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Bebendo ao redor do mundo (ou o dia que a gente não sabe como saiu do Epcot) - Parte 1

 mensagem postada em 28/08/2015 - 15:08:01hs
 
 

Hoje vim aqui contar como foi o dia que Binho e eu fizemos o famoso “Drinking Around the World” no Epcot, que nada mais é que parar em cada pavilhão dos 11 países e experimentar uma bebida típica. Fizemos esse tour etílico em dezembro de 2013, mais especificamente na véspera do natal. Estávamos só nós dois viajando, dois desgarrados passando natal na Disney, e resolvemos aproveitar a oportunidade, já que estaríamos hospedados dentro do complexo e poderíamos usar o ônibus do hotel para ir e voltar do parque.

Nessa viagem tínhamos reservado dois dias para o Epcot e no primeiro fizemos todas as atrações do Future World sem atravessar para o World Showcase, que teria um dia inteiro dedicado a ele. Um dia de bebedeira, é claro, mas um dia só dele.

O dia do nosso tour de bebidas começou com um café da manhã às 10h no Chef Mickey’s. Nosso pensamento era que se íamos beber o dia inteiro, era bom chegarmos ao parque bem alimentados. Começar a beber e ainda por cima misturar as bebidas de estomago vazio ia acabar em tragédia. E apesar da animação que estávamos em passar o dia bebendo, ainda estávamos na Disney e era preciso ter limites. Ninguém quer passar vexame bêbado na Disney, né? Não combina nada com o lugar.

Entramos no parque quando o World Showcase já estava aberto e depois de um rápido debate decidimos que era mais prudente começar a beber pelo México, pois nos conhecendo, sabíamos que encerrar nele com o nível de álcool já elevado ia resultar em shots de tequila e, bom, shots de tequila quase nunca terminam bem.

Como começamos pelo México, e estava muito calor, fomos de Frozen Margarita. Um copão de frozen, demoramos um tempo para beber aquilo tudo, mas nosso pontapé inicial tinha sido ótimo.



Frozen finalizada, entramos na Noruega. Demos uma olhada nas opções alcoólicas e optamos por um shot de uma bebida chamada Linie Aquavit Glacier. Jesus, que troço forte! Eu viro tequila tranquilamente, mas aquele desceu queimando e não tinha nem um limãozinho pra amenizar.



Ainda sem efeitos colaterais, seguimos nossa peregrinação rumo à China. Paramos no quiosque em frente ao pavilhão (íamos sempre neles, o único que entramos no restaurante foi o da Noruega porque o quiosque estava fechado) e pedimos indicação do que beber para a simpática cast member chinesa que nos atendeu. Ela indicou o Canto Loopy. Olha, não é ruim, mas também não é muito bom. Achamos doce demais, porém bebemos assim mesmo. Bebidas alcoólicas não estão inclusas nos créditos do Dinning Plan, tinha que beber tudo porque eram caros.



Próxima parada era Alemanha e ai nem era preciso indicação, era cerveja e pronto. Não me lembro mais qual das cervejas do cardápio pedimos, mas estava gelada e naquele calor isso era fundamental. Enquanto bebíamos entravamos nos pavilhões para o Binho ir carimbando seu passaporte e só saímos para o próximo quando o copo esvaziava. Bebíamos a bebida típica do país dentro do país.



Enquanto íamos pulando de país em país eu ia futucando o meu My Disney Experience porque estava obcecada em conseguir uma reserva de almoço no Le Cellier. E geminiano quando obceca com alguma coisa não tem quem faça desistir. Ainda no pavilhão da Alemanha eu consegui um horário pra pouco depois das 14h, o que seria perfeito porque ia nos dar um break da bebedeira pra ingerir comida de verdade. Ainda dava tempo de mais duas paradas até lá, então segue pra Itália.

 


 
 
Na atração Living with the Land, durante o passeio de barco você verá na cena da fazenda o número da casa - 82- na caixa de correio, uma referência ao ano que o Epcot foi inaugurado.