Alfândega - Relatos

 
Tópico Aberto

 
 
ORDENAR MENSAGENS: da mais antiga para a mais recente
 

O objetivo do presente tópico é o de servir de espaço para que possamos postar - relatos - sobre as nossas experiências com a alfândega (exclusivamente). Peço que questionamentos sobre a "cota de isenção" sejam reservados para o seu tópico específico - Alfândega - Cota de Isenção.

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Alfândega Brasília - 29/08

 mensagem postada em 29/08/2011 - 05:08:29hs
 
 

Hoje na alfândega de Brasília o clima estava bem tranquilo, pelo menos foi essa minha impressão. Tinham 2 voos chegando praticamente ao mesmo tempo na cidade, um da AA e outro da Delta.

No caso da Delta, as pessoas estavam passando direto pelo Nada a Declarar. Foram duas ou três pessoas para bagagens a declarar. Foi o caso do meu amigo, que declarou a compra de 1 Imac no valor de 1800 dólares.

No meu caso, não tinha mesmo nada a declarar que passasse da cota. Já não tinha mais fila quando fui passar, depois das compras no Duty Free (que aliás, está com preços bem bacanas, pena que tem poucas opções). O fiscal me perguntou quanto tempo fora do país, se havia trazido algum eletrônico (e disse que sim, um Xbox de encomenda) e meus itens pessoais, câmera e Ipod. Ele falou OK, pode passar.

Senti hoje que a maioria das pessoas ficam nervosas e apreensivas na alfândega. Todos queriam pegar as malas correndo, entrar na fila de cabeça baixa e sair o mais rápido possível. Como venho defendendo a tempos aqui neste fórum, acho que não é por aí, mas cada um tem a consciência do que faz (tinha gente com Ipad, Imac, vídeo game, 4 malas, e mesmo assim ainda iam pra fila do nada a declarar, é mole !!!). OK, sei disso porque vi a cena no aeroporto e também no avião.

Acho que os casos mais absurdos, o fiscal passava no raio-x.

O meu amigo que declarou o laptop foi a última pessoa a sair da alfândega, quase 1 hora e meia depois do voo ter chegado. Não entendi o porquê da demora, mas concluo sem nenhum problema que quem é honesto acaba pagando o pato, literalmente.

Abraços.

Luciano Abreu

 


 
Paulo Edurado

 mensagem postada em 29/08/2011 - 05:08:26hs
 
 

Olá Paulo,

Li teu post e lógico que concordo com os pontos que você destaca. Evidentemente, se tivéssemos retorno efetivo dos impostos pagos, seria até prazeroso declarar e tudo mais. Isso é ponto comum entre todos.

Infelizmente cada caso é um caso e sim, o risco é pessoal e a tensão também o é. O comentário que fiz em post passado foi da situação em geral. Ou seja, tem alguns que pagam o pato pelos outros na questão da declaração. Isso vai de cada um e é ótimo termos visões diferentes sobre o tema.

O raciocínio do imposto, mesmo declarando, sempre fica mais barato do que comprar aqui no Brasil mesmo, em qualquer caso analisado, SEMPRE. Chega a ser ridículo !!! Quando se comparam os preços dos produtos da Mac, parece que pagamos mais de 100% de imposto se comparado com os mesmos produtos nos EUA. Enfim, é o custo Brasil.

Abraços.

Luciano Abreu

 


 
Só um adendo

 mensagem postada em 27/08/2011 - 09:08:18hs
 
 

Falando do meu caso, mesmo que o Fiscal pegasse todos os meus eletrônicos e me multasse, fazendo as contas tudo sairia cerca de 30% mais barato do que comprando aqui no Brasil. Por isso resolvi correr o risco. Não vou revender nada, é tudo pra uso pessoal. Portanto não vejo mal nenhum em não declarar. A norma está aí pra ser cumprida, e até teria dor na conciência se morasse num país sério, que usasse o dinheiro dos impostos para o bem comum. O que não é o caso. Portanto, ao invés de dar dinheiro pra empresas que querem lucrar um absurdo em cima de mim ou de governos corruptos que embolsam meus impostos, fico com a grana pra mim mesmo. O stress é meu, o risco foi assumido por mim, e as consequências idem.

 


 
Declaração

 mensagem postada em 26/08/2011 - 10:08:42hs
 
 

Tenho lido muitas coisas aqui em relação a declaração ou não que assustam.

Assustam pelo fato das pessoas acharem "normal" não declarar vários eletrônicos que extrapolam, E MUITO, a cota limite de 500 dólares.

OK, concordo que a cota é baixa, ainda mais diante da valorização de nossa moeda e que os preços nos EUA são absurdamente mais em conta que no Brasil, sequer dá para comparar na verdade, pois qualquer comparação esbarra nos altos impostos do Brasil.

Mas eu acho mais válido e sempre optei por declarar a bagagem, mesmo sabendo que estaria dentro da cota limite. Ou seja, ir pra fila do nada a declarar somente se você tem plena convicção que não passou do limite. Lógico que muitas pessoas não agem dessa forma; mas aí se for pego, todos sabemos do stress que isso pode causar, inclusive com o fiscal querendo taxar TUDO que você comprou, mesmo você alegando que é para "uso pessoal". Como justificar 10 perfumes, 8 pares de tênis, 15 camisas e por aí vai ???? O fiscal da receita pode sim entrar nesse mérito, em especial, nos casos de viagens mais curtas, essas que estamos acostumados a fazer para Orlando.

Na dúvida meu povo, não tentemos o velho "jeitinho". O barato, pode sair caro. E outra; na hipótese de não declarar um Macbook, por exemplo, como faz pra viajar com ele para os EUA (ou qualquer outro lugar) e voltar pro Brasil, em uma outra oportunidade ??? Novamente o mesmo problema na receita....novamente a mesma tensão ????

Deixo aqui a idéia de que, sim, é chato, é um absurdo, etc etc etc, mas se existe a tal lei, em geral, temos de cumprir, até para evitar problemas para nós mesmos depois.

Essa é minha opinião pessoal sobre esse tema (sei que esse tópico é para relatos, mas tem muitos relatos que me deixam perplexos, e a outros também, dada a normalidade como as narrações são feitas).

Abraços.

Luciano Abreu

 


 
Paulo Edurado

 mensagem postada em 26/08/2011 - 03:08:12hs
 
 

Olá Paulo! Obrigada pela resposta!

Então, na verdade, não pretendo trazer muito eletrônicos... Aliás, fora da cota, seria só o iPad mesmo!!

Mas acho que não vou ter a segurança e a coragem da sua esposa... E provavelmente vou declará-lo!!

Tenho muito medo de ir na fila no Nada a Declarar, me mandarem pra vistoria, e ter que pagar o dobro de imposto...

A nossa estratégia talvez vai ser colocar a maioria das outras coisas na mala do meu marido e ele sim tentar passar direto!! Porque vai que pegamos um fiscal doido e ele resolve taxar tudo!! Temos cada relato aqui no Forum...

Anyway, obrigada pelo seu depoimento!! Mais um que esta agregando e transformando a minha viagem numa viagem dos sonhos!!

Abraços, Thalita

 


 
Thalita

 mensagem postada em 26/08/2011 - 02:08:49hs
 
 

Oi Thalita!
A minha esposa é muito tranquila com essas coisas, o desesperado sou eu. Eu já viajei pros EUA umas 4 vezes, e em todas trouxe muitos eletrônicos. Nunca tive problemas em Guarulhos. Dessa vez eu extrapolei um pouco pois trouxe muitas encomendas pra amigos, mas GRU é muito tranquilo. Nessa vez eu tinha certeza que eu seria parado, pois estava com tres malas enormes,pesadas e estufadas. A fiscal realmente me olhou assustada, mas não fez menção de me parar. E ela estava sozinha também, não ia querer ter esse trabalhão todo... Uma coisa que eu recomendo muito são os Plastics Bags. Comprei 5 na Macrobaby, a caixa com os pequenos sai $20,00 se não me engano. Aqui custa uns R$ 200,00. Vc põe as roupas dentro, pede um aspirador de pó emprestado no hotel, fecha o saco e suga o ar com o aspirador. O volume das roupas diminui muito,cabendo muito mais coisas na mala. O lado negativo, é que vc precisa tomar cuidado pra não passar do peso, pois as malas ficam muito pesadas. Eu tive que sair tirando coisa de uma mala pra outra no aeroporto, pois a taxa era de $200,00 por mala! Mas de resto foi tudo muito tranquilo!

 


 
Bruno Leonard

 mensagem postada em 26/08/2011 - 01:08:57hs
 
 

Foi o que pensei ao ler as informações no site da receita. E ele tem passaporte.

Obridaga por responderem.

Pessoal se alguém também tiver alguma experiência ou conhecimento de algum caso de brasileiro residente no exterior que tenha sido parado pela alfândega, conte-nos!

Quero levar meu ipad para o Brasil e como é novo, fico com receio de implicarem. Aliás, acredito que eles tem o dever de serem mais maleáveis, afinal de contas todos os meus pertences são daqui dos EUA. Levarei presentes, mas não ultrapassam cota.

 


 
Paulo Edurado

 mensagem postada em 26/08/2011 - 12:08:50hs
 
 

Olá Paulo, tudo bom?

Uma pergunta básica...
Sua esposa não ficou com receio de passar com tantos eletrônicos????????

O que mais tem me aflingido nesta viagem é essa maldita Alfândega..... Ninguém merece!!!
E olhe que nem quero trazer tanta coisa assim... Mas fica dificil "confiar" nos fiscais e tentar prever alguma coisa!!

Se puder contribuir com mais detalhes, eu agradeço!!! Pois meu voo vai chegar no mesmo horário que o seu, porém, no sábado dia 01/10!!

Abraços, Thalita

 


 
cota para bebê - Cinthia Santos

 mensagem postada em 26/08/2011 - 12:08:55hs
 
 

Prezada, boa tarde!
Analisei rapidamente os decretos e leis publicadas pela RFB não encontrei nenhum paragrafo mencionando limite de idade para ter direito a cota de isenção...
Diz-se somente que menores de 18 anos também tem direito a cota de isenção porém não podem trazer artigos como bebidas ou cigarros e menores de 16 devem ter suas declarações assinadas pelos pais...
Portanto, vc pode se valer de que nada é mencionado nas leis e decretos e trazer sim coisas colocando na cota de seu Bebe... mesmo porque ele já tem passaporte, não é?

 


 
cota para bebê

 mensagem postada em 26/08/2011 - 12:08:46hs
 
 

Oi pessoal! Se alguém puder me ajudar com uma dúvida, ficarei agradecida.
Posso trazer na mala do meu filho de 8 meses coisas que não sejam de uso pessoal dele e que não ultrapassem a cota dos 500$?

As regras para menores são as mesmas que para maiores?(intens de uso pessoal + compras de até 500$)



 


 
 
No restaurante Be Our Guest, a delicada Rose Gallery, decorada com toques rosa, pinturas e tapeçarias, possui uma imensa caixa de música central, com mais de 2 metros de altura com a figura giratória da Bela e da Fera.