Alfândega - Relatos

 
Tópico Aberto

 
 
ORDENAR MENSAGENS: da mais antiga para a mais recente
 

O objetivo do presente tópico é o de servir de espaço para que possamos postar - relatos - sobre as nossas experiências com a alfândega (exclusivamente). Peço que questionamentos sobre a "cota de isenção" sejam reservados para o seu tópico específico - Alfândega - Cota de Isenção.

leia essas informações
 
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Alfandega de Guarulhos

 mensagem postada em 01/08/2011 - 11:08:26hs
 
 

Olá pessoal bom dia!!!

Voltei de Miami na sexta-feira dia 29/07 por volta das 20:00, estava super aflita, pois estavamos com muitas malas, mas foi muito, mas muito tranquilo mesmo, passamos sem problemas nenhum no nada a declarar, ainda o fiscal nos perguntou se fizemos uma boa viajem, eu quase nao acredita no que estava ouvindo.

 


 
Enxoval de bebê

 mensagem postada em 01/08/2011 - 10:08:47hs
 
 

Pessoal,

Alguem ja passou pela alfandega de Guarulhos trazendo um enxoval de bebê completo?? To indo dia para Orlando e estou gravida e vou comprar todo enxoval la e estou com um certo medinho da alfandega da volta.

Abraços

 


 
Alfândega RJ

 mensagem postada em 28/07/2011 - 04:07:32hs
 
 

Olá pessoal, tudo bem?

Alguém sabe como está a alfândega depois de ter acabado a declaração de bens na hora de ir? Como funciona na hora de trazer notebooks lá de fora? É só explicar que já tinha? Ou precisa viajar com a nota fiscal?

Abraço!

 


 
Guarulhos

 mensagem postada em 23/07/2011 - 12:07:03hs
 
 

Cheguei no dia 18 de Julho, uma segunda feira, às 9h30 mais ou menos.
Foi tudo muito tranquilo, na verdade se me disessem que não existia alfândega eu acreditava.
Pegamos as malas (1 grande, 3 médias, 2 de mão, 3 mochilas, frasqueira, e uma sacola lotada de coisas da Disney - depois ainda teve a caixa do Duty Free) e fomos para o Duty Free.
Acho que ficamos no máximo meia hora lá e depois fomos para a fila do Nada a Declarar que tinha uma pessoa na nossa frente, passando direto também.
Não sei se foi porque passamos no Duty e demoramos um pouco, mas ninguém estava nem ai para quem estava saindo. O único comentário foi para a minha filha que ela estava com um Mickey dançarino.

 


 
Thiago

 mensagem postada em 15/07/2011 - 12:07:14hs
 
 

Realmente, se levarmos em conta o valor dólar de quando a cota foi estipulada em US$500, acho que tinha que ser US$1000 agora.

Podia ser uns US$2000 , pois se não me engano antes a cota era de US$1000 e foi baixada pra US$500.

 


 
Bruno

 mensagem postada em 15/07/2011 - 12:07:35hs
 
 

Concordo contigo, e o texto é vago mesmo, pois para uns - seja o turista ou o fiscal - passar 15 dias com 50 camisas pode ser normal, já outros podem achar exagerado. Aí se vc cai na mão de um fiscal que pense assim? Por isso o pessoal fala muito que é loteria. No caso das roupas é menos comum de implicarem, a não ser que seja algo descarado, tipo vc viaja 15 dias, volta com 50 camisas limpinhas, engomadinhas e passadinhas...
Mas isso também acontece com eletrônicos, só que é mais comum ser \"sorteado\" pra pagar o imposto.

Eu estava querendo trazer algumas peças de carro, e acessórios, mas não pode. Esse \"não pode\" também não é bem claro, pode trazer acessório, mas no site da Receita fala em uma rol de itens... rol este que ainda não existe. E um amigo meu já trouxe até um semi-eixo na bagagem - contou com a liberalidade do fiscal e passou.

PS: tive que substituir L.I.S.T.A. por rol pois a msg ia pro tópico Recados e Bate-papo

 


 
Thiago

 mensagem postada em 14/07/2011 - 09:07:46hs
 
 

Vc entendeu meu exemplo errado, ou talvez eu não tenha me expressado corretamente.

O exemplo que eu quis dar foi da pessoa que já tem em casa várias roupas de marcas americanas de viagens passadase depois essa mesma pessoa faz uma viagem para o exterior levando uma boa parte destas peças, quando ela chega, o fiscal pede para abrir a mala pedindo as notas. De pronto, o viajante informa que não comprou nenhuma roupa (o que é verdade, afinal as peças contidas na sua mala são de viagens passadas), mas mesmo assim o fiscal multa. E ai, o que fazer?
Andar com as notas de roupas que vc comprou em viagens passadas no bolso?
Quanto ao seu ponto de vista para defesa das empresas nacionais, concordo plenamente com vc, só que isso poderia ser feito reduzindo drasticamente os impostos. Contudo, isso não pode ser feito, pois temos que manter uma turminha que fica lá em Bsb.

 


 
Bruno

 mensagem postada em 14/07/2011 - 08:07:30hs
 
 

Quanto às roupas, cara, você só será taxado se a quantidade for evidentemente incompatível com o tempo de viagem.

Se você, como no seu exemplo, ficar 20 dias e voltar com total de 50 camisetas, será bem difícil do fiscal lhe taxar, pois dá uma média de 2,5 camisetas por dia, o que é razoável.

Agora acho que fica difícil reclamar de uma taxação se você ficar, por exemplo, 10 dias e voltar com 50 camisetas, afinal, na média não se usa 5 camisetas por dia.

Discordo de você quando afirma que é melhor isentar logo a importação de roupas. Creio que a cota de U$ 500 é que está defasada. Mas isentar roupas é exagero pois, mesmo discordando dos preços praticados no Brasil, entendo que é preciso proteger as empresas nacionais.

Abs!!

 


 
Concluindo

 mensagem postada em 14/07/2011 - 02:07:21hs
 
 

Apenas concluindo, a permanecer a situação desta forma, vai chegar o ponto de quem gosta de comprar muita roupa em viagens, ter que andar com as notas fiscais (antigas) para provar ao fiscal quando for para que não comprou tais roupas na presente viagem.

 


 
Fernando

 mensagem postada em 14/07/2011 - 02:07:46hs
 
 

Acho o fato de ser liberado ou taxado por mera liberalidade do fiscal algo extremamente retrogrado ao Estado de Direito em que vivemos. Isso dá ensejo a tratamento desiguais, o que convenhamos, não deve ser tolerado.
Olha esse exemplo: Digamos que eu já tenha viajado 5 vezes para os Estados Unidos, e sempre que viajo trago 20 peças da Abercrombie, de modo que hoje possuo 100 peças desta marca.
No mês de dezembro resolvo me casar e passar a lua de mel com minha noiva em Nova York (20 dias), somente com o propósito turístico de visitar lugares (sem qualquer intenção de compras - algo difícil porém possível), e, na minha bagagem levo pelo menos umas 50 peças da Abercrombie. Na volta quando estou passando pela Alfândega uma fiscal pede que eu abra minha mala e diz o seguinte: parabéns o senhor acaba de estourar a cota e pagará x a título de multa. Eu olho para e digo: mas essas peças são minhas e de uso pessoal.
Ela então olha para mim e diz: Não, não é, vc as trouxe para revender, e nem adianta reclamar pq quem decide isso sou eu, a liberalidade é minha.
Acho que roupa deveria ficar liberado, para evitar injustiças como o exemplo que narrei.
Afinal, nem todo mundo é muambeiro, além do que, não se deve nivelar todo mundo por baixo. Acho que não é o fato de vc estar trazendo uma quantidade vultosa de roupas que ficará caracterizado que vc está com intuito de revendê-las.

 


 
 
A atual narração da atração - Spaceship Earth foi gravada pela atriz Judi Dench. Anteriormente foram narradores: Jeremy Irons (1994-2008), Walter Cronkite (1986-1994) e Vic Perrin (1982-1986).