Alfândega - Relatos

 
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ORDENAR MENSAGENS: da mais antiga para a mais recente
 

O objetivo do presente tópico é o de servir de espaço para que possamos postar - relatos - sobre as nossas experiências com a alfândega (exclusivamente). Peço que questionamentos sobre a "cota de isenção" sejam reservados para o seu tópico específico - Alfândega - Cota de Isenção.

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Res: Brasília - só pegam gente com cara de rica

 mensagem postada em 16/11/2014 - 14:11:21hs
 
 

Voltei de orlando na sexta, de TAM, e relato o que aconteceu desde Orlando. Estava eu, meu filho, meu marido, uma mala média cada um, mais uma mala de muambeiro paraguaio, mais uma mala de bordo, cadeirinha de carro. Já na fila do checkin, fiquei horrorizadaaaaa com o tamanho das malas dos demais passageiros. Eram malas gigantescas! Sempre vi dessas malas, mas nesse dia era 90% da fila. Uma única família estava com 3 televisões de plasma gigantes. Tinha aspirador industrial. Maquina de lavar louca. Frigobar! De cara já senti que não teríamos problemas, apesar de ter comprado muito acima da cota. Chegamos em Brasília super cansados, e, por estarmos com criança pequena, a PF nos passou na frente. Chegando na fila do nada a declarar, dessa vez eu inventei de perguntar pro troglodita da RF se tinha fila preferencial. Ele riu da minha cara, no maior sarcasmo do mundo! Me olhou de baixo a cima. Na mesma hora comecei a discutir com ele, e o povo todo das malas monstruosas com os olhos arregalados (hahahahahahaha), gritei muuuuuito com o babaca! Já saquei meu regulamento aduaneiro da bolsa e falei: me coloca naquele raio X que ninguém sai daqui hoje! Não se escutava um pio dentro daquele ambiente. A cara de felicidade dos vendedores do duty frete era a melhor. Parece que diziam: "finalmente alguém enfrentou essa criatura."

(Esse foi meu único barraco público da minha vida)

Depois do ocorrido, obviamente a fila estava maior ainda, e eu "pacientemente" fui para o final. A cadeirinha do meu filho extraviou, então precisei preencher a papelada com o funcionário da TAM. Demorou um século para o cara aparecer e só sobrou a gente. O troglodita fiscal fez amizade com meu marido, entregou cartão (hahahahahahahah) e deixou a gente passar reto. Ficou "amigo" depois que descobriu que ele era funcionário federal. Deu tempo de cada um contar meia vida.

Atenção: Pelo amor de gosh, usem a roupa mais pobre do mundo para passar na fila do nada a declarar. Eu notei que malas mequetrefes e pessoas com cara de classe média-média, de havaianas, tatoo, etc (gente mais desencanada) eram poupadas de serem arrancadas da fila do nada a declarar. Agora, madames maquiadas, cheias de jóias, bolsas de grife (dá para arrancar o chaveiro cafona da MK antes de embarcar e deixar menos na cara?), genteeeeee, não ficou UMA sequer na fila. Entre linda na imigração dos EUA, mas cuidado com o chiquê no retorno. O prejuízo pode ser alto!


(mensagem de Luana Mendonça)


Olá,

Sei que é uma mensagem bastante antiga, mas como meu cadastro é recente devo comentar sobre sua mensagem.
Alguns pontos estão obscuros, por isso creio que muita coisa que você falou não é verdade. Como viajo e volto sempre por Brasília, lá está claro em um cartaz gigante: fila PREFERENCIAL para tripulantes, deficientes, gestantes, etc, tudo o que a lei já prevê.
Em segundo lugar, se você tivesse gritado ou desafiado o fiscal, seria presa por desacato ou insubordinação, o que não ocorreu. E, por experiência própria, não importa a roupa com que me visto, não há seleção de passageiros baseados nesse critério e sim na quantidade de bens que estão trazendo.
Até mais...

 


 
Brasília - só pegam gente com cara de rica

 mensagem postada em 15/05/2014 - 23:05:21hs
 
 

Voltei de orlando na sexta, de TAM, e relato o que aconteceu desde Orlando. Estava eu, meu filho, meu marido, uma mala média cada um, mais uma mala de muambeiro paraguaio, mais uma mala de bordo, cadeirinha de carro. Já na fila do checkin, fiquei horrorizadaaaaa com o tamanho das malas dos demais passageiros. Eram malas gigantescas! Sempre vi dessas malas, mas nesse dia era 90% da fila. Uma única família estava com 3 televisões de plasma gigantes. Tinha aspirador industrial. Maquina de lavar louca. Frigobar! De cara já senti que não teríamos problemas, apesar de ter comprado muito acima da cota. Chegamos em Brasília super cansados, e, por estarmos com criança pequena, a PF nos passou na frente. Chegando na fila do nada a declarar, dessa vez eu inventei de perguntar pro troglodita da RF se tinha fila preferencial. Ele riu da minha cara, no maior sarcasmo do mundo! Me olhou de baixo a cima. Na mesma hora comecei a discutir com ele, e o povo todo das malas monstruosas com os olhos arregalados (hahahahahahaha), gritei muuuuuito com o babaca! Já saquei meu regulamento aduaneiro da bolsa e falei: me coloca naquele raio X que ninguém sai daqui hoje! Não se escutava um pio dentro daquele ambiente. A cara de felicidade dos vendedores do duty frete era a melhor. Parece que diziam: "finalmente alguém enfrentou essa criatura."

(Esse foi meu único barraco público da minha vida)

Depois do ocorrido, obviamente a fila estava maior ainda, e eu "pacientemente" fui para o final. A cadeirinha do meu filho extraviou, então precisei preencher a papelada com o funcionário da TAM. Demorou um século para o cara aparecer e só sobrou a gente. O troglodita fiscal fez amizade com meu marido, entregou cartão (hahahahahahahah) e deixou a gente passar reto. Ficou "amigo" depois que descobriu que ele era funcionário federal. Deu tempo de cada um contar meia vida.

Atenção: Pelo amor de gosh, usem a roupa mais pobre do mundo para passar na fila do nada a declarar. Eu notei que malas mequetrefes e pessoas com cara de classe média-média, de havaianas, tatoo, etc (gente mais desencanada) eram poupadas de serem arrancadas da fila do nada a declarar. Agora, madames maquiadas, cheias de jóias, bolsas de grife (dá para arrancar o chaveiro cafona da MK antes de embarcar e deixar menos na cara?), genteeeeee, não ficou UMA sequer na fila. Entre linda na imigração dos EUA, mas cuidado com o chiquê no retorno. O prejuízo pode ser alto!

 


 
 
Em Libery Square você encontra um enorme carvalho ("Liberty Square Tree" - "Árvore da Liberdade") onde existem 13 lanternas que representam as 13 colônias independentes americanas.