Voltei - Relato da minha viagem!

 
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16/10 - Typhoon Lagoon e Disney Quest

 mensagem postada em 21/11/2007 - 17:11:51hs
 
 

Vamos lá que é dia de brigar...
Acordamos às 07hs, tomamos nosso café da manhã e seguimos para a recepção do hotel, pois conforme já disse no relato anterior, tive problemas com os ingressos da Disney. Lá chegando, apresentei o voucher dado pela agência de viagens de Sampa e falei que o meu pacote de ingressos deveria estar na chave do quarto (que é um cartão). Aí foi uma hora em pé (é isso mesmo!) na recepção, ligando para tudo quanto é lugar, falando com um monte de gente, passando fax e tudo que tinha direito. O que aconteceu: meu “maravilhoso” agente de viagens fez duas reservas em meu nome em dois hotéis diferentes, uma no Swan e outra no Pop Century, porém os ingressos estavam cadastrados no Swan, para onde sequer imaginei me hospedar e no Pop Century não havia nada.
Imagina só! Até descobrir isso, tiveram que ligar pro Papa! Bom, conseguidos os ingressos e como já tava meio perdido o dia (eram 10hs), resolvi testar o cartão no Typhoon Lagoon e para lá nós fomos.
Chegamos lá, aquela musiquinha tipo “você está no Caribe”, tudo bonitinho e aí vc tem que alugar um armário, que custa U$ 5,00, mas vc tem que dar U$ 10,00 e depois que vc entrega a chave, eles devolvem U$ 5,00.
Bom, não precisa dizer que, onde ficam os armários vira a maior farofa da Praia Grande, porque todo mundo dá de tirar a roupa lá fora mesmo para não perder tempo. O saco é que não dá para ficar carregando máquina, chinelo, canga, etc, porque fica muito longe dos brinquedos, então mesmo que vc ache uma esteira para sentar, alguém tem que ficar olhando as coisas (é Disney, mas não dá para facilitar, né?). Como só estávamos eu e o meu marido, deixamos os chinelos numa esteira e fomos andar pelo parque. Aí fomos nos tobogãs (todos), agora não sei os nomes, mas já digo que não sou muito fã de parque aquático. Neste parque achei todos os tobogãs muito fraquinhos e acho que o mais legal é a prainha artificial, que a cada três minutos vem uma onda enorme, faz um p... barulho e todo mundo começa a gritar! É engraçado de ver! Pra quem for depois, acho que a melhor opção é ir no Blizzard Beach ou no Wet´n Wild, que parecem ser mais radicais. Ah, e a comida? Sem opção de restaurante, umas duas lanchonetes com a já famosa ribs, que depois de comer duas vezes, cê enjoa que não quer nem saber mais disso por um ano!
Aqui, não há muito o que falar, tanto que ficamos lá por umas duas horas e meia e resolvemos voltar para o hotel, afinal tinha que ligar para a agência de viagens em Sampa para ver como ficaria meu ingresso do Cirque du Soleil, que até aquele momento, não havia sido entregue.
Chegamos no hotel, fiz a famosa ligação de U$ 187,00 e tiramos um cochilo. Lá pelas 17hs resolvemos ir ao Downtown para ir no Disney Quest, que é um parque de diversões de fliperamas e afins (tudo para agradar o maridão). Entramos, tudo certo com o ingresso e lá tem três andares, em cada andar tem tudo quanto é tipo de fliperama de todos os temas: lutas marciais, boxe, futebol, corrida de carros, o que vc imaginar, tem. Um p.... saco pra mulher! Até tentei jogar um pouco, mas tenho a coordenação motora de uma preguiça com dor de barriga e aí já viu, né? Perdia tudo, não conseguia passar nenhuma fase! Chega enjoar, porque vc paga a entrada (no meu caso o tíquete “more fun”) e joga a vontade, o quanto vc quiser. Se seu marido ou filho forem viciados em jogos de vídeo-game, finja que este lugar não existe, se perguntarem o que é diga que é um shopping gigante de coisas de cozinha que eles não vão querer entrar!
A única coisa mais interessante para mim, é um brinquedo que vc monta a sua montanha-russa virtual e depois vc anda nela num carrinho que simula os movimentos que vc criou. Só que já te falo, é a pior montanha-russa que vc vai (tirando a Gwazi) em Orlando, porque a gente se empolga na hora de montar a bicha e vai colocando tudo o que é fisicamente impossível de acontecer, entendeu? Na hora que chega no simulador, tudo tem que ficar de fora (moeda, boné, colar, etc...), porque o negócio gira de acordo com o que vc quis, é uma b....! Fiquei super enjoada, minha cabeça começou a doer, acho que é porque os movimentos são mais lentos do que a montanha-russa comum. Então, não se empolgue, pô! Fica na sua, que vc se dá bem....
Bom, descemos ao primeiro andar e quase na saída tem um jogo que é dentro de um jipe, o qual tem uma tela gigante e parece que vc tá dentro do jogo. O problema é que só tem quatro desses e o povo entra e pensa que comprou o jipe com o ingresso, porque não tem Cristo que tire a galera de lá depois que entra. A porcaria é que o jogo nunca dá game over, porque vc sempre pode continuar, aí o resto fica chupando dedo. Só para ter uma idéia, ficamos meia hora em pé em um dos carros, esperando a vez, isto porque já tinha outras pessoas esperando nos outros carros, e nada da gente brincar. Fomos embora, porque, tive a impressão, que a galera ia dormir dentro do jipe, mas não ia desistir de jogar! Tô mentindo?
Saímos de lá eram umas 20:30h, demos umas voltas no Downtown, comemos uma pizza de uma barraquinha (não precisa nem falar da pizza, né?) e bora pro hotel dormir, que amanhã tem Epcot! Bjs.

 


 
 
No pavilhão americano (Epcot) você também encontra os famosos "utilidors" - consagrados no Magic Kingdom - e a sua construção deu-se em virtude da necessidade de espaço para armanezar as cenas áudio-animatrônicas da atração "The American Adventure" quando não estão sendo exibidas no palco.