Civilidade nos parques

 
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Educação nos parques.

 mensagem postada em 28/07/2015 - 00:07:31hs
 
 

Boa noite, eu não sei se antes os brasileiros eram mal educados, mas hoje fazem 8 dias que estou em Orlando e em nenhum momento vi algum tipo de má educação, gritaria, vejo sim os brasileiros como os mais educados em muitas situações tal segurar a porta para os outros e sempre prestativos. Sem preconceito, porém em 2 dias cruzei com um grupo bem grande de Argentinas fazendo uma arruaça que realmente incomodava sempre aos gritos cruzando os parques.

 


 
Res: Mulheres brigam na fila do Test Track

 mensagem postada em 27/07/2015 - 11:07:37hs
 
 

É, não me pareceram também!
Olha, deselegante mesmo, quando eu estava no SeaWorld vi uma família enorme que ficava tentando controlar as crianças aos gritos e já foi desconfortável o suficiente, imagine uma cena dessas?
Acaba com o clima da atração :/

 


 
Res: Mulheres brigam na fila do Test Track

 mensagem postada em 27/07/2015 - 10:07:12hs
 
 

Em Brawl between 3 guests at Epcot caught on video.

Sds
(mensagem de Fabio Liporace)


Gente, que barraco! Que deselegância. Pior que a pessoa não pensa nos filhos, né? Tadinho do menininho.

 


 
Res: Mulheres brigam na fila do Test Track

 mensagem postada em 27/07/2015 - 10:07:38hs
 
 

Em Brawl between 3 guests at Epcot caught on video.

Sds
(mensagem de Fabio Liporace)


A confusão foi tanta que nem dá pra entender o que as mulheres falam, acho que eu ia ficar paralisada se estivesse perto hahaha
Eram brasileiras Fabio?

 


 
Res: Roberval Reflexões sobre o filme que ridiculariza o comportamento dos brasileiros nos parques d

 mensagem postada em 06/02/2015 - 10:02:24hs
 
 

Roberval,
Estava lendo seu post e cheguei a conclusão que a minha auto estima como pessoa ela vai bem, mas a minha auto estima como brasileiro vai muito mal.

Quando nos conhecemos e tivemos um excelente jantar com nossas esposas no Olive Garden obviamente acabamos falando da sucessão presidencial e você teve conhecimento do meu pensamento puro e simples: Os políticos são o reflexo do povo, e toda classe política é corrompida.

Eu sinceramente me sinto chateado com o vídeo, mas por outro lado acho que ele é muito verdadeiro e ele representa a maioria dos brasileiros.

Acho que nos próximos 100 anos não terá solução, infelizmente não estarei aqui para ver alguma melhora!

Abs

 


 
Res: Reflexões sobre o filme que ridiculariza o comportamento dos brasileiros nos parques de Orlando

 mensagem postada em 05/02/2015 - 09:02:40hs
 
 

"Os seres humanos têm muitos maus costumes que todos acham normal.
A maioria das brincadeiras dos seres humanos é ofensiva e prejudica os outros. As pessoas se reúnem para rir, debochar, colocar apelidos nos outros, achando que isso não é nada demais. Só que elas não percebem que estão ofendendo os outros.

Você gostaria de ser chamado de macaco, burro, magricela, dentuço, orelhudo, ser desprezado ou ridicularizado na frente dos outros?

Então o que você não gosta que façam com você, não faça com os outros.

As pessoas costumam dizer: “Eu não roubei, não matei, não adulterei, então não estou pecando.” Engano seu. Se você ofende seu irmão (seu próximo) falando mal dele, julgando, debochando, ridicularizando, discriminando, você está pecando do mesmo jeito que aquele que mata, rouba e comete adultério.

Tem pessoas que dizem: “Eu sempre brinquei com fulano e ele nunca reclamou.” Ele pode ficar calado por ser seu amigo, mas ninguém gosta de ser humilhado na frente dos outros. Essas coisas acontecem em todo lugar: em casa, no trabalho, nas escolas. A situação nas escolas é horrível: os alunos que se acham “bonitos ou populares” se juntam para humilhar e ofender os outros com brincadeiras de mau gosto. Quem tem amor no coração não ofende os outros, pois quem ama respeita.

Em uma reunião de família, o marido começou a ridicularizar a esposa dizendo que quando ele se casou, ela era bonita e agora estava gorda, com o pé rachado e todos começaram a rir. Mas a moça ficou sem graça e com vergonha. Os outros perceberam que ela ficou triste e pararam de rir. Mas ele continuou com as brincadeiras, zombando de um e de outro. Muitos não enxergam as maldades que fazem.

Não compartilhe com esse tipo de coisa. Se você vê alguém ridicularizando os outros, não faça parte, não ache engraçado. Pois se você ri e acha divertido está fazendo igual ao outro.
Você que faz esse tipo de brincadeira (debocha, humilha, zomba, ri das pessoas) já parou para pensar que é um tolo? As pessoas que agem dessa forma são vazias, não têm nada a oferecer, são tolas, ignorantes, por isso têm esse tipo de comportamento.
Desde pequenos somos contaminados com as ilusões e maus costumes que existem neste mundo. E com o passar do tempo se torna muito difícil se livrar de tudo isso porque todos acham normal. Por exemplo:

- se achar melhor do que os outros: muitas pessoas têm um bom emprego e por isso trabalham muito para conseguir várias coisas, pois tudo o que compram (roupa, sapato, carro, casa, objetos...) são para mostrar para os outros e não apenas para seu bem-estar, porque se a roupa não é de marca você não poderá se exibir, se o carro não for do ano ou novo, você não vai poder se sentir melhor que os outros. Tudo isso são maus costumes malignos para as pessoas se acharem superiores aos outros. As pessoas deveriam ser mais humildes, independente do que tiverem."

 


 
Reflexões sobre o filme que ridiculariza o comportamento dos brasileiros nos parques de Orlando

 mensagem postada em 05/02/2015 - 09:02:36hs
 
 

Uma das manifestações do que hoje é atribuído ao bullying, é a ridicularização do outro, de preferência diante de uma “platéia”, ou seja, na frente de outras pessoas. Este comportamento carregado de violência, aparece com frequência nos programas de televisão e nas relações de convivência, que no mais das vezes, ocorre em reuniões familiares ou entre “amigos”.

Ridicularizar, desqualificar, intimidar, são comportamentos que fomentam a violência nas relações, causando danos físicos e psicológicos. É uma forma de abuso moral. As crianças no geral são as grandes vítimas, mas ocorre entre adolescentes, jovens e adultos. Ridicularizar o modo de viver do outro, é um comportamento que tem na sua raiz, uma forma de atenuar o medo que a pessoa que ridiculariza tem do outro. Uma pessoa insegura, tende a encobrir a sua insegurança através de uma atitude violenta, pois em nossa sociedade não há espaço para medos, fracassos, incompetências e fragilidades. A insegurança pessoal é fruto do medo, medo de si mesma, uma incapacidade de lidar com os seus medos internos.

Compreender este comportamento é fundamental, mas ao mesmo tempo refletir sobre os medos pessoais também se mostra uma via regeneradora. Ao mesmo tempo, rejeitar toda a expressão de violência, é uma necessidade ética, senão estaremos perpetuando pela omissão, as manifestações de violência que desagregam nossas relações e o tecido social.

Este tipo de atitude não é novo, a história, os mitos e os contos de fada estão cheios de exemplos que nos confirmam. E não é preciso ir muito longe: dentro da própria família é mais comum do que se pensa. Quem não conhece a típica rivalidade entre irmãs, ou entre mãe e filha? Branca de Neve, Cinderela e o Patinho Feio são exemplos clássicos da rivalidade entre mãe e filha, entre irmãs e entre aqueles que destoam do grupo. O mito de Cinderela retrata de forma primorosa a rivalidade entre mulheres da mesma idade. Ela é humilhada, tiranizada, achincalhada e diminuída por ser, talvez, a mais bonita e a mais capaz.
O Patinho Feio é expulso do grupo por ser o diferente, e Branca de Neve sofre nas garras de uma madrasta que não consegue lidar com a beleza da menina que vira mulher. Todos modelos de discriminação e de rejeição pelo grupo social.
Com tantos anos de história nas costas, é de se perguntar: o ser humano nunca cresce? Nunca aprende? Nunca evolui? Continua por séculos e séculos cometendo as mesmas falhas, as mesmas impropriedades que foram reveladas lá atrás, nos primórdios de sua existência?

Então, facilitando as coisas: quem transmite bons e maus exemplos para os filhos são os pais, esta é a pura verdade, e não há como fugir disso. Rir e ridicularizar o outro é um comportamento típico de repetição. A criança aprende isso vendo os pais fazerem.
Não seria de se supor que esses pré-julgamentos já deveriam estar extintos e enterrados? Preconceito e discriminação não parecem posturas compatíveis com pessoas de pensamento aberto, esclarecido e liberal, esperadas de pessoas jovens e "modernas"; combinam mais com gente careta, ultrapassada, mal resolvida e mal esclarecida. Além, é claro, de demonstrar um sentimento de insegurança brutal. O raciocínio é óbvio: só quem não está satisfeito consigo mesmo pode se preocupar com a vida ou com o corpo alheio. Se o outro nos parece tão ameaçador é porque nós próprios devemos estar muito fragilizados.
Traduzindo em miúdos: a nossa auto-estima deve estar muito aquém do desejável.

 


 
Educação e Cultura

 mensagem postada em 03/07/2014 - 04:07:54hs
 
 

Sim, Ayrton, se aprende em casa sim, sem dúvida alguma!
Mas o comportamento humano é bem mais complexo do que essa educação de berço, rsss e isso rende meses de discussão, né... \"Mudança cultural é primariamente um processo de adaptação equivalente à seleção natural.\" (\"O homem é um animal e, como todos animais, deve manter uma relação adaptativa com o meio circundante para sobreviver. Embora ele consiga esta adaptação através da cultura, o processo é dirigido pelas mesmas regras de seleção natural que governam a adaptação biológica.\" B. Meggers, 1977) bj (mensagem de Sheila Carvalho)


Excelente lembrança !!!
Aliás, não sei se vc sabe mas a Betty Jane Meggers - a qual tive a honra de conhecer pessoalmente, nasceu em Washington, DC, 5 de dezembro de 1921 - e faleceu recentemente em 2 de julho de 2012!! Era filha de Edith e William Meggers. Entrou para a Universidade da Pensilvânia, graduando-se com título de bacharel em 1943, aos 22 anos, antes tendo atuado como voluntária no Smithsonian Institution. Um ano após, conseguiu o título de mestre pela Universidade de Michigan e, em 1946, o seu doutoramento pela Universidade de Colúmbia, com a dissertação intitulada The Archaeological Sequence on Marajo Island, Brazil, with Special Reference to the Marajoara Culture (A sequência arqueológica da Ilha de Marajó, Brasil, com uma referência especial à Cultura Marajoara), mostrando o grande interesse que desenvolvera pela arqueologia na América do Sul.

Ainda na Universidade de Columbia, conheceu Clifford Evans, curador e arqueólogo, com quem se casou em 13 de setembro do mesmo ano em que obteve o título de doutora. Clifford mais que colega e marido, tornou-se um grande colaborador do seu trabalho, tendo viajado com ela várias vezes à América do Sul, em expedições arqueológicas.

Nos anos de 1960, Betty Meggers, Clifford Evans e outros arqueólogos brasileiros fundaram o PRONAPA (Projeto Nacional de Pesquisas Arqueológicas) e o PRONAPABA (Projeto Nacional de Pesquisas Arqueológicas na Bacia Amazônica). Foram os responsáveis pela criação de uma geração de arqueólogos em todo o Brasil.

As idéias propostas por Betty Meggers, continuam vigentes até os dias de hoje.!! Grande parte dos arqueólogos que trabalham nas regiões da Amazônia, se baseiam em suas teorias de adaptação humana na floresta tropical e expansão dos povos. Betty Meggers acreditava que nenhuma população pré-histórica conseguiria manter grandes sociedades na floresta amazônica, devido a pobreza dos solos e a escassa quantidade de recursos. Sociedades como as encontradas na Ilha de Marajó seriam uma conseqüência de migrações andinas ou circum-caribenhas e, ao chegar em áreas de floresta amazônica, teriam \"involuído\" e entrado em decadência . Uma outra grande contribuição é sobre as migrações dos povos falantes do tronco lingüístico Tupi. Ela associa que os grupos ceramistas pré-históricos fabricantes de uma cerâmica da Tradição Polícroma da Amazônia estariam relacionados aos povos falantes do tronco Tupi, mais especificamente da região de Rondônia entre o rio Madeira e o rio Guaporé.
Fica aqui minha homenagem à Betty:

 


 
Res: : Falta de educação

 mensagem postada em 02/07/2014 - 23:07:49hs
 
 

Sim, Ayrton, se aprende em casa sim, sem dúvida alguma!
Mas o comportamento humano é bem mais complexo do que essa educação de berço, rsss e isso rende meses de discussão, né...

"Mudança cultural é primariamente um processo de adaptação equivalente à seleção natural." ("O homem é um animal e, como todos animais, deve manter uma relação adaptativa com o meio circundante para sobreviver. Embora ele consiga esta adaptação através da cultura, o processo é dirigido pelas mesmas regras de seleção natural que governam a adaptação biológica." B. Meggers, 1977)

Mais uma vez acho que isso demonstra que " quando a casa está arrumada e tem dono, os ratos não fazem a festa", onde existe ordem as pessoas tem em geral que entrar nos eixos inconscientemente, onde não tem, a coisa rui mesmo., Isso se explica biologicamente.
bj (mensagem de Sheila Carvalho)


Sheila,

Concordo com voce ! Mas eu também acho que educação se aprende em casa, com o que nos é passado por nosso Pai, nossa Mãe, nossos familiares, não só por palavras mas por exemplos !

Na escola temos informação, viajando, aprendemos cultura ... Mas educação, comportamento (Folkways e Mores - usos e costumes) é no berço mesmo !! né ?

Abraços,
Ayrton.


PS: Para quem se interessar e quiser saber mais sobre o assunto:

Folkways são um dos dois tipos de normas, as outras sendo Mores, que são muito mais rigorosamente aplicadas de costumes. Geralmente a conformidade com os costumes é assegurada pela pressão social suave e imitação. Quebrar ou questionar um folkway não causa punição severa, mas pode causar a pessoa a ser ridicularizado, desaprovado, ou repreendido. Na cultura ocidental, costumes incluem (mas não estão limitados a) vestindo roupas adequadas ao gênero, respeitando a privacidade de estranhos, e comer alimentos com o utensílio apropriado. Mores são mais fortemente aplicadas e pode haver punição severa para quebrá-los.
- Há diferentes tipos de normas culturais:
A) Hábitos e tradições populares (“Folkways”)

Hábitos: alimentação, rotinas, e muitos outros itens de comportamento.
Por meio do ensaio e erro, ou por puro acidente, ou por alguma influência desconhecida, um grupo chega a uma possibilidade, repete-a e aceita-a como maneira normal de atender a determinada necessidade. Isso é passado a gerações que se sucedem e torna-se uma das maneiras do povo – “Folkway”.
“Folkways” – são simplesmente as maneiras normais e habituais de um grupo fazer as coisas.
Encontramos dois tipos de ”Folkways”:
1. Os que devem ser seguidos como questão de boas maneiras e comportamento polido.
2. Os que têm de ser seguidos porque se acredita serem essenciais ao bem-estar do grupo.
Estas ideias do certo e do errado, que se vinculam a certos “Folkways”, são chamadas normas.
B) Normas

Normas são ideias bem definidas do que é certo e errado, as quais exigem certos atos e proíbem outros.
(mores é o plural da palavra latina mos, porém a forma singular raramente aparece.)

As normas não são deliberadamente inventadas ou imaginadas porque alguém decide que são boas. Surgem gradualmente, a partir de práticas habituais dos povos, em grande parte sem escolha ou intenção consciente.

• As normas surgem de uma decisão de grupo, classificando determinado ato de nocivo ou não;
• As normas são um julgamento prático de um grupo sobre o bem-estar global / grupal;
• As normas ou mores adquirem validade própria e hipóteses de autoperpetuação.

• Questioná-las é indecente;
• Violá-las é intolerável.
(mensagem de Ayrton Horikawa)

 


 
: Falta de educação

 mensagem postada em 02/07/2014 - 22:07:21hs
 
 

Mais uma vez acho que isso demonstra que " quando a casa está arrumada e tem dono, os ratos não fazem a festa", onde existe ordem as pessoas tem em geral que entrar nos eixos inconscientemente, onde não tem, a coisa rui mesmo., Isso se explica biologicamente.
bj (mensagem de Sheila Carvalho)


Sheila,

Concordo com voce ! Mas eu também acho que educação se aprende em casa, com o que nos é passado por nosso Pai, nossa Mãe, nossos familiares, não só por palavras mas por exemplos !

Na escola temos informação, viajando, aprendemos cultura ... Mas educação, comportamento (Folkways e Mores - usos e costumes) é no berço mesmo !! né ?

Abraços,
Ayrton.


PS: Para quem se interessar e quiser saber mais sobre o assunto:

Folkways são um dos dois tipos de normas, as outras sendo Mores, que são muito mais rigorosamente aplicadas de costumes. Geralmente a conformidade com os costumes é assegurada pela pressão social suave e imitação. Quebrar ou questionar um folkway não causa punição severa, mas pode causar a pessoa a ser ridicularizado, desaprovado, ou repreendido. Na cultura ocidental, costumes incluem (mas não estão limitados a) vestindo roupas adequadas ao gênero, respeitando a privacidade de estranhos, e comer alimentos com o utensílio apropriado. Mores são mais fortemente aplicadas e pode haver punição severa para quebrá-los.
- Há diferentes tipos de normas culturais:
A) Hábitos e tradições populares (“Folkways”)

Hábitos: alimentação, rotinas, e muitos outros itens de comportamento.
Por meio do ensaio e erro, ou por puro acidente, ou por alguma influência desconhecida, um grupo chega a uma possibilidade, repete-a e aceita-a como maneira normal de atender a determinada necessidade. Isso é passado a gerações que se sucedem e torna-se uma das maneiras do povo – “Folkway”.
“Folkways” – são simplesmente as maneiras normais e habituais de um grupo fazer as coisas.
Encontramos dois tipos de ”Folkways”:
1. Os que devem ser seguidos como questão de boas maneiras e comportamento polido.
2. Os que têm de ser seguidos porque se acredita serem essenciais ao bem-estar do grupo.
Estas ideias do certo e do errado, que se vinculam a certos “Folkways”, são chamadas normas.
B) Normas

Normas são ideias bem definidas do que é certo e errado, as quais exigem certos atos e proíbem outros.
(mores é o plural da palavra latina mos, porém a forma singular raramente aparece.)

As normas não são deliberadamente inventadas ou imaginadas porque alguém decide que são boas. Surgem gradualmente, a partir de práticas habituais dos povos, em grande parte sem escolha ou intenção consciente.

• As normas surgem de uma decisão de grupo, classificando determinado ato de nocivo ou não;
• As normas são um julgamento prático de um grupo sobre o bem-estar global / grupal;
• As normas ou mores adquirem validade própria e hipóteses de autoperpetuação.

• Questioná-las é indecente;
• Violá-las é intolerável.

 


 
 
Em Main Street U.S.A. encontra-se um quartel de bombeiros "Fire Station n.71". Porque n.71? É o ano em que o Magic Kingdom foi inaugurado 1971.