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Alexandre + Milton

 mensagem postada em 16/02/2009 - 06:02:22hs
 
 

Vcs estão intimados a incomodar, principalmente se o assunto for Vegas!!! Deem uma lida num mega post que eu deixei lá...Acho que tá entre as páginas 4 e 6...
Fomos em Set/08 e gostamos TANTO que estamos querendo repetir a dose em Ago/09. Dessa vez, queremos 7 dias só em Vegas.
Começa logo a ficar planejando... é muito legal essa fase de planejamento né?

Podem contar comigo, viu? Ah, e lá tb tem Madame Tussauds, daí vc, Alê, e sua esposa, podem ir no caminho do susto, rsrsrs.

Abs.

 


 
Luciana

 mensagem postada em 16/02/2009 - 04:02:21hs
 
 

Olha, se acontece comigo o que aconteceu com vocês minha esposa tinha pedido pra voltar na mesma hora. Realmente, imprevistos acontecem em todo lugar mas a gente acredita que nunca vai acontecer com a gente, não é verdade? Foi ótimo vc ter relato sua experiência....

Poxa, agora fiquei com mais curiosidade ainda para ter ido no caminho do susto no Madame Tussauds. Parece ser bem legal...adoro essas surpresas!

Já estou pensando na próxima viagem - Califórnia com Las Vegas. Vasculhando o tópico de Las Vegas, vi que vc saca tudo da cidade. Prepare-se pois vou te atormentar bastante....rsrsrs!

Abraço,

 


 
Alexandre e Aline

 mensagem postada em 16/02/2009 - 02:02:03hs
 
 

Alê, como a gente diz aqui em Recife, seus relatos são massa, rsrsrsrs.

Olha, com relação ao medo da tua esposa, eu sou igualzinha, rsrrs. A diferença é que no nosso caso quem fala inglês sou eu. Daí eu fico com cara de pânico, branca igual a uma vela, e meu marido sem entender nada, kkkkkk. Olhe, só assim a gente ri dos nossos pânicos internacionais, rsrrs. Mas eu no seu caso teria feito o mesmo: "sorry, I don´t have any change..." Já pensou se o cara dá mesmo o bote e sai correndo?? Aff...
Nós já fomos assaltados em NYC, na primeira vez que fomos (na época era solteira, tinha ido com meus pais)... Pior sensação do mundo. Passei um tempo sem querer voltar lá, mas passou. Voltamos em 2007 e não vejo a hora de voltar de novo, rsrsrs.
Vou contar rápido como foi, até pra td mundo tomar cuidado tb: Paramos o carro dia 1 de janeiro na frente de uma Mc Donald's, praticamente a única aberta na cidade e quando voltamos, eu vi umas coisas em cima do carro, não sabia se era ilusão de ótica, podia ser alguma coisa na parede ao fundo... que nada: eram nossas sacolas, minha minnie ENORME que eu tinha comprado em Orlando, tudo que todos nós tínhamos comprado... nossa câmera com as fotos de Washington DC... (nós tínhamos subido da Florida até NYC de carro). Foi péssima a sensação, que medooo!!! E eles saem andando, como se NADA tivesse acontecido!!! Ligamos pra 911 e rapidamente VÁRIAS viaturas chegaram... parecia filme, de verdade. Meu pai entrou numa delas e consegui mostrar um dos caras com nossas sacolas na rua. Eles prenderam um dos ladrões e em seguida fomos todos pra Delegacia. Acontece que o sujeito, mesmo com ficha suja, alegava que eram dele todas as coisas... A gente tinha que esperar julgamento, pode???? Meu pai disse que estávamos de saída pro BR em pouco dias e daí eles liberaram as coisas. Mas detalhe: como nós mulheres sempre compramos coisas "escondidas" do marido, minha mãe tinha comprado um monte e qdo o policial perguntava a papai se era dele, ele dizia: não!!!kkkkk Minha mãe saiu no maior preju, rsrsrs. Como nosso cartão do hotel estavam nos casacos que tínhamos deixado no carro (e que eles vestiram prontamente ao sairem andando) e a gente tb não quis mais depois que aqueles caras tinham usado, a polícia de NYC deixou um policial no hotel até o dia da gente ir embora, olha só que tratamento VIP? Mas pra falar a verdade, a gente tava muito abalado com tudo... tivemos que ir na AVIS trocar o carro que estava com os vidros quebrados, etc etc.

Fica a dica: temos que fazer o máximo pra não circular com objetos de valor e pra tentar parecer o mínimo que somos turistas, o que é bem difícil, rsrsrs.

E pra matar a sua curiosidade, eu e meu esposo fomos pelo caminho do susto no Madame Tussauds, rsrsrs. Eles formam uma fila indiana, todo mundo tem que pôr as 2 mãos nos ombros da pessoa da frente e andar sem parar. Lá dentro é como um labirinto, beeeem escuro, meio molhado, e que vc se perde msm, rsrss. Eu gritava que só, rsrsrs. Vc ouve barulho de grito e às vezes umas coisas encostam em vc. Tem uma hora q tem uma grade em cima e aparece uns monstros, rsrrs. No nosso caso até o carinha q ficava na porta tava fantasiado de "morto-vivo". Dá um medinho, mas num instante acaba. Vale a pena, é engraçadinho, rsrrs.

Aline, todo mundo paga mico né? kkkk O meu foi o do inclinator em Vegas, lembra? rsrsrsrs.

Beijos pra vcs.

 


 
Aline Nb

 mensagem postada em 16/02/2009 - 02:02:07hs
 
 

Que situação hein Aline! Nas duas vezes que fui à Downtown nem cheguei a ir a South Ferry pois o maquinista avisou umas 4 estações antes que ela estava fechada. Não soube dessa história dos 5 primeiros vagões....que hilário! Agora só as grávidas, agora só idosos...faltou o agora só turistas perdidos...hehehe

Abraço,

 


 
Alexandre

 mensagem postada em 16/02/2009 - 02:02:48hs
 
 

Olá Alexandre! Parabéns pelos relatos, mto bom relembrar NY. Tive outra experiência com a estação South Ferry: pegamos o metrô com a intenção de parar nesta estação, qdo o trem parou na estação South Ferry as portas não abriram e eu e meu marido ficamos com cara de bobo dentro do vagão, aí um americano mto gentil perguntou se a nossa intenção era parar naquela estação, respondemos q sim e ele nos informou q para fazer isso deveríamos ficar nos cinco primeiros vagões, dá para acreditar???? Ele ainda nos disse q direto percebe turistas "perdidos" (ou seja com cara de bobos!!!!) em outros vagões. Hahahaha, ninguém merece! Tivemos que voltar para estação anterior, descer e pegar um dos cinco primeiros vagões, aí sim descemos na South Ferry, que realmente é mto mais perto da Staten Island Ferry... Depois disso eu e meu marido brincávamos q em determinada estação só desceriam as grávidas, na outra só os idosos...rs Percalços de viagem! Bjos

 


 
21/01 - Quarta

 mensagem postada em 16/02/2009 - 01:02:19hs
 
 

21/01 – Quarta

Ainda com o Let’s go Rangers na cabeça, acordamos novamente às 07h e saímos do hotel antes das 8h. Novamente um céu super azul mas um frio de doer. Pra variar um pouquinho, fomos a uma deli próxima ao hotel. Mas eles só tinham bacon, lingüiça, omelete e não dava pra comer isso logo pela manhã. Corremos pra onde? Claro, Starbucks! Detalhe: o Milford tem tipo uma cafeteria pequena próxima à recepção mas vende as mesmas coisas que a Starbucks só que mais caro. Do café direto para o metrô linha 2 em direção ao Píer 17 e a Brooklyn Bridge. Chegamos rapidinho à estação Fulton St-Broadway Nassau, onde descemos. Caminhadinha de uns 10 minutos até o Píer 17. Achei bem bacaninha o lugar com algumas lojinhas. Mas como ainda estava bem cedo, as lojas estavam fechadas. Vi o guichê da TKTS lá também, onde se compra ingressos para os espetáculos do dia para a Broadway. Também estava fechada. Dali tem-se uma boa visão da Brooklyn Bridge. Estava frio demais e um vento congelante que parecia que atravessava nossos casacos. Tiramos algumas fotos e caminhamos novamente em direção à estação Fulton St. Como ainda estava cedo, resolvi fazer um passeio antropológico. Pegamos o metrô J e paramos na estação Canal St para visitarmos ChinaTown. Que lugar feio é aquele. Consegue ser pior do que a 25 de Março. Chineses oferecendo bolsas, carteiras, relógios, perfumes....tudo de origem mais do que duvidosa. Várias pessoas ainda me alertaram: não gaste seu precioso tempo se aventurando em Chinatown. Dito e feito. Só não digo que foi perda de tempo pois ríamos da nossa própria desgraça. E pra não dizer que não comprei nada, compramos umas miniaturas da Estátua da Liberdade. 3 dólares cada uma mas negociei com o chinês e saiu 2 por $5. Saímos correndo de lá! Metrô linha N até a estação 34st – Herald Square. Ainda nessa estação fizemos uma baldeação e pegamos o trem linha V para pararmos na estação seguinte – 42St.Bryant Park. Resolvemos nos aventurar no rink de patinação do Bryant Park. $12 dólares o aluguel dos patins. Nesse momento demos boas gargalhadas. Minha esposa tem muita habilidade com patins. No início, ela patinava se segurando na muretinha mas minutos depois já deslizava legal. Minha experiência foi terrível. Mal conseguia ficar em pé. Se eu soltasse a muretinha era chão na certa. Não consegui dar nem meia volta no rink. O máximo que consegui fazer foi um ângulo de 45º e mesmo assim ainda estava na contramão e o fiscal me chamou atenção. Pra piorar, coladinho ao rink, tinha um pessoal trabalhando acho que retirando o excesso de neve com várias pás. Quando enconstei na muretinha, acho que bati com tanta força que as pás que estavam encostadas ali caíram todas no chão. Muito sem graça, pedi desculpas e saí de fininho. O pessoal ficou rindo da minha cara e provavelmente pensando: ...mais um brasileiro sem jeito. Realmente, patinar não é comigo. Saímos de lá por volta de 12h30 e caminhamos em direção à 34st e ao Empire State. Tiramos várias fotos no saguão e tiramos outras pelo caminho pois, embaixo do Empire St não dá pra ter a noção de como o prédio é alto. Em seguida, caminhando pela 34st, paramos em várias lojas: Foot Locker (queria um tênis mas não encontrei nenhum modelo bacana), Macy’s – que é gigante. Fomos na GAP e na Forever 21. Nessa loja, minha esposa fez a festa. Comprou várias blusas e um sobretudo muito bacana. E o mais legal é que nessa loja, se as compras ultrapassarem $100 doláres, eles isentam o imposto. Dito e feito! A compra deu $125 e nadinha de imposto. Saímos e fomos à Jack’s World – a famosa loja de 99 cents. Lembra muito as nossas lojas de 1,99 só que bem melhor. Pensei que ia encontrar algumas lembrancinhas lá mas não encontrei nada. Já passava das 3 da tarde e resolvermos subir a Avenida das Américas em direção à 42st. Vimos aqueles termômetros de rua e estava 22ºF ou seja, quase 5ºC negativos. Chegando a 42st., lembramos que tínhamos estômago e fomos almoçar no Dallas BBQ. Muito legal o restaurante e bem grande. Lembra um pouco o Outback. Pedimos um combinado de bife, frango e ribs com molho barbecue acompanhado do famoso arroz amarelo dos americanos e batata assada. Veio até um pedaço de bolo (???) Veio também dois copos d’água como cortesia. Talvez por saberem que a comida é bem apimentada....rsrsrs! Pedi uma Coca-cola média e veio numa taça gigante aquelas tipo sundae. Enorme...tivemos que dividir. Fiquei imaginado o tamanho da grande. A conta deu 25 dólares incluída taxa e gorjeta. Saindo dali, iríamos ao Museu Madame Tussead, que fica em frente mas lembrei que tinha de pegar os ingressos do Lion King no Minskoff Theater, que fica na 45st. Poderia ter pego na hora do show mas fiquei meio encucado se dava ou não, então, por via das dúvidas, resolvi ir até lá. Afinal, eram apenas 3 quarteirões. Chegamos lá retiramos os ingressos que já tinha comprado pela internet ($71 dólares cada já com todas as taxas) e voltamos à 42st para irmos ao Madame Tussead. Ingressos a $37,50 mas eu tinha um cupom do tipo: Buy 1, get 1 free! Ou seja, pagamos apenas um ingresso. Muito legal o museu...chega a impressionar o realismo de algumas personalidades. A logística para tirar as fotos ficou um pouco comprometida pois estávamos com várias sacolas, mochilas, segurando os casacos pois lá dentro é bem quente, enfim....a cada flash era um parto. Lá dentro tem uma hora que o caminho se divide em dois e tem um funcionário na porta. Um caminho é com susto e o outro sem. Minha esposa ficou morrendo de medo de ir no com susto. Eu queria muito ter ido. Mas, como bom cavalheiro, fomos no sem susto mesmo. Perguntei ao funcionário o que tinha lá e ele não quis me falar pois estragaria a brincadeira. Eu disse que não iria por aquele caminho mas ele não quis me dizer assim mesmo. Se alguém souber, por favor, me conte! No final, tem um filminho 3D bem meia boca. Os de Orlando dão um banho. Já passava das 6h30pm quando saímos de lá. Parei numa lojinha para comprar as últimas lembranças, comprei um moleton de New York muito bacana - $20 e seguimos para o Milford para guardar toda muamba, tomarmos um banho e nos prepararmos para o espetáculo na Broadway. Saímos do hotel às 7h20pm e fomos para o Minskoff Theater que fica no mesmo quarteirão do Milford – 3 minutos de caminhada. Entramos, tiramos várias fotos na entrada e dentro do teatro. O teatro tem uma excelente logística. É bastante confortável e não muito grande. Com isso, mesmo que vc compre os ingressos nas últimas fileiras, você consegue ter uma boa visão do espetáculo. Sugiro comprar nas fileiras do meio pois senão, você verá o espetáculo meio que de lado. Novamente não pode filmar nem fotografar. E aqui tem uns lanterninhas que ficam a todo instante verificando quem está filmando. Sobre o espetáculo, realmente é fantástico. Valeu muiiiiito a pena....sugiro apenas ver o filme antes. Aliás, creio que isso valha para outras peças também – Fantasma da Ópera, Mary Poppins....o musical é bastante visual e creio que o inglês não seja fundamental. Minha esposa compreendia tudo o que estava acontecendo porque já viu o filme diversas vezes. O musical tem um intervalo de 20 minutos para as pessoas irem ao banheiro, tomarem um refrigerante ou comer alguma coisa. O refri custa $5 doláres e vem num copo personalizado do Rei Leão. Bacaninha...trouxe de lembrança! Voltamos para o show que durou mais uns 30 minutos até o encerramento com o grand finale. Muito legal...indescrível! Nada como uma produção da Broadway! Saímos de lá eufóricos e com a sensação de dever cumprido. Fechamos nossa passagem em NY com chave de ouro. Voltamos para o hotel, arrumamos as malas pois iríamos acordar às 5 da manhã pois, nosso vôo para Orlando era às 9h. Fui dormir com a dúvida se iria para o Aeroporto de La Guardia de metrô, de ônibus ou até mesmo de táxi.

22/01 - Quinta-feira

Acordamos às 5 em ponto, uma boa ducha para despertar, check-out e saímos por volta das 6h em direção à Port Authority. Decidi pelo ônibus. Chegando lá, ficamos um pouco perdidos onde teríamos de pegar o ônibus. Não tinha placa nenhuma tão pouco algum funcionário. Quando um rapaz, aparentando uns 30 anos, se aproximou e perguntou para onde queríamos ir. Eu disse e ele falou para segui-lo. Fiquei imaginando que seria aqueles motoristas de táxi que fazia uma corrida mais barata ou algo do tipo. Ele nos levou para fora do terminal e comecei a ficar desconfiado. Minha esposa me olhou com cara de pavor e falei para ela se acalmar. O rapaz disse que o ônibus azul com destino ao aeroporto passaria em instantes. Falou também que ainda não tinha comido nada, que estava com fome e me pediu 2 doláres pela informação. Disse que infelizmente não tinha e até brinquei dizendo que também não tinha comido nada. Ele então me pediu $1 e continuei dizendo que não tinha. Ele então saiu e eu pedi desculpas. Minha esposa mais branca do que vela me olhava sem ter entendido nada. Eu expliquei tudo e ela ainda continuava temerosa. Ainda estávamos na dúvida se o ônibus passaria ali ou não. Decidi aguardar 10 minutos. Se ele não passasse, iria de táxi. Dois minutos depois surge o ônibus com o letreiro – Airport. Perguntei ao motorista se o ônibus iria para o LaGuardia e ele disse que sim. Poderia ter dado $1 para o carinha que me mostrou onde era o ponto mas pensei que se tirasse a carteira para pegar o dólar ele poderia dar um bote e sair correndo....sei lá. Achei melhor não dar....Já dentro do ônibus e, ainda um pouco desconfiados, fui reparando em quais ruas ele passava e acompanhado no mapa em mãos. Percebi que ele estava indo para Penn Station. Chegando lá, informou que quem iria para o LaGuardia teria de pegar o ônibus que estava estacionado em frente pois o que estávamos iria para o JFK. Ali, na rua mesmo, tem um guichêzinho onde vc paga $12 por pessoa. O motorista do ônibus da frente me perguntou para qual aeroporto iríamos. Respondi que era o LaGuardia e ele confirmou que era aquele ônibus mesmo. Nessa hora, várias pessoas entraram no ônibus também e relaxamos um pouco. Chegamos no aeroporto uns 20 minutos depois, por volta das 06h50. Check-in tranqüilo na American, tomamos café da manhã numa lanchonete qualquer e ficamos conversando sobre tudo o que vimos nessa belíssima cidade. Cada lugar que passamos, cada situação engraçada, os momentos emocionantes e que sempre sonhamos: a neve, a estátua da liberdade, espetáculo na Broadway, o jogo de hockey, enfim tudo foi maravilhoso....até o mico que paguei na patinação. Vimos tanta coisa que se a viagem se encerrasse ali já estava ótimo. E que realmente Nova York é tudo aquilo que imaginávamos. Prometemos que em breve, voltaremos a Big Apple. O vôo para Orlando partiu às 9 em ponto e sabíamos que a emoção e a magia estavam apenas começando.

Espero que tenham gostado.....desculpe por me estender demais...é que vou digitando, digitando e quando vejo o relato ficou enorme.

Abraços a todos e no que puder passar de informação, é só me mandar e-mail

 


 

 mensagem postada em 16/02/2009 - 01:02:29hs
 
 

Marcelle e Gisleine: Sem problemas. No que eu puder ajudar. Acho que este fórum está aqui para isso. Trocarmos experiências e passarmos todas as dicas possíveis. Tenho absoluta certeza que se não fosse o VPO minha viagem teria sido bem mais complicada. Agradeço em especial ao Fabio Liporace, Julia Matos e a Luciana Goulart que me passaram muitas dicas de NY. Me vejo agora na obrigação de repassar tudo o que aprendi para os demais...

Luciana: a cada frase que escrevo também lembro muito de lá. Êêê...saudade!

Então, segue agora: the last but not least...hehehe

Abçs,

 


 
Continuando os relatos - 20/01 Terça

 mensagem postada em 16/02/2009 - 10:02:12hs
 
 

20/01 – terça-feira

Nesse dia, tinha programado a manhã e o início da tarde para o Central Park e os dois museus ao lado – Metropolitan e História Natural. Mas como o dia amanheceu perfeito, céu super azul, resolvemos sair rápido e fazer o passeio da Estátua logo. Vai que amanhã o tempo piora! Paradinha rápida para o café na Starbucks pertinho do hotel – como sempre, viciamos no Hot Chocolate deles e nos muffins. Gastávamos em média 7 a 8 dólares no café e, em seguida, pegamos o metrô linha 1 em direção a Downtown. O metrô é uma mão na roda em NY. No início, parece ser confuso pois são muitas linhas cada um para um lugar, outras para o mesmo lugar mas por trajetos diferentes, enfim....mas se vc traçar o lugar que vc deseja ir com o mapa do metrô, vc logo encontra a linha que tem de pegar. Andava com o mapa do metrô sempre em mãos. Teve um momento que pensei que o tinha perdido e fiquei maluco. Sem o mapa, eu não era ninguém. Mas logo percebi que estava no bolso. Chegando na estação Reactor St, pois como disse, a estação South Ferry que é a mais próxima do Staten Island Ferry, está fechada, fomos em direção ao ferry que estava saindo e depois só daqui há 30 minutos. Saímos correndo feito loucos e conseguimos entrar a tempo. Esse ferry e gratuito e faz o trajeto entre Manhattan e Staten Island e passa bem perto de Liberty Island onde fica a estátua. Hoje o tempo estava perfeito. A troca foi ótima! Tiramos várias fotos da estátua – com zoom né, porque não passa tão raspando assim, filmamos, etc...chegando em Staten Island, vc é obrigado a desembarcar e reembarcar no próximo ferry. Estava de olho no relógio, pois queria pegar o metrô e ir para o Metropolitan Museum of Art pois, às terças feiras tem tour em português às 11h15 e a essa altura era umas 10h. Chegando em Manhattan, pegamos o metrô linha 6 verde e atravessamos Manhattan quase inteira e desembarcamos na estação 86st., a mais próxima do Metropolitan (MET). Isso sempre com o mapa do metrô na mão. Já passava das 11h e ainda tinha que andar uns 5 quarteirões. Desencanei e desisti do tour em português no museu. Vamos no inglês mesmo! Resolvi caminhar devagar e apreciar o East Side. Nota-se facilmente que ali é muito mais tranqüilo que a região da Times Square ou Downtown. Nesse hora, apesar do céu azul anil, estava um frio de lascar. Andava com o casaco fechado até a altura do nariz. Só os zoim de fora! Chegamos ao MET por volta de 11h45. Nesse museu, assim como no de Hist.Natural, o preço é sugerido, ou seja, eles gostariam que vc pagasse $20 mas vc paga o quanto quiser. Eu paguei $2 para os dois e a mulher nem fez cara feia. Como minha esposa não é muito chegada a museus, resolvi ver apenas o 1ºandar do MET que creio que seja a parte mais interessante. A parte egípcia, grega, americana...nesse museu não pode fazer vídeos nem utilizar câmeras com flash e mochilas também são proibidas. Devem ser deixadas numas gaiolas – grátis tipo o nosso guarda volumes. Você recebe uma fichinha e retira na saída. Andando pelo museu, passamos em frente a um auditório que tinha gente pra burro e pensei: O que seria isso? Me entranhei no meio das pessoas e vi o que era: a posse do Obama! Nem estava lembrando disso...rsrsrs! As pessoas aplaudiam toda hora e o intruso aqui entrou no clima e começou a aplaudir tb...hehehe. Os americanos estão numa esperança danada com o novo presidente. Seguimos em frente para apreciar o museu. Ele é muito bacana e enorme. Gasta-se tranquilamente um dia inteiro lá....Mas fizemos apenas um tour rápido e por volta de 12h30 já estávamos saindo. Na saída, o 1ºhot dog em NY. Muito gostoso. Recomendo que experimentem...pode ser só pão e lingüiça mas é muito bom – 2 dólares. Não me contive com um só pois, cá entre nós, ele não é tão grande como os nossos. Minha esposa aproveitou para comer uns muffins extras que compramos na Starbucks. Entramos no Central Park para atravessá-lo em direção ao Museu de Hist.Natural. O Central Park coberto de neve é realmente muito bonito. Levamos uns 20 minutos para chegarmos ao Museu de Hist.Natural. Quem estiver com crianças, sugiro fortemente que visitem esse museu. Encontramos muitas crianças por lá, principalmente de passeios escolares. O museu tem quatro andares e é bem fácil se localizar nele. Bem diferente do MET que vc se perde facilmente. Tiramos muitas fotos nos diversos animais e, principalmente na área destinada aos dinossauros. As crianças estavam enloquecidas perto do Tiranossauro Rex! Tive uma certa dificuldade para tirar fotos perto dele...era excuse me pra cá, sorry pra lá até que consegui um espaço e tirei algumas fotos. Saímos por volta de 14h margeando o Central Park e paramos em frente ao Dakota Building – prédio onde morou John Lennon e entramos novamente no Central Park, em direção à 5ª.Avenida. Diversas fotos pelo caminho e uma parada na Gapstow Bridge – aquela do filme Esqueceram de Mim. Saímos pela saída próxima do Central Park Zoo. Assim que chegamos na 5ª.Ave demos de cara com a Apple Store. Muito legal a loja, aproveitei para dar uma checada nos e-mails e fuçar um pouco no Iphone. Pena que está bem carinho ainda – 699 dólares. Estava de olho em um mas ficou pra próxima. Saímos e paramos logo na loja ao lado, FAO Schwarz. – loja de brinquedos muito legal, aquela do filme do Tom Hanks – Quero ser Grande. A essa altura, estávamos morrendo de fome e não encontramos lanchonetes ou restaurantes nessa redondeza. Continuamos descendo a 5ª.Avenida e boquiabertos com as belíssimas lojas das mais variadas grifes – Channel, Gucci, Prada, Louis Vitton e de repente, deparamos com a Disney Store. Que a loja é aquela? Ouso a dizer que achei mais bacana do que as lojas de Orlando. Ali já comecei a entrar no clima da magia da Disney. A loja realmente é fantástica com muitos artigos Disney com motivos de NY. A loja é bem grande, com 3 andares. Compramos algumas coisinhas pois, apesar de estarmos na 5a.Av, tinha algumas coisas com preços bons. Continuamos descendo a 5a.Av, passamos pela loja da Nike, da NBA e chegamos até a St.Patrick Cathedral. Belíssima igreja, com portas gigantes mas que achei mais bonita do lado de fora do que de dentro. Viramos à direita, na 50st e passamos pelo Radio City Music Hall e paramos no Rockefeller Center. Várias fotos do famoso rink de patinação e do pé do Top of the Rock. Tinha planejado em subir até o terraço para apreciar a vista. Mas o estômago já estava reclamando há tempos e, por incrível que pareça, não encontrávamos uma lanchonete no caminho. Foi a única atração do meu roteiro que não fiz. O ingresso custa $20 e não tinha muitas pessoas esperando para subir ao terraço. Eu ainda tinha um cupom de desconto de $3 para cada ingresso.Devia ser quase 5 da tarde e estava um entardecer muito bonito. Uma pena! Fiquei apenas imaginado como deve ser bonita a vista de lá. Continuamos nosso caminho para achar uma lanchonete e já estava controlando o relógio pois o jogo de hockey no Garden seria às 7pm. E estávamos na 50st e o Garden fica na 33st. Uma boa caminhada. Fica a dica então: na região da 5a.Ave não há uma lanchonetezinha se quer. Ao menos, eu não vi nenhuma. Continuamos pela 50st. até chegar à 7a.Av. Viramos e começamos a descê-la em direção ao MSG. Nessa região, o glamour e as lojas de grife ficaram para trás e lojas um pouco mais simples começaram a pipocar e de repente...Burger King. Os olhos até brilharam! Gastamos ali mais uns $9 doláres e detalhe: nesse Burger King da 7a.Av existe aquele sistema de refil que vc bebe refrigerante o quanto quiser mas acabei nem utilizando. A essa altura, passava um pouco das 6 da tarde e continuamos descendo a 7a.Av até chegar ao Madison Square Garden para assistirmos o jogo de hockey. Muitos e muitos cambistas na porta e, nessa hora, não percebi ação da polícia quanto no dia anterior quando comprei os ingressos. Várias fotos no hall de entrada e muita gente entrando ao mesmo tempo. Comprei os ingressos mais baratos ($46,50) e fiquei lá em cima mas deu pra ver tudo tranqüilamente. Os ingressos para os jogos de hockey são mais caros que os de basquete mas não se preocupem com a vista se ficarem lá em cima. Dá pra ver tudo! O clima da torcida é muito legal mas percebi que os americanos vão para os jogos mais para comer do que para torcer. Era pizza pra lá, hot dog pra cá, cerveja pra todo lado. Resolvi tomar minha primeira Bud, $4 doláres – um absurdo mas como diz nosso amigo Féres, está no inferno abraça o capeta. Pensei que minha esposa fosse dormir no jogo pois ela detesta esporte, nosso futebol então, ele tem ojeriza. Imagina um jogo de hockey. Mas que nada! Expliquei as regras básicas e ela entrou no clima com os americanos e gritava sem parar: “Let’s go Rangers”. Eu mesmo fiquei assustado! Teve uma hora que o jogo estava 3 a 2 para o Rangers e ela estava torcendo para o time adversário marcar um gol só para o jogo ir para a prorrogação e ela poder ver mais, é mole? Acabou que o Rangers fez mais um gol e terminou o jogo 4 a 2. Muito legal. Passeio recomendadíssimo! Acho que minha esposa gostou mais do que eu! Durante os intervalos, eles interagem com a torcida, acontece alguns mini shows, música....super bacana. Valeu muito a pena! Detalhe: não pode filmar durante o jogo. Uma funcionária me alertou. Eu, como bom teimoso, imaginei:...na hora do jogo vai estar uma confusão danada e ela nem vai perceber. Que nada! Lá de cima ela me viu filmando e me deu a maior bronca. Então, cuidado. Se quiserem filmar, filmem com a câmera digital que chama menos atenção. Saímos de lá por volta das 10pm caminhado em direção ao Milford, extasiados com o jogo e deslumbrados com as luzes da Times Square.

E, como a Luciana me alertou,

To be continued.....

 


 
Gisleine

 mensagem postada em 15/02/2009 - 03:02:54hs
 
 

Oi Gisleine, vou em Julho...fiz reserva diretamente no site do Milford, pois pelas operadoras de viagem q eu cotei, estava saindo bem mais caro...reservei por 159 dolares a diária..para 4 noites,com taxa saiu 737 dolares tudo..

 


 
Relatos

 mensagem postada em 15/02/2009 - 04:02:16hs
 
 

Conforme prometido, segue os relatos dos 3 dias em NY antes de ir para Orlando.

Saímos eu e minha esposa no dia 18/01 do Rio no vôo da American às 20:05 com destino à Nova York e com uma escala em São Paulo. O vôo em SP atrasou um pouco e só saímos à meia noite. Vôo tranqüilo apesar de bastante cansativo. Chegamos em NY às 06h20 e a emoção já tomava conta da gente em ver tudo coberto pela neve. A ficha ainda não tinha caído. Saímos rápido do avião porque ele estava bem cheio e todos ali teriam de passar pela imigração. Saindo do avião, chegamos logo na imigração. É uma sala bem grande e com vários guichês onde ficam os agentes. Fomos um dos primeiros da fila. Como já imaginava, a agente, com uma cara de sono danada, me perguntou qual o motivo da viagem e quantos dias ficaria nos EUA. Respondi e, em seguida, impressão digital, foto e já estávamos liberados. Não durou nem 5 minutos. Fomos pegar as malas que demorou um tempão para aparecerem. Dali fomos para a alfândega que nada mais foi do que apenas entregar o formulário que preenchemos ainda no avião. Enfim, iríamos para Manhattan. Aí já apareceu o primeiro imprevisto. Como saí do Rio com mais de 30ºC, obviamente, não estava com roupa de frio que deixei para colocar no aeroporto de NY. Assim que peguei a mala, o danado do cadeado não abria por nada. Virava a chave para um lado, para o outro e nada. Minha esposa já estava parecendo um esquimó na minha frente de tanta roupa e eu ali ainda de camiseta tentando abrir a mala. Não tinha menor condição de sair do aeroporto com a roupa que eu estava. A não ser que quisesse virar picolé em menos de cinco minutos. Resolvi pedir ajuda ao pessoal da AA. Expliquei a situação ao funcionário que, em vão, tentou abrir o cadeado. Ele pediu para aguardar e disse que ia tentar arrumar algo para quebrar o cadeado. Demorou mais de 10 minutos para voltar. Quando voltou, trouxe um alicate que mais parecia uma tesourinha escolar. E lógico, não fez nem cócegas no cadeado. Tivemos que quebrar o fecho da mala para, enfim, conseguir abri-la. Após quase uma hora, finalmente, coloquei as roupas de esquimó. Como já tinha decidido, fomos para Manhattan de metrô. Mas antes vc deve pegar o AirTrain, um metrozinho chique que em 5 minutos percorre todos os terminais e te leva até a estação Jamaica-Stuphin Blvd Archer JFK Airport , onde desembarcamos. É muito bem sinalizado...basta seguir as placas que logo vc chega no trenzinho. Assim que desembarcar, temos de pagar 5 dólares por um cartãozinho para sair da estação. Descemos a escada rolante, pagamos mais 2 dólares pelo bilhete do metrô propriamente dito e pegamos a linha E até a estação 42st Port Authority. Esse trajeto levou uns 40 minutos. Já em Port Authority, mais um lance de escadas, dessa vez pra cima e andamos três quarteirões até chegarmos ao hotel Milford Plaza, onde nos hospedamos. Minha impressão é de que dá pra ir do JFK à Manhattan de metrô sim. Mas sugiro unicamente para aqueles que realmente querem economizar e estão com apenas uma mala pois senão vão se enroscar nas roletas do metrô. Chegando ao Milford, a recepcionista muito simpática disse que poderíamos antecipar o check-in que seria apenas às 15h e ainda era 09h. Agradeci muito a ela e subimos. Quarto pequeno e relativamente simples mas suficiente para duas pessoas. Não tinha microondas nem frigobar mas tinha ferro de passar, secador de cabelos e principalmente, uma cama macia e ducha quente. Pra mim, isso é o mais importante. Ah, e no caso de NY, uma boa calefação. A viagem deixou minha esposa quebrada. Eu estava super bem. Ela tomou um banho, deu uma revigorada e fomos seguir o roteiro que ainda era bastante longo. Saímos do hotel, direto para a BH Photo – 9thAve com 34st., uma mega loja de aparelhos eletrônicos, principalmente áudio e vídeo e ainda com atendimento em português. Mas são todos judeus e não funcionam aos sábados. Lá comprei uma filmadora e outra máquina digital - já tinha levado uma do Brasil, e que se compararmos com os preços daqui, já tinha valido a viagem. Saindo da BH, fomos em direção ao Madison Square Garden comprar ingressos para o jogo de hockey que queria assistir no dia seguinte. No caminho, ainda estávamos meio que anestesiados com a beleza daquela cidade, os carros estacionados todos cobertos de neve e a sensação térmica de -8ºC. Chegando no MSG, tinha bastante gente procurando por ingressos, vários cambistas na porta mas atuando discretamente pois a polícia fica em cima. Ingressos na mão, aproveitamos para comer alguma coisa rápido, pois já era umas 12h30 e ainda tínhamos muita coisa a fazer. Comemos no Mc mesmo e pegamos o metrô linha 1 sentido Downtown para visitar a Estátua. Desceríamos na estação South Ferry mas o maquinista informou bem antes que ela estava fechada para obras e tivemos que descer numa estação antes, Rector St. Na saída da estação, uma grata surpresa. Vimos a neve pela primeira vez! Parecíamos criança quando ganha doce....pegamos câmera, filmadora, registramos tudo. Estávamos muito felizes por estar nevando. Torcemos muito para que nevasse, ao menos um dia. Pouco depois, já estávamos torcendo para que parasse de nevar pois a neve batendo no rosto incomoda demais. Seguimos descendo pela Whitehall St em direção ao Battery Park para pegarmos a balsa com destino a Staten Island e que passa ao lado da Estátua mas estava um nevoeiro tremendo e a neve apertava a cada instante. Já estava pensando em deixar o passeio à estátua para o dia seguinte mas resolvi ir até lá na balsa para ver como funcionava. Passamos pelo Charging Bull e tiramos foto no famoso touro. Pegamos a Broadway e descemos direto até o Staten Island Ferry e lá decretei que deixaríamos a Estátua para o dia seguinte. O nevoeiro era muito forte e neve já estava atormentando. Voltamos para o Financial District pela Broad St e passamos pela Bolsa de Valores. Como bom economista, não poderia deixar de tirar várias fotos lá, né?...rsrs Seguimos em direção à Broadway, passamos pela Trinity Church e chegamos à área do Ground Zero. Um clima bem baixo astral paira no ar. As obras para a construção da Freedom Tower estão a todo vapor. Continuamos e demos de cara com a Century 21, que por sinal caiu como uma luva, pois estava muito frio e precisávamos nos aquecer. A loja realmente é tudo o que falam. Bons preços, muita gente e tem que garimpar. Compramos algumas coisas para casa apenas, pois queria esperar por Orlando. Tomamos coragem para sair da loja que estava tão quentinha e partimos novamente para o metrô. Descemos na Grand Central Station. Como é bonita essa estação. Não à toa que é um ponto turístico. O saguão principal então é de cair o queixo. Restaurantes bacanas e sofisticados, lojas, tudo muito bonito! Saindo, tiramos fotos do Chrysler Building que fica bem pertinho e da NY Public Library. A essa altura já estava escurecendo...e ainda não era 5 da tarde. Logo ao lado da NY Public Library, fica o Bryant Park, que no inverno, vira um rink de patinação que tem entrada gratuita e vc paga 12 doláres para patinar o quanto quiser. Tinha pensado em ir ao hotel e voltar depois para patinar, uma vez que já estávamos próximos do hotel. Mas estávamos exaustos! Minha esposa então, mal se agüentava em pé. E o frio e a neve estavam insuportáveis. Pra piorar, tinha uma fila enorme de pessoas que entrariam no rink ainda. Decidimos adiar também. Seguimos em direção ao hotel pela Times Square que a essa altura estava todinha iluminada. Pausa para milhares de fotos, filmagens...foi um momento bem legal. Então, demos de cara com a famosa loja de brinquedos Toy R'us e resolvemos entrar para conhecermos rapidamente. A loja realmente é fantástica. Vale a visita. Quem vai com crianças então, só preparem os bolsos. Tinha muito Nintendo Wii, além da guitarra e a banda completa do Guitar Hero também. Saímos dali, paramos numa Starbucks para regarregar um pouco as baterias e tomamos um chocolate praticamente fervendo pra ver se esquentávamos um pouco. Juntamos os cacos, comprei uma garrafa d’agua numa deli no caminho – por sinal uma fortuna $3,50 e nos arrastamos até o hotel. Sem sombra de dúvidas, foi o dia mais cansativo da viagem. Mas, desde o Brasil, já sabia que esse dia ia ser bem pesado. Fomos dormir não era nem 8 da noite. Mas foi bom porque no dia seguinte andaríamos muiiiiiito.

 


 
 
Próximo ao horário de fechamento do Magic Kingdom você poderá ouvir trovões e ver clarões provenientes da atração Haunted Mansion. Realmente um efeito sensacional, vale a pena conferir.