Alfândega - Relatos

 
Tópico Aberto

 
 
ORDENAR MENSAGENS: da mais antiga para a mais recente
 

O objetivo do presente tópico é o de servir de espaço para que possamos postar - relatos - sobre as nossas experiências com a alfândega (exclusivamente). Peço que questionamentos sobre a "cota de isenção" sejam reservados para o seu tópico específico - Alfândega - Cota de Isenção.

leia essas informações
 
Índice  
 
 
Paula Alvim

 mensagem postada em 02/09/2011 - 11:09:52hs
 
 

Paula, minha opinião: declare no macbook.

Faça as contas: um macbook pro aqui no Brasil, de repente o top de linha, sai por 8000 reais. Nos EUA, você compra, já com taxas, por cerca de 2000 dólares.

Se você declarar, em futuras viagens (e acredite, Orlando encanta e as pessoas costumam repetir a dose sempre que possível), você fica LIVRE pra ir e vir com teu mac, sem essa sensação de medo que as pessoas ficam na alfândega por "burlarem" as regras da cota estabelecida em lei.

Fica aí a minha sincera opinião sobre isso. Ah, não esqueça: sim, seja onde for, a receita fica de olho mais aberto em excursões com grupos de adolescentes pois sabem que, de forma ou outra, os gastos são grandes...vídeo-game, jogos, computador...ipods da vida, essas coisas. Não tenha medo, faça o certo e fique tranquila.

Abraços.

Luciano Abreu

 


 
Trazer MacBook

 mensagem postada em 02/09/2011 - 12:09:27hs
 
 

Oi
Estou indo em janeiro para a Disney com a minha irmã de 11 anos e meus pais para a minha viagem de 15 anos. Vamos em uma excursão com várias pessoas da minha idade e quero trazer um MacBook pra mim e uma câmera digital, que não entra na cota. Ainda não tenho certeza se vamos voltar por São Paulo ou Belo Horizonte, e gostaria de saber como está a alfândega lá e se eles costumam para excursões assim. O que vocês aconselham? Devo declarar o MacBook? E será que há menos chance de ser pega se não declarar e colocar o notebook na mala da minha irmã? Obrigada.

 


 
Eduardo/ Notícias do Galeão

 mensagem postada em 01/09/2011 - 03:09:34hs
 
 

Eduardo, obrigada pela resposta. O certo era isso mesmo, implicar com quem está lucrando com os produtos e não com quem foi de férias.

Olhem só a notícia de hoje:


<i>Fraude com importados em aeroporto causa prejuízo de R$ 148 mi

A Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Receita Federal do Brasil descobriram um esquema que causou um prejuízo de R$ 148 milhões em mercadorias que entraram no país sem pagamento de tributos. A operação Voo Livre cumpre 39 mandados de busca e apreensão em empresas e residências no Rio.

Ao todo são 22 indiciados, sendo 12 servidores da Receita Federal, três policiais federais e sete pessoas, entre funcionários de empresas que prestam serviço no Aeroporto Galeão e empresários. Todos beneficiaram empresas e pessoas trazendo mercadorias dos Estados Unidos ao Brasil, sem o pagamento de impostos.

Os policiais também davam um atendimento VIP a empresários que chegavam ao país sem que fossem fiscalizados pela Alfândega.


PS: esqueci o http://www1.folha.uol.com.br/mercado/968763-fraude-com-importados-em-aeroporto-causa-prejuizo-de-r-148-mi.shtml

 


 
Maíra S. S. - Relatos GIG

 mensagem postada em 01/09/2011 - 09:09:12hs
 
 

O que eu pude perceber, eles estão procurando exageros.
No meu grupo, eram 3 casais, com filhos, eu fui o que menos trouxe eletronico. Meu amigo, comprou IPad, maquina profissional e tambem não foi pego.

Acho que eles querem os MUAMBEIROS. O problema que ficamos na mão do fiscal, se ele sismar, ferrou.

 


 
Cheguei Ontem ...

 mensagem postada em 31/08/2011 - 05:08:29hs
 
 

Cheguei ontem pelo Galeão.

Chegamos as 11:00 da manha. Ficou uma fiscal lá nas bagagens, "infiltrada" só passando para os superiores os "ELEITOS". Só descobri isso, pois quando fui passar, fui parado, e a fiscal aos berros pelo nextel, informava a cor da roupa dos ELEITOS.

Só estavam passando direto, sem raio x, pessoas com apenas uma bagagem e uma de mão.

O restante todo mundo para o raio x, um saco, tira mala do carrinho, perguntas debochadas.




 


 
Alicara

 mensagem postada em 31/08/2011 - 04:08:25hs
 
 

Nunca tive problemas com a alfândega de BH. Os fiscais sempre foram muito gentis comigo. Nas 5 últimas vezes que cheguei a BH fui para a alfândega. 3 vezes por estar declarando produtos acima de U$ 500,00 e outras 2 porque me pararam. Eu nunca tentei passar com compras acima da cota. Mas já vi gente sendo parada e que estava trazendo mais de U$500,00 e eles vasculharam a mala toda e taxaram um monte de coisas. Abraços

 


 
Luciano

 mensagem postada em 31/08/2011 - 03:08:18hs
 
 

Fiquei feliz com seu relato sobre o aeroporto de Brasília.
Estou apreensiva pq nunca embarquei/desembarquei nesse local. Sempre guarulhos.
Eu não vou trazer quilos e quilos de coisas. Prá ser sincera, tenho certeza de um XBox com Kinect, talvez uma Dolce Gusto.
O resto é coisa que já vou usar por lá mesmo, como escova/secador , roupas, maquiagens, coisas de mulher.
Quero crer que será tranquilo. Até pq meu marido tb vai, então são 2 a dividir as compras.

 


 
Paulo e Luciana

 mensagem postada em 31/08/2011 - 12:08:53hs
 
 

Concordo com as questões levantadas, em especial no tocante às imposições do governo sobre a proteção às empresas nacionais.

Os laptops são absurdos. Fiz um cálculo bem rápido sobre o preço de 1 Imacpro. Aqui no Brasil custa algo em torno de 8 mil reais e nos EUA algo em torno de 2 mil dólares, já com a taxa. Pois bem, fica MAIS BARATO, vc pegar um avião, ir nos EUA, comprar o Imac, passear nos EUA, se hospedar em hotel, retornar ao Brasil, declarar o laptop na alfândega e pagar o imposto do que vc adquirir o produto aqui mesmo, é mole !!! E esse mais barato, de repente, estou falando em 2 mil reais.

Concordo com o verdadeiro absurdo praticado com os preços de mercado no Brasil, mais a alta carga tributária. É de se revoltar !!!!

Agora, o problema mais gritante, em si, na minha visão, é a cota de 500 dólares.....não conheço ninguém que tenha ido para os EUA e tenha comprado produtos (todos, incluindo aí os itens de uso pessoal) que fiquem abaixo da "cota" permitida. Ela é baixa e está totalmente fora dos padrões hoje de consumo e renda aqui no Brasil em linhas gerais.

Como o Paulo disse em posts anteriores; se o imposto pago fosse revertido para algum benefício à população, de forma séria e realmente verdadeira, acho que não seria tão complicado declarar. Enfim, é complicado mesmo !!!

E reitero que, àqueles que declaram, acabam pagando o pato. É a velha tese no nosso país, infelizmente; quem deve, não teme ao passo que quem não deve, teme !!!

Abraços.

Luciano Abreu

 


 
Luciano

 mensagem postada em 31/08/2011 - 11:08:19hs
 
 

Essa apreensão de passar na alfândega é que mais me revolta. As pessoas sentem medo de por um produto que compraram honestamente, com dinheiro guardado com muito sacrifício, e são tratados como bandidos. As regras da alfândega deviam punir quem chega com 10 relógios iguais, ou 50 perfumes. Pois no caso de revenda há sim a sonegação. Agora itens pessoais, como vestuário ou até brinquedos de criança. é um absurdo. E no caso dos notebooks, essa regra ridícula se dá, para que empresas nacionais vedam produtos defasados a preço de top de linha.
Tudo no Brasil é gerado pelo governo. Se o preço fosse justo aqui, ninguém comprava nada fora, só iria se divertir.
Mas o povo é sempre punido pelos erros do governo.

 


 
Luciano

 mensagem postada em 30/08/2011 - 09:08:16hs
 
 

Eu concordo com você, acho que só em casos extremos mesmo, que devemos dar esse jeitinho.
Eu vou em Agosto/12, e não pretendo trazer eletrônicos, até porque, não vejo muuita graça em IPAD e derivados.
Quero trazer mesmo só vestuário, mas sem exagero também...
Mas ultimamente, venho acompanhando que Brasília, a Alfândega também está muito tranquila.
Porque muita gente tem medo de passar por aqui.

 


 
 
Assim que você adentra ao celeiro da atração The Barnstormer at Goofys Wiseacre Farm (Mickeys Toontown) observe a reação das galinhas quando o avião passa zunindo.