Câmeras Digitais – tipos, categorias e ajuda na escolha

Ao planejarmos a nossa viagem para Orlando – FL um dos aspectos que devemos levar em consideração é a câmera digital que iremos utilizar. Afinal, temos que registrar – da melhor forma possível – todos os momentos inesquecíveis que iremos vivenciar na Terra da Magia.

Com o propósito de orientar aos amigos que estão pensando em adquirir uma nova câmera e graças ao conhecimento e aos apontamentos do querido amigo Roberval Taylor eu ousei criar o presente artigo para que se preste como uma leitura rápida a respeito do que atualmente os fabricantes desse tipo de equipamento colocam a nossa disposição.

Bom inicialmente nos acostumarmos com algumas denominações. As câmeras “Point-and-Shoot” são as mais conhecidas, pois são aquelas já reconhecidas pela sua praticidade, pelo seu pequeno tamanho (geralmente cabem no bolso), afigurando-se como uma excelente alternativa em razão do ótimo “custo x benefício”.

As câmeras que se enquadram em tal categoria, oferecem uma excelente qualidade de imagem e por certo se prestam para registrar os maravilhosos momentos da nossa viagem. Contudo, não necessariamente podem ser consideradas com a melhor opção, já que outros requisitos também devem ser levados em conta.

Atualmente são muitos os recursos oferecidos pelos fabricantes para a grande maioria de modelos disponíveis. As “Point-and-Shoot” geralmente não abarcam os recursos mais sofisticados, a sua lente é fixa e segundo os “entendidos” amantes da fotografia, existem um “atraso” (“delay”), entre o momento que se pressiona o botão de disparo do obturador e aquele em que o sistema efetivamente obtém a imagem.

Você deve estar pensando: – Tudo bem Luiz Carlos, mas isso realmente importa? Bom, não por outro motivo que as câmeras “Point-and-Shoot” são tão populares.

Contudo, para aqueles que começam a se interessar um pouco mais por fotografia, essas diferenças passam realmente a incomodar, pois o desejo de tirar fotos ainda melhores faz com que desperte o interesse de estudar um pouco mais a respeito do assunto e até mesmo investir mais dinheiro na aquisição de uma boa máquina.

Pois então passemos a falar das câmeras da categoria DSLR (que significa “Digital Single-Lens Reflex”) que se prestam para fotógrafos semiprofissionais e profissionais que são mais avançadas que as câmeras “Point-and-Shoot” já que oferecem mais recursos, permitem a troca de lentes e não apresentam o “delay” comentado anteriormente.

Já que falamos a respeito de lentes convém notar que os principais modelos existentes são – basicamente – os seguintes: Zoom (sistema óptico, para closes com qualidade), Macro (para objetos próximos), Prime (boa qualidade e apropriada para retratos e paisagens), Grande-Angular (para cenário, paisagens em 180º).

Neste ponto, gostaria de destacar que, de nada adianta investir numa câmera digital profissional, ao invés de uma compacta ou semiprofissional, se você realmente não entende nada ou não saiba como utilizar cada recurso. Se você não compreende como regular a entrada de luz pelo obturador, a velocidade ou simplesmente o foco ou o zoom então é melhor optar por uma câmera “Point-and-Shoot”, pois esse é exatamente o propósito desse tipo de equipamento, ou seja, facilitar a sua vida mantendo a qualidade.

Dito isto, as câmeras digitais decretaram realmente o fim do filme fotográfico e a facilidade de armazenamento e leitura dos arquivos seja no próprio visor ou transferindo os arquivos para o computador também diminuiu a procura por estúdios fotográficos. Em que pese esses fatores, que realmente me deixam ainda um tanto nostálgico, a revolução digital deve ser vista com bons olhos, já que a um preço acessível colocou a disposição de todos nós recursos que nem imaginávamos possíveis há um tempo.

Lembro-me que quando surgiram os primeiros modelos de câmeras digitais a grande preocupação das pessoas era saber a sua quantidade de megapixels, pois na ótica da grande maioria, quanto maior a quantidade de megapixels melhor a qualidade da foto, mas hoje em dia eu acredito que isso já foi superado e os consumidores estão mais atentos também a outros recursos oferecidos como é o caso da correção de olhos vermelhos, reconhecimento facial, fotos em 360º, dentre tantos outros que passamos a comentar ainda que em breve análise.

Um recurso que tornou-se muito popular é aquele atinente a estabilização da imagem que evita que as fotografias saiam tremidas, pois nada mais chato do que ao apreciar as suas fotos descobrir que aquele momento que tanto queria “deixar guardado para a posteridade” ficou todo distorcido.

Também muito famoso é o face detection ou traduzindo – “detecção facial” – que faz com que o equipamento reconheça um rosto, sim, interpretando automaticamente inúmeras informações do objeto focada a câmera digital reconhece um rosto e faz todos os ajustes necessários para uma melhor exposição, foco, enfim, ela praticamente faz tudo sozinha para você – meu querido amigo do Viajando para Orlando.

E o recurso smile timer ou smile shutter (“detecção do sorriso”) você já o conhecia? Pois é, as máquinas que dispõem de tal “comodidade” conseguem interpretar um sorriso para só então disparar o obturador, sendo possível inclusive em algumas delas selecionar através do visor de LCD qual pessoa que está enquadrada e cujo sorriso irá díspar a foto. Incrível heim! Todavia, essa tecnologia ainda está sendo aperfeiçoada.

Não menos popular atualmente também é o recurso que permite montar fotografias panorâmicas por meio de repetidas imagens que são geradas e montadas pela câmera com o objetivo de montar uma imagem em até 360º.

Aliás, já se comenta até mesmo sobre a possibilidade de obter fotos em 3D que podem ser obtidas até mesmo com uma câmera compacta, ou seja, o efeito tridimensional ao alcance de todos! Opa, nem tanto assim, pois a revelação desse tipo de fotografia, pelo o que parece, não será tão barata assim.

Um recurso que também muitos que não querem ficar carregando muitos equipamentos nos parque se utilizam é a possibilidade de se fazer filmes com a câmera digital. Claro que uma boa filmadora ainda deve ser considerada, poxa, estamos falando em filmar os shows, as atrações e todos os nossos momentos em Orlando. Contudo, indiscutível a praticidade de se fazer filmes com a própria câmera digital.

A esse respeito, bom lembrar que a qualidade deve ser medida pela resolução e pelo número de quadros por segundo (FPS – “frames per second”). Outros fatores também devem ser considerados já que as câmeras digitais na sua grande maioria não permitem que você utilize o recurso de “zoom” durante a filmagem, o tempo de gravação fica limitado ao seu cartão de memória e não é possível filmar utilizando o seu flash, ou seja, filmar em lugares escuros nem pensar.

Atualmente as câmeras digitais já gravam a mais de 20 FPS (quadros por segundo) o que foi muito importante para melhoria da qualidade e, além disso, a resolução também aumentou, existe câmeras digitais que gravam em alta resolução o que as faz chegar muito perto das filmadoras.

Ainda falando dos recursos das câmeras digitais é bom deixar bem consignada a diferença entre o “zoom óptico” e o “zoom digital“, pois isso pesa bastante com relação a qualidade da imagem.

O “zoom óptico” é muito mais importante que o “zoom digital”, pois ele não compromete a qualidade da imagem ao aproximar o objeto fotografado, já o “zoom digital” simplesmente amplia os pixels registrados pela máquina.

Esse tipo de ampliação é mais indicado para utilização por ocasião da edição das fotos e não do seu registro e vale ainda lembrar que para tanto você pode se valer de algum software de edição de imagens como o tão famoso “Photoshop”.

Atualmente existem no mercado modelos de câmeras que oferecem – num único produto – os dois tipos de “zoom”. Todavia, para a sua avaliação vale as considerações que tecemos logo no parágrafo acima. Sempre dê preferência para o zoom óptico.

Falamos dos tipos de câmeras digitais disponíveis, seus recursos, agora compete também uma breve análise a respeito dos tipos de cartão de memória atualmente utilizados já que é ele o responsável pelo armazenamento dos dados. Existem cartões SD (“Secure Digital Card”), mini SD, que são menores (em tamanho físico) do que os SD e os SDHC destinados ao mercado de câmeras digitais de altíssima qualidade.

Enfim, esses eram os meus modestos comentários que gostaria de registrar com o intuito de ajudar a todos aqueles que pretendem adquirir uma nova câmera digital.

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