouba em Orlando, mas achei que esse dá de 10 a 0. Sentamos bem pertinho do palco, vimos os rostos dos artistas e ficamos de boca aberta durante todo o show. Nos primeiros seats você tem até a oportunidade de se molhar um pouquinho, já que boa parte do show ocorre em uma piscina cheia de efeitos... mas é legal pegar os ‘wet seats’. É imperdível, pessoal!
Depois do show, o pessoal decidiu ir jantar no Johnny Rockets (que a gente adora!) do hotel Veneza. O Johnny de lá fica em uma food court e não é tão estiloso quanto outros em que a gente foi (especialmente o de Miami Beach), mas o atendimento e o lanche estavam fantásticos como sempre. Pedi um rocket single (hambúrguer com queijo cheddar, alface, tomate, cebola e molho especial), fritas e uma coca. Detalhe: para quem não gosta muito de cebola e do bafão posterior a ela, a cebola do Johnny é super suave e gostosa. Uma delícia de lanche!
Ah, a praça de alimentação do Veneza fecha cedinho... acho que era umas 22h quando começaram a fechar tudo. Depois de passear mais um pouco voltamos para o hotel e demos uma volta no shopping do nosso hotel (Miracle Mile Shops). Lá vocês encontram lojas da Guess Accessories, Sunglass Hut, Foot Locker (onde encontrei tênis lindos!), outras beeem legais onde fizemos altas compras e uma praça de alimentação lindinha (incluindo uma churrascaria brasileira e um barzinho com show de luzes).
Ficamos lá até o shopping fechar, seguimos para o cassino e depois hora de dormir. Interessante que para chegar ao quarto, estacionando no ‘self park’, você é obrigado a passar pelo shopping e pelo cassino... mas isso era sempre divertido!

 


 
Patrícia

 mensagem postada em 20/09/2008 - 16:09:39hs
 
 

Oi vc é gaúcha? É mais raro encontrar gaúchos no site, fico feliz de estarmos aumentando nossa presença!! Queria tirar umas dúvidas contigo: meus pais estão indo para las vegas em outubro, vc acha imprecindível o aluguel de carro? existe uma outra posibilidade de transporte como ônibus? Eles estiveram lá a mais de 10 anos(eu estava junto naquele momento) e acho que muita coisa mudou de lá para cá. O hotel que vão ficar é mais ao sulda strip, então eles não poderiam chegar aos grandes hotéis caminhando. Estou acompanhando teus relatos para passar a eles o maior número de informações possível.

 


 
Oi, Andrea!

 mensagem postada em 20/09/2008 - 19:09:07hs
 
 

Sou gaúcha, sim! Você também é de Porto Alegre? Acho que dá pra ficar na boa sem carro, sim... pena que eles não vão ficar em um hotel bem no meio da Strip, porque ali fica tudo muuuito fácil a pé. Mas tem um ônibus que percorre a Strip e pelo que ouvi falar de uma brasileira que também estava lá na época você paga $2 pela passagem, mas pode comprar um ticket de $5 pra poder andar nele o dia inteiro. Ah, e também tem 3 monorails que conectam os hotéis. Acho que o carro é mais necessário se a pessoa quer ir a um outlet ou restaurante fora da Strip, mas pra isso também tem muitos táxis... diferente de Orlando, onde táxi é raro (ou quase inexistente). Gostei de ficar com carro lá, mas acredito que sem ele dá pra aproveitar muito bem também.

 


 
Patrícia

 mensagem postada em 20/09/2008 - 22:09:09hs
 
 

Sou de São Leopoldo, bem pertinho. Obrigado pelas informações, vou te adicionar no meu msn, pode ser? Porque meus pais ficaram querendo saber muitas outras coisas contigo e não dominam muito a navegação na internet...

 


 
Andrea

 mensagem postada em 21/09/2008 - 12:09:11hs
 
 

Olá! Estive em LV em outubro passado e não aluguei carro; usei esses ônibus e táxis. Se for alugar carro ví que lá não tem segredo - é bem fácil se localizar, mas, se essa não é sua opção, fique tranquila, ao contrário de Orlando achei o preço das corridas de táxi bem barato e o ônibus é bem frequentado, praticamente só por turistas, limpo, moderno, e a cada parada, como em metrô, tem uma voz que vai falando em que ponto vc está - super fácil.
Na minha opinião, ficar sem carro não será problema.
Abçs

 


 
Adriana

 mensagem postada em 21/09/2008 - 15:09:59hs
 
 

Obrigada pela informação. E vc foi a lugares mais distantes da strip de táxi? Em média quanto custava uma corrida? e o ônibus funcionava até que horário? E o clima ainda é quente em outubro? Desculpe tantas perguntas...

 


 
Andrea

 mensagem postada em 21/09/2008 - 16:09:47hs
 
 

Pode perguntar o que quiser, imagina, eu frequento o site desde 2006 apesar de logar pouco.
Eu não fiquei na strip, eu fiquei em downtown no hotel Golden Nugget que dá para a Faremont street onde á noite tem um show de luzes espetacular. Bom, não dava para ir a pé para a strip, mas o ônibus era bem baratinho e a corrida de táxi até a Strip(sempre parávamos no Ceasar's Palace) ficou em torno de apenas U$7,00!A noite, não me lembro direito, mas acho que pagamos um pouco mais caro. Quanto aos horários do ônibus eles funcionam 24 horas e os 7 dias da semana - à noite para voltar para o hotel sempre pegávamos táxi mesmo, já estávamos cansadas de tanto andar!Tem também um trolley que fica só circulando por toda a extensão da strip, custa U$2,50 e funciona das 8:30am até meia noite. O clima é ótimo nessa época cheguei lá dia 28 de outubro e estava quente( 25 a 30°C) e não choveu.
Só achei um pouco seco o ar e o ar condicionado dos lugares muito forte, não sei se com outras pessoas do fórum aconteceu a mesma coisa, mas, os nossos olhos ficavam até vermelhos e eu tive um pouco de sinusite, quando saí de lá sarei. Olha, é uma viagem incrível que todos nós daqui de casa temos muita vontade de voltar!
Abçs

 


 
 
Em Tom Sawyer Island, no moinho - Harper's Mill - observe a engrenagem horizontal e verá um ninho de "bluebird" ("pássaro azul").