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Dolares - Receita Federal

 mensagem postada em 10/03/2015 - 12:03:20hs
 
 

Pessoal

O nosso limite de saída é de R$ 10.000,00.

Supondo que eu esteja levando US3500 e tenha comprado a R$ 2,54 que deu R$ 8.890,00

Com esta subida do dólar, supondo que esteja a R$ 3.30 daria R$ 11.550,00

O que vale como limite para a receita, a cotação de compra ou a cotação na data da compra.

Apesar de já ter ido mais de 10 vezes e nunca me perguntaram nada esta sempre foi a minha dúvida.

Tem que preencher o e-DBV? Testando no e-DBV ele considerou hoje a cotação de que US3500 dariam R$ 10.628.10 (R$ 3.0366)

Wilton

 


 
Res: Dolar para leigos

 mensagem postada em 10/03/2015 - 11:03:31hs
 
 

Ninguém pode afirmar isso! Mas tem especialistas dizendo que que vai aumentar muito, tem especialista dizendo que começa a cair no segundo semestre e tem especialista dizendo que não consegue prever.

Abs

 


 
Res: Dolar para leigos

 mensagem postada em 10/03/2015 - 11:03:20hs
 
 

Rafael,

Você acha que se eu fizer uma estimativa de gastos de uma viagem a Orlando para o final do ano com dolar a 3,20 eu estarei "seguro"?
Ouvi que ele iria chegar a 3,50-3,80
Fiquei assustado

 


 
Res: Dolar para leigos

 mensagem postada em 10/03/2015 - 11:03:56hs
 
 

Aqui no meu trabalho fiz um negócio na sexta onde uma pessoa bem influente taxou o câmbio a 3,20 para calcular uma tarifa em reais, visando os jogos olímpicos.

Isso pode não significar nada, mas normalmente você coloca o dólar em um patamar onde você não seja prejudicado pela variação cambial. Normalmente nesse caso é o patamar que você acha o mais caro que ele pode atingir durante o pagamento do contrato que normalmente é de 6 a 8 meses.

O cara pode ter errado, mas... normalmente esse pessoal não erra muito não.

Vamos torcer para que ele tenha errado pra cima!

Abs

 


 
Res: Dolar para leigos

 mensagem postada em 10/03/2015 - 10:03:04hs
 
 

Roberval, legal saber que você foi bancário por tantos anos e acompanha o dolar há bastante tempo!
Acho que era uma visão assim que eu precisava rs
Vou fazer as contas com dolar a 3,25 e ver se compensa (claro que pelo lazer, pois pelas compras... essas vão ter que ser bem básicas rs) e seja o que tiver que ser rs

Obrigado pelas dicas e pela análise, eu como disse sou bastante leigo e fico perdido boiando nesse cenário complexo e político, que nunca tive paciência para tentar entender.

Vamos torcer para que estabilize na casa dos 3,00-3,15 pelo menos rs

Abraço
E muito obrigado!

 


 
Res: Dolar para leigos

 mensagem postada em 10/03/2015 - 10:03:54hs
 
 

Bom dia, pessoal!
Estou odiando a alta do dolar e adorando este tópico ao mesmo tempo, pois sempre fui muito leigo na questão desempenho do dolar e agora pelo menos lendo o material que vocês postam e debatem, consegui uma luz no fim do tunel rs.
Roberval e Rafael Nunes obrigado pelas postagens!
Eu como várias pessoas que vi que estão com duvidas a respeito, resolvi postar de uma forma mais "objetiva/leiga" rs
Estava pensando em tentar uma viagem no final do ano, mas ainda não entendi o futuro do dolar segundo o cenário atual, vocês acham que ele vai estabilizar, subir mais, diminuir ao longo dos próximos meses após um aumento momentâneo...? qual o futuro do dolar para quem pretende viajar no final do ano?
Preciso e sei que muita gente também queria saber para decidir o que fazer da vida, rs pois com o dolar a 2,50 já é difícil de se organizar para poder ir, imagina agora neste cenário louco. Alguém que entenda bastante pode nos dar uma previsão do possível futuro do dólar nos próximos 6 meses?
(mensagem de Thiago Acquaviva)


Oi Thiago,

Essa é a pergunta de um milhão de dolares !!! rsrs

Não me considero especialista em mercado cambial, mas como fui bancário por 38 anos e venho acompanhando a cotação desde que fui a Orlando pela primeira vez, vou dizer o que penso:
A cotação do dolar depende, como você viu nos Posts abaixo, de uma série de fatores não interligados, e por isso mesmo muito difícil e previsão.
Além da situação política pela qual passamos (que faz com que investidores retirem o dinheiro aplicado aqui (em ações) e os transforme em dolar para tirar do Brasil e levar para outros Países que ofereçam menos risco ...) temos ainda a recuperação da economia americana, o crescimento do PIB Chinês, instabilidades nos países produtores de petróleo, ameaças de guerra e golpes de estado ... enfim ... !

Com tudo isso, eu creio que o dolar ainda vai subir mais um pouco até o meio do ano e depois estabilizar ou até mesmo voltar a patamares anteriores (mas não mais na casa dos dois reais), no segundo semestre desse ano.

Então, para quem vai no final do ano, creio que compensa esperar ...
Para quem vai no primeiro semestre ou até junho / julho, vai ter que comprar mesmo com essa alta, ou então pagar tudo no cartão de credito e arriscar para pagar a fatura na volta ! Mas tudo isso é um exercício de futurologia sem qualquer respaldo científico ou com base em "inside information" OK ?

SDs,
Roberval.

 


 
Dolar para leigos

 mensagem postada em 10/03/2015 - 10:03:11hs
 
 

Bom dia, pessoal!

Estou odiando a alta do dolar e adorando este tópico ao mesmo tempo, pois sempre fui muito leigo na questão desempenho do dolar e agora pelo menos lendo o material que vocês postam e debatem, consegui uma luz no fim do tunel rs.
Roberval e Rafael Nunes obrigado pelas postagens!

Eu como várias pessoas que vi que estão com duvidas a respeito, resolvi postar de uma forma mais "objetiva/leiga" rs
Estava pensando em tentar uma viagem no final do ano, mas ainda não entendi o futuro do dolar segundo o cenário atual, vocês acham que ele vai estabilizar, subir mais, diminuir ao longo dos próximos meses após um aumento momentâneo...? qual o futuro do dolar para quem pretende viajar no final do ano?
Preciso e sei que muita gente também queria saber para decidir o que fazer da vida, rs pois com o dolar a 2,50 já é difícil de se organizar para poder ir, imagina agora neste cenário louco.

Alguém que entenda bastante pode nos dar uma previsão do possível futuro do dólar nos próximos 6 meses?

 


 
Ainda sobre o dolar como moeda internacional

 mensagem postada em 10/03/2015 - 09:03:10hs
 
 

"A moeda internacional é o dólar e o EUA são o único país no mundo capaz de criá-la.

Por isso tudo é diferente por lá. Os EUA são capazes de cobrar impostos mais baixos, ter altos gastos públicos com segurança, educação e infra estrutura sem o mesmo risco de quebrar que a Grécia. Eles são capazes de aumentar seu déficit fiscal dependendo apenas de uma canetada do Congresso (embora as vezes até isso seja complicado de conseguir).

A Grécia não pode imprimir nem euros, quanto mais dólares… por isso tem que ter um política fiscal condizente com sua realidade. Assim como todos os outros países do mundo. A China e o Japão não podem criar dólares mas têm uma grande reserva em dólar, por isso, têm um espaço maior mas ainda assim finito.

A economia contemporânea é assim, quem tiver mais dólares, estará melhor. O Brasil tem uma boa reserva e isso justifica em parte porque nos saímos tão bem da Crise dos Subprimes em 2008 em comparação com a Crise Asiática em 97 (de menores proporções).

Para que se entenda bem, hoje, qualquer país pode livremente criar sua própria moeda. O Brasil, se gastar mais do que arrecada, pode criar mais reais para quitar suas dívidas. Isso tende a gerar inflação (a moeda passa a valer menos do que ela mesmo valia antes) e desvalorização cambial (a moeda passa a valer menos em relação ao dólar). Mas ... Nem sempre foi assim.!!!

Padrão-Ouro

De forma com que nenhum Governo interferisse diretamente no valor da moeda, e que ela pudesse refletir de forma fidedigna o valor dos bens reais, durante muito tempo utilizou-se internacionalmente algo conhecido como o Padrão Ouro.

Grosso modo, cada moeda de cada país refletiria o nível de reservas em metais preciosos que este país possuísse. O ouro era a moeda internacional e cada moeda teria uma cotação em relação ao ouro.

Assim, os países que tivessem maior reserva em ouro, teriam uma moeda mais forte. Agora, entenda como a ideia do padrão ouro tinha por trás o alcance de um equilíbrio monetário.

Vamos dar o exemplo de 2 países aleatórios: Inglaterra e França. Digamos que a Inglaterra tivesse reservas em ouro muito maiores que a França. Ora, a libra valeria bem mais que o franco. Isso significaria que a França poderia produzir seus produtos e serviços a custos bem mais baixos que a Inglaterra e poderia exportá-los de forma bem mais competitiva.

Na Inglaterra tudo seria caro já que a libra era forte. Logo, a Inglaterra seria muito menos competitiva. Então, a França passaria a vender mais para a Inglaterra do a Inglaterra pra França.

Com esse superávit, a França agora possuiria bem mais ouro do que antes… e aí então, o franco poderia se valorizar mais do que a libra, a Inglaterra se tornaria mais competitiva e por aí vai… tendendo a um equilíbrio no longo prazo…

Nem o Governo da França e nem o da Inglaterra teriam interferência direta no valor de suas moedas. Este seria o resultado puramente do comércio entre ambos países.

Ou seja, nesse cenário é muito pouco provável que houvesse hiperinflação ou hiper deflação. Também defende o país dos malefícios criados por vícios políticos… ele amarra os braços dos políticos em relação a esta questão monetária. Para mal, mas também para o bem…

A Inglaterra largou o padrão ouro ainda nos anos 30 de forma a estimular a economia através de maiores gastos públicos. Os anos 30, lembrem, foi marcado economicamente como anos de depressão braba, fruto da Crise de 29.

A França por outro lado, manteve o padrão ouro por mais tempo e não se saiu tão bem quanto a Inglaterra…

Resumindo, no pós guerra (46-71) ficou estabelecido um modelo chamado de padrão dólar-ouro, em que todas as moedas teriam uma cotação fixada em dólar, e o dólar, no final de tudo, teria sua cotação fixada em Ouro.

Mas os altos gastos do Governo dos EUA, entre outros com a Guerra do Vietnam, e alguns contratempos com o governo francês – que questionava a hegemonia do dólar – fizeram os EUA abandonarem em 71 o padrão-ouro.

Coincidência ou não, os anos que se seguiram no mundo foram de inflação alta em diversos países, como o Brasil e o próprio EUA.

Voltando ao assunto inicial, nem o ouro, a libra e nem o dólar foram unanimes em se tornarem moedas internacionais. O ouro depende da extração do metal, que não necessariamente é capaz de atender a necessidade de crescimento da base monetária mundial. O dólar e a libra (e o euro) são influenciados pela política monetária desses países, deixando todos os demais reféns dos interesses destes.

É o que temos visto nos últimos anos… o próprio Brasil tem sofrido efeitos da expansão (e contração) da base americana, o dólar, fazendo o real se valorizar e se desvalorizar tão rapidamente gerando incertezas gerais.

Há muito se discute uma alternativa ao dólar. Poderia haver algo forte como o ouro mas sem suas limitações… uma moeda que não fosse criada e nem gerida pelos bancos centrais de nenhum país. Uma moeda puramente internacional, anônima, rápida e eficaz…"

Quem sabe do futuro ?

 


 
Res: Astrid Sugestão para conter a alta

 mensagem postada em 10/03/2015 - 09:03:11hs
 
 

Olá Astrid,

Tudo bom?

Eu acho que você não entendeu bem, mas vou tentar explicar de novo.

Todo governo precisa proteger sua economia e suas empresas em geral.

Em 2010 os EUA viram um avanço enorme da China e começaram a desvalorizar sua moeda para que suas empresas ficassem mais competitivas em relação aos produtos chineses, fruto disso foi a chegada do dólar a 1,50 aqui no Brasil. Lembro que na época a federação das industrias reclamava quase que diariamente e pedia uma ação do governo Lula para que o real fosse desvalorizado.

Isso é um exemplo de como a Casa Branca pode agir em relação a proteção de suas empresas e do seu mercado.

Quando um Estado como a Flórida que está entre os 4 mais ricos dos EUA (junto com Califorina, NY e Texas) possui o mercado imobiliário com cerca de 25% das operações feitas por brasileiros em 2013, podemos pensar que caso os brasileiros parem de investir nesse mercado uma crise pode começar a se formar, obviamente que aliada a outros fatores. A crise americana começou no mercado imobiliário por exemplo.

Falando ainda da Flórida 53% do brasileiros que visitam os EUA vão para lá, ou seja, o brasileiro que é o maior visitante da Flórida (apenas atrás do próprio cidadão americano) se um dia for desvantajoso para ele ir a Flórida, o que o estado irá fazer? Aqueles hotéis todos que foram construídos? Os restaurantes?

O turismo é a única atividade econômica que possui o efeito multiplicador, por isso que os países fortes economicamente geralmente possuem o turismo muito bem estruturado.

Quando você retira essas pessoas de lá, os hotéis, os parques, os restaurantes, as locadoras de carro, as lojas de shopping e etc vão ter sérios problemas para permanecerem abertos. Já pensou o desemprego que isso geraria?

Estou falando aqui da Flórida pois o fórum é sobre Orlando, mas em NY o brasileiro é o que mais gasta também! Gasto MÉDIO de USD 5,914 por pessoa.

Aí o que você faz como governante? toma uma medida para não aumentar o desemprego? ou deixa correr como está? Por que você acha que os EUA querem acabar com a exigência de visto para os brasileiros?

Nesse caso é mais vantajoso por exemplo o governo dar incentivos fiscais para baratear o custo da viagem dos brasileiros, pois eles gastam tanto nos EUA que mesmo assim seria vantajoso, pois além de assegurar o crescimento dos estados receptores, ainda sim se ganharia com impostos. Além das próprias empresas que podem simplesmente tratar o consumidor brasileiro de outra forma. Hoje em dia o brasileiro é tratado como rico, e as tarifas para nós as vezes são as mais caras. Isso pode e deve mudar.


Espero que agora você tenha entendido.

Um abraço

 


 
Sobre a Alta do Dolar ...

 mensagem postada em 10/03/2015 - 09:03:55hs
 
 

"Muita fumaça, mas não é fogo… nas últimas semanas foi anunciado que a taxa de desemprego dos EUA caiu para 5,9%, a menor desde julho de 2008, antes do pior momento da Crise Financeira. Isso é boa noticia para o mundo.

Em contrapartida, o dólar subiu no mundo inteiro e não apenas no Brasil, porque o mercado agora aposta que os juros americanos deverão subir talvez no primeiro semestre deste ano.

Grosso modo, os juros são o “preço do dinheiro”, se os juros nos EUA sobem, o valor do dólar tende a aumentar. Desde a crise de 2008, a taxa de juros americana ficou num patamar totalmente surreal e desproporcional, entre 0% e 0,25% ao ano (e nós reclamando do rendimento da Poupança, hein ???). Isso significa que quem compra um título americano perde para a inflação que gira em torno de 2% ao ano por lá.!!!

Como os juros no Brasil são historicamente altos devido aos problemas com a inflação (hoje está mais de 12% ao ano), o Real se valorizou bastante nos últimos 10 anos. Isso parece bom porque o brasileiro pode comprar mais produtos importados, pode viajar mais e parecemos as vezes mais ricos que americanos e europeus… mas tudo não passa de uma ilusão cambial.

Apesar de geralmente associarmos a alta do dólar a problemas estruturais no Brasil, essa alta é boa para a Economia do País. Ruim para o combate a inflação, é verdade (também para nossos planos de viagem) mas num contexto mais geral, esse movimento cambial torna nossos custos internos mais baixos e o Brasil mais competitivo internacionalmente. Isso significa fôlego para a nossa indústria (pois nossos produtos ficam mais competitivos no mercado internacional).

Os sinais de que os EUA voltaram a crescer são excelentes para todo o mundo.
Eles são os maiores importadores mundiais… isso estimula o comércio em todo o mundo. Além disso, essa taxa de juros real negativa nos EUA (taxa de juros descontada da inflação) é uma bizarrice econômica e seu fim próximo deve ser louvado por todos!
Foi uma taxa de juros bizarra como essa no inicio dos anos 2000 que iniciou todo o processo especulativo que levou à Crise em 2008. Mantê-la por muito tempo é perigoso…

Em 2002, também ano eleitoral, o dólar chegou ao entorno dos R$4 em função do chamado “risco-Lula”… mas o contexto cambial da época, com o real desvalorizado, ajudou o Brasil a voltar a crescer a partir de 2004. Começou baseado em exportações mas o efeito positivo foi aos poucos se alastrando por diversas indústrias nacionais e possibilitando o crescimento que vimos entre os anos de 2007-2010 que provavelmente só não foi maior justamente por causa da crise financeira nos EUA.

Vemos agora novamente essa tendência de alta no dólar, recuperação americana… os efeitos positivos são imensos embora haja certo pessimismo por aí.
O dólar mais caro deve derrubar a Bolsa a um nível ainda mais atraente, e uma recuperação no futuro pode repetir algo que ocorreu durante os anos 2000, onde a Bolsa brasileira subiu muito.

Mas é preciso estar atento, no Brasil um dólar mais alto gerará uma pressão inflacionária maior que será um desafio até por conta dos desajustes fiscais do governo. Nos EUA será muito importante que não ocorra algo semelhante com o que aconteceu nos anos 2004-2006, uma explosão irracional de euforia… torcemos que o FED, o mercado e os cidadãos comuns por lá tenham aprendido a lição. E por aqui, bem… por aqui, uma previsão para o contexto macroeconômico a despeito das especulações – muitas vezes exageradas – em torno do resultado das urnas."

Abraços!

 


 
 
A atual narração da atração - Spaceship Earth foi gravada pela atriz Judi Dench. Anteriormente foram narradores: Jeremy Irons (1994-2008), Walter Cronkite (1986-1994) e Vic Perrin (1982-1986).