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4º. DIA – 08/04/2007 – Animal Kingdom e MGM

 mensagem postada em 21/04/2007 - 23:04:16hs
 
 

A intenção era acordar bem cedo para chegarmos ao AK assim que ele abrisse. Não deu. Estávamos mesmo cansados. Assim que acordamos, enquanto a Si tomava banho eu organizava um pouco a bagunça do quarto, das mochilas, separava o dinheiro, essas coisas. Depois eu ia pro branho e ela cuidava das roupas para levar aos parques, afinal já sabíamos que sairíamos cedo e não voltaríamos ao hotel antes das 23h. Tomamos café no quarto com o que compramos nos mercados. Leites, cereais, cookies.

E lá fomos nós para o AK. Primeiro parque da Disney, estávamos ansiosos. Ainda não havíamos ido nem próximo à direção do complexo. Quando você vai avistando as placas indicando as saídas da I-4 para os parques vai confirmando aquela impressão de gigantismo. Aquilo é tão imenso que não existe uma saída só. São várias.

As 10:32h cruzamos o portal de estacionamento do AK. Maldito spring break de novo. O parque já estava lotando. Não dava pra ir a pé do estacionamento à entrada do parque!!! Depois viemos a perceber que em todos os parques era assim. Usamos o “traim” da Disney. Aquele frio!! Entramos no parque já o achando lindo e demos de frente com aquela árvore gigante, linda! Quem foi que fez aquilo hein??? E ela é de “faz de conta”.

Corremos para a atração do “It’s Tough to be a Bug” que estava com menos de 20 min. de espera, olhando para aquela árvore incrível. Rimos muito no brinquedo. Adoramos. É sem um dúvida um dos melhores do gênero. Eles chamam de 3-D mas é na verdade um 4-D. Eu e o Felipe achamos que a qualidade supera o Shrek 4-D da Universal. Mas lá em Orlando é difícil aceitar que algumas coisas são melhores que outras.

Saímos dali e corremos para pegar um fast pass para a Expedition Everest. Decepção. O brinquedo parou por problemas técnicos e o fast pass também fechou. Tiramos fotos na frente só pra não ficar tão vazio e voltamos para assistir ao show do Rei Leão.

Quando era pequeno, o Felipe era vidrado no Rei Leão. Assistia à fita (época do video-cassete ainda) duzentas vezes por dia. Achamos que ele ia gostar do show. Dito e feito. Não só ele, mas todos nós, saímos impressionados. Imperdível para quem gosta do filme... A gente sai cantando as músicas. Saímos dalí e demos de cara com o Pateta, o Mickey e a Minie. Corremos para a fila do Pateta e dá-lhe autógrafos e fotos. Não deixei a Si e a Camila irem tirar fotos com o Mickey e a Minie pois as filas estavam grandes. Me arrependi depois. Lá, quando você vê um personagem tem que pegar ele na hora. Eles são caracterizados de acordo com o parque e depois você não os encontra mais. A Camila encontrou o Stitch também. Foi muito legal porque ela é apaixonada por ele.

Fomos para a Dinoland e almoçamos no Restaurantosaurus. Para variar é um MC Donald’s, mas bem diferente. Tem um menu pequeno e você que termina de montar o lanche. Eles te dão o pão com o hamburguer e o queijo e você vai colocar tomate, alface, picles, molhos, etc. Bem curioso. Lógico que tiramos fotos. E só dava a gente dividindo o refrigerante. Não sei como o pessoal consegue pegar aqueles copos de coca enormes e cada um beber o seu inteiro... Acho que é isso que deixa a maioria do povo gordo daquele jeito. Na saída compramos o picolé do Mickey. Dá-lhe foto!

Andamos mais um pouco pela Dinoland e decidimos trocar para o MGM. Apesar de termos adorado o AK, percebemos que não iríamos conseguir fazê-lo inteiro. Tínhamos ainda que encontrar algum lugar para comprar um agasalho para a Camila pois o dela tinha sujado no dia anterior além de ela estar sentindo bastante frio. Ela e a Silene são friolentas demais pô!!!

Chegamos no MGM já era 16:45h. E “traim” de novo. Não dá pra estacionar perto da entrada! Pra resumir a estória, adoramos o parque! É pequeno e fizemos bastante atrações, mas faltou a montanha do Aerosmith que eu queria tanto ir. Filas de mais de 60 minutos e fast pass para muito tarde (eu deveria ter pego um). A Si e a Cacá foram ver o show da Bela e a Fera enquanto eu e o Felipe fomos andar pelo parque e fazer outras atrações. No caminho vimos a turma do High School Musical e pensamos: “a Camila não vai se perdoar de ter perdido”. Fomos no simulador do Star Wars. Bonzinho.

Encontramos com as meninas e contamos do High School... A Camila quase chorou. Perguntei para um funcionário e em 15 minutos ia começar a último apresentação. Foi especial. Ela acontece na frente daquele chapéu gigante do parque. A Camila ficou no gargarejo e no final foi dançar junto com os atores. Ela não se aguentava depois! Demos uma camiseta oficial do HSM para ela.

Nos separamos novamente e eu fui com o Fe na Torre do Terror. Eu tinha um fast pass só pois ele e as meninas não queriam ir, mas eu o convenci, dizendo para ele que os amiguinhos da escola iam zoar com ele. Hahaha. Conversei com um funcionário e ele nos deixou entrar com apenas um fast pass. Adoramos o brinquedo. O Fe falou que faria de novo. Mas já estava na hora de irmos para o Fantasmic. Pelo radinho encontramos a Si e a Camila e entramos na arquibancada do show com quase uma hora de antecedência. Rapidamente o estádio lotou. E li que são quase 10 mil pessoas alí. Isso mesmo, 10 mil pessoas para assistir um show na Disney, num parque bem pequeno.

Quando o show começa você não sabe muito bem o que te espera, mas à medida que vai acontecendo é uma sequência de “oh, uh, ah” em coro. As pessoas não se contém e exclamam o tempo todo. É uma surpresa atrás da outra. Luz, cores, personagens, imagens, fogos, água e fogo convivendo harmoniosamente. Pura magia, puro encanto. O show termina e para sair do local vai uns 15 minutos, de tanta gente que tem.

A gente sai do parque meio que anestesiado, meio que sem noção de onde está. Um cansaço terrível, pés doendo, mas a cabeça comanda o movimento do corpo embalada pelas imagens frenéticas do dia todo. Ainda bem que o carro é automático. Chegamos no hotel depois das 23h. Desmaiamos.

 


 
 
Os imagineiros da Disney utilizam com freqüência uma técnica de construção denominada "Forced Perspective" ("Perspectiva Forçada"). Todos os prédios de dois andares no Magic Kingdom foram construídos com a utilização desta técnica, em Main Street U.S.A., é possível notar que os prédios parecem ter 03 andares, quando na realidade tem apenas 02.