Voltei - Relato da minha viagem!

 
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ORDENAR MENSAGENS: da mais antiga para a mais recente
 
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Silze

 mensagem postada em 08/01/2008 - 09:01:55hs
 
 

Oi Silze,

as vantagens de trocar travellers são:

- Travellers tem uma cotação mais baixa do que papel moeda, portanto, você está comprando papel moeda por 1,85 quando na verdade está 1,89 em casas de câmbio (por exemplo);

- Quando você voltar para o Brasil e for trocar os seus travellers que sobraram, eles serão muito mais depreciados do que papel moeda, ou seja, vale a pena trocar alguns travellers para você não voltar ao Brasil com eles;

Os travellers são realmente muito bem aceitos, mas você não pode dispensar andar com papel moeda na carteira, e a melhor forma de fazer isso é comprando travellers por uma cotação mais baixa e depois trocá-los quando chegar lá.

bjs!

 


 
BRUNA

 mensagem postada em 08/01/2008 - 08:01:04hs
 
 

Desculpe me intrometer mas, porque vc quer trocar os travellrs? Vc os usa para pagar qq coisa até sorvete na barraquinha e o troco vem em espécie. Não precisa fazer a troca com ninguém, muito menos pagar por isso.

 


 
Bruna

 mensagem postada em 08/01/2008 - 06:01:29hs
 
 

Oi Bruna!

O Ronaldo troca travellers e não cobra nada por isso. É claro que não é para abusar, né? Ele troca dentro das possibilidades dele. Antes de vir embora trocamos todos os poucos que restaram.

bjs!

 


 
Atlanta - Imigração - Orlando (final)

 mensagem postada em 08/01/2008 - 06:01:23hs
 
 

Depois do almoço demos uma volta pelo Mall at Millenia (shopping muito bonito e com lojas de todas as grandes grifes – os preços são mais caros). Entramos na Macy´s e foi impossível não começar a gastar: A Pri comprou maquiagens da MAC e foi toda maquiada pela vendedora, enquanto eu renovei todas minhas cuecas e algumas meias sociais.
Saímos do Millenia e fomos para o Florida Mall, que mais tarde seria eleito pela gente como um dos melhores locais para compras. Deixamos mais umas verdinhas na Oakley, demos uma olhada nos preços da Swatch e o corpo já estava pedindo um break. Eram quase 18h e o shopping estava fechando (véspera de natal). Os dias de compras ainda estavam por vir.

Fomos para o hotel: Quality Inn Plaza.

OPINIÃO SOBRE O HOTEL: Para chegar morto e dormir, é o suficiente (custo x benefício). Fica muito bem localizado, perto da Sand Lake, com um Walgreens e uma Victoria´s Secret em frente, Ponderosa, Sizzler e Olive Garden ao lado e uma Pizza Hut literalmente no estacionamento, entre outras opções. É muito fácil ir para qualquer lugar a partir desse ponto.

Como nem tudo são flores, tivemos alguns problemas: No dia da nossa chegada ficamos sem chave, pois eles estavam com um problema na máquina que as codifica. A arrumadeira teimava em não deixar o quarto arrumado todos os dias, mesmo deixando tip.

Ficamos em um quarto no 4º andar, de frente para a piscina e para a I4. Era barulhento, mas graças ao estado em que os nossos corpos se encontravam no momento do retorno ao hotel, isso não incomodou.

O quarto era de fumantes, mesmo eu tendo pedido um quarto de não fumantes. Tentei trocar e não consegui, pois todos os não fumantes estavam ocupados.

Conclusão: Apesar de ser "suficiente", não voltaria a ficar nele, pois acredito que existem opções melhores dentro da mesma faixa de preço. Além disso, o problema da chave foi uma dor de cabeça e fomos dormir às 12am no dia da nossa chegada por conta disso. Mas para quem vai agora e já está com ele reservado, fique tranqüilo, pois não é nenhum show de horror.

Ufa! Estamos cansados! Fui até o Walgreens e comprei o nosso café da manhã, muffins, Pringles e outros itens de sobrevivência mais imediatos. Fizemos um lanche, matei a minha saudade do Mountain Dew (apelidado de "foco de dengue" pela Pri - por ser na cor amarela) e desmaiamos.
Mas amanhã é dia de Magic Kingdom! Como vamos encarar um parque lotado em pleno dia de natal? Quem viver verá!

Até lá!

 


 
Atlanta - Imigração - Orlando (continuação)

 mensagem postada em 08/01/2008 - 05:01:45hs
 
 

Passamos pela chatice de tirar a roupa (mais uma fila de uns 10 minutos) e fomos correndo pegar o nosso novo vôo. Para chegar no gate pegamos o transporte interno do aeroporto de Hartsfield (que é imenso) – uma espécie de metrô que leva aos contours (locais onde estão localizados os gates). É muito fácil: basta localizar o seu gate, por exemplo, A12 e pegar o “metrô” até o contour correspondente, que nesse caso seria o contour A.

Chegamos no nosso gate, embarcamos e finalmente tomamos o rumo de Orlando (vôo de aproximadamente 1h). Nessa hora o cansaço da viagem já havia desaparecido.

Chegamos em Orlando por volta de 9h30. Pegamos as nossas malas e seguimos para o balcão da Alamo, que fica no piso inferior. Uma fila de uns 30 minutos e fui atendido. Tinha alugado um veículo categoria econômica, com seguro All inclusive + primeiro tanque grátis. Aqui ficam algumas considerações:

Fui obrigado a escolher o plano All inclusive, pois tenho 24 anos (é uma condição para menores de 25 anos em alguns estados americanos). Além disso, paguei um extra de US$ 25,00 por dia pelo mesmo motivo. Resumindo: Tomei uma facada de US$ 300,00 logo de cara (já previsto). Aliás, vale a pena dizer que eles fazem de tudo para que você use o seu cartão de crédito. Como eu não tinha planos para usá-lo durante a viagem, já fui preparado para isso e deixei o atendente debitar no meu cartão mesmo. Caso você queira pagar em traveller ou dinheiro, eles vão encher a sua paciência para que use o cartão. E pagamento em traveller só quando você devolver o carro.

Bom, ganhamos um upgrade de categoria (para COMPACT) e nos dirigimos para escolher a caranga no estacionamento. Não tinham muitas opções, mas a Pri escolheu um Pontiac G5 vermelho. Bem esportivo, confortável e com um porta malas espaçoso. O alarme não estava funcionando e ficou assim até o final da viagem.

Próxima parada: Escritório do Ronaldo para pegar o GPS, tickets do Busch Gardens (1 dia de admissão) e Cirque du Soleil. Os tickets da Disney (7 dias com Park Hooper) eu já havia comprado pelo site waltdisneyworld.com e os recebi na minha casa 3 meses antes da viagem. Os da Universal comprei pelo site também (1 semana de admissão ilimitada aos 2 parques – infelizmente parece que essa promoção acabou).

E lá fomos nós. Fiquei vibrando por estar dirigindo naquele lugar maravilhoso, ao lado da minha namorada, apenas no início de uma viagem que prometia muito. A Pri também estava irradiante. Tão irradiante que mal conseguia me dizer o caminho até o escritório do Ronaldo (ela estava com os mapas que imprimimos pelo GoogleMaps).
Dirigir em Orlando é muito, MUITO fácil. Percebemos isso logo no segundo dia, mas a opção pelo GPS se deu por dois fatores:

1- Função páginas amarelas (você digita o nome de um restaurante, por exemplo, e ele te dá as opções mais próximas de ti);
2- Não queríamos perder 1 só segundo da nossa viagem perdidos.

Além disso, o preço do Ronaldo é imbatível.

DICA: Vale a pena alugar um GPS nem que seja por pelo menos 1 semana. O GPS é uma espécie de faculdade para você aprender a dirigir lá com tranqüilidade. Uma vez com o GPS é impossível de se perder. Ainda na primeira semana, algumas vezes já nem ligava mais o GPS. Na segunda semana já testava rotas alternativas para evitar o trânsito da Sand Lake, I4 e International Drive.

Se você nunca dirigiu em Orlando, deixe o orgulho de lado e alugue um GPS por uma semana. É um investimento mínimo diante da flexibilidade e otimização de tempo que ele te dá.

À noite fica mais difícil de dirigir, e você não vai querer ficar analisando um mapa, no acostamento, depois de um dia inteiro andando, querendo cortar as pernas fora, não é?

Continuando...

Chegamos no escritório do Ronaldo com tranqüilidade. Deslumbrados com a quantidade de informação. Eu não lembrava de quase nada da Cidade de Orlando, e a Pri só tinha andado de ônibus por lá.

DICA: Podem confiar no Ronaldo. O cara é nota 1000. Super atencioso e correto. Pegamos as nossas “encomendas”, batemos um papo, trocamos alguns travellers e voltamos para a estrada. Eram aproximadamente 11:30 da manhã e o nosso check-in no hotel seria só às 15h.

Eu já tinha falado para a Pri que quando chegássemos eu iria levá-la para almoçar em um restaurante que adorava. Conheci na época que morei em New York: The Cheesecake Factory – localizado em Orlando no Mall at Millenia.

Ligamos o GPS e lá fomos nós, orientados pela “Chicana”, apelido que demos à voz feminina do nosso GPS.

Almoçamos maravilhosamente bem: Beef Ribs e uma Caesar Salad (dividimos os dois pratos e ainda sobrou). De entrada pedimos Buffalo Wings, na verdade eu pedi, pois a Pri não gosta de pimenta e eu adoro.

(Continua)

 


 
último capítulo- VOLTA

 mensagem postada em 08/01/2008 - 05:01:03hs
 
 

Último dia: acordamos cedo, dei uma adiantada nas bagagens e saímos prá tomar café da manhã no Sizzler, nos despedimos das panquecas, french toast, waffles e etc. Depois fomos dar uma passada básica no Premiun, comprei uma camiseta na Timberland prá presente e um óculos de sol na Sunglass Hut, andamos mais um pouco e voltamos pro hotel, tomamos banho, deixamos as malas armazenadas no hotel, fizemos o check out e fomos almoçar, meu vôo era 16:10 pela Delta. Almoçamos no Maccaroni Grill, eu dei uma última passada numa Walgreens perto... Levei um bronca do maridão...rs
Voltamos pro hotel pegamos nossas malas e um táxi (45.00 a corrida) pois não cabia tudo no nosso carro e nos dividimos: meu marido foi com o filho no carro e eu e minha filha fomos no táxi, como meu marido tinha se perdido na saída do aeroporto falei pro motorista que ele ia seguindo o táxi e ele concordou, era um haitiano, acho. Bom, foi bem engraçado: o taxista corria muito e tinha passagem livre nos pedágios (02) e a gente ficava olhando prá trás e vendo se meu marido vinha...depois ele disse que suou bastante prá conseguir acompanhar o cara...rs
Fiquei prá fazer o check in e ele foi devolver o carro da Avis no próprio aeroporto. Uma de nossas malas estava bem pesada e excedeu os 32 kg, uns 05 kg apenas e mesmo as outras malas estando beeeem mais leves eles nos cobraram 100.00 pelo excesso, não teve argumento pagamos mesmo.
Seguimos prá imigração, fila enormeeee, com um grupo de brasileiros na nossa frente, umas 12 pessoas hiper enroladas. Fiquei com medo de perder o vôo por causa deles: demoravam a tirar os objetos e colocar no recipiente, abrir malas de mão prá passar no raio x e etc. Já estava perdendo a paciência...eram enrolados demais. Pegamos o vôo para Atlanta, todo mundo cansado e tão quietos...a volta é triste!!!
Em Atlanta ficamos umas 02 horas...o terminal internacional estava lotado e nos direcionaram ao nacional, eu tinha deixado prá ver um perfume da minha mãe no free shop e não deu...não deixo mais nada prá volta. Fizemos um lanche no Starbuks e matamos tempo até o embarque. Embarcamos 22:00hs, o vôo foi razoável. Jantamos e comecei a observar meu filho: ele não quis jantar e estava meio pálido, perguntei se ele estava se sentindo mal e ele disse que tava um pouco enjoado. A noite passou e nós não pregamos o olho, nenhum dos 04. Umas 6:00hs eles serviram o café da manhã e meu filho não quis comer nada, reclamou do enjôo de novo e mal acabou de falar vomitou...a comissária veio com uma sacola grande e evitou que a sujeira fosse maior. Faltando 15 min prá aterrissar em Guarulhos ele vomitou de novo e quase bato em outra comissária que disse em inglês que o banheiro era pertinho, que ele devia ir vomitar lá, ele mal se mantinha de pé, como ia chegar ao banheiro? Desembarcamos, as malas demoraram um pouco, meu marido foi na fila de declarar e nós na de não declarar, pegamos um carrinho de bagagem horrível que teimava em não querer andar...a fila enormeeeee, e meu filho mal, depois de um tempo e vendo que ele estava ruim mesmo, cheguei mais na frente da fila e expliquei a situação e pedi prá passar, as pessoas bem da frente foram compreensivas e deixaram. Vi uma pessoas mais de trás reclamando e uma moça que estava no meu vôo confirmando que ele tava passando mal mesmo. Gente, fiquei tão triste: será que passa nas "cabecinhas" daquelas pessoas que eu estava usando meu filho prá furar fila? Vai ver eles têm esse costume de enganar os outros...Antes de sair do desembarque meu filho vomitou de novo e disse que não conseguia mais andar. Veio um funcionário do aeroporto e perguntou se eu queria ajuda, e eu, já quase chorando, disse que sim, eles acionaram uma equipe médica e chegaram: uma médica, uma enfermeira e um funcionário prá levá-lo de cadeira de rodas até o posto médico, deixei a minha filha esperando meu marido com as malas
e segui com ele, já me desesperando em pensar em procurar um hospital em São Paulo. A médica me tranqüilizou dizendo que fazia qualquer procedimento lá, menos cirurgia, e se ele precisasse ser removido eles tinham ambulância. Colocaram ele no soro prá hidratar, eram anti inflamatório e disse que só dariam alta quando ele estivesse estabilizado. Atendimento e atenção de primeiro mundo. EXCELENTE. Uma parceria da Infraero e uma empresa de saúde.E tudo de graça, fui muito grata a eles.
Ele ainda vomitou 02 vezes e fiquei preocupada se iria dar prá chegar em Brasília. Eu e marido fomos fazer check-in na Gol, demoramos 1 hora na fila, e pedimos prá Gol uma cadeira de rodas prá ele que tava fraco e não conseguia andar. Embarcamos prá Brasília e ele dormiu o vôo todo, todos da Gol foram muito atenciosos com ele. Nossa volta foi angustiante!!!! De noite ele passou mal de novo em casa e teve que ficar internado. Ninguém sabe ainda o que ele teve, alguns médicos dizem que algumas pessoas reagem mal a muitas horas de vôo (nove horas no nosso caso) e têm reações diversas devido a baixa umidade, ao frio e a quantidade de bactérias que tem numa aeronave. Depois de 02 dias eles estava bom de novo, graças a Deus.

Enfim, nossa viagem a Orlando foi MARAVILHOSA e grande parte disso se deveu a ajuda desse site maravilhoso e das pessoas que freqüentam aqui e estão sempre dispostas a ajudar umas as outras.




 


 
2º Capítulo: Atlanta–Imigração–Orlando - 24/12/07

 mensagem postada em 08/01/2008 - 04:01:35hs
 
 

Originalmente era para chegarmos em Atlanta às 5:45am, mas com o atraso no Rio chegamos às 6:30 (nosso vôo para Orlando saía às 7:11).

Para quem nunca pegou esse vôo da Delta, segue o nosso passo a passo a partir do momento do desembarque:

Desembarcamos e seguimos direto para a imigração. Pegamos as esteiras rolantes e andamos bastante até chegar no saguão da imigração. Chegando lá, a fila já estava se formando (enorme). Nesse momento, já estávamos conformados com a perda do vôo para Orlando, e eu já sabia que eles têm vôos a cada 30 minutos para lá, portanto, entramos na fila tranqüilos e aguardamos a nossa vez.

Já estávamos com os nossos formulários I-94 (que são distribuídos pela companhia aérea dentro do avião) preenchidos (cada um preencheu um, pois não somos da mesma família).

Uns 30 minutos de espera e chegou a nossa vez. Eu fui primeiro, pois a Pri não fala muito bem inglês e eu ia tentar fazer com que ela pudesse passar junto comigo. Segue a transcrição da conversa com a agente de imigração:

Eu: Olá, bom dia.
Agente: - silêncio –

Eu: Estou viajando junto com a minha namorada e ela não fala muito bem inglês, ela pode vir junto comigo?

Agente: Não.

Eu: Se ela tiver algum problema para responder às suas perguntas eu posso ficar por perto para ajudá-la?

Agente (já pegando o passaporte e carimbando): Ela é uma boa garota, não é?

Eu: Claro.

Agente: Então ela vai ficar bem.

Eu: Com certeza!

Agente: Você vai ficar aqui até quando?

Eu: De hoje até o dia 05 de janeiro.

Agente: Happy holidays!

Aí foi a vez da Pri e a agente perguntou apenas quantas vezes ela já tinha ido aos EUA, até quando iria ficar e se estava cansada.

Pronto, Welcome to the United States!

O próximo passo era pegar as malas. Fomos até a esteira de bagagem e elas já estavam lá, rodando.

Com as malas em mãos, fomos até o balcão da Delta para remarcar o vôo. Antes disso, fomos instruídos a despachar novamente a bagagem (antes mesmo do novo check-in), pois elas já estavam com a etiqueta MCO (Aeroporto de Orlando). No balcão da Delta (que fica localizado antes mesmo de passarmos pela triagem – tirar o cinto, casaco, tênis, etc.) o funcionário disse que infelizmente todos os vôos para Orlando estavam lotados e por isso ele teria que nos colocar na Primeira Classe de um vôo que saía em 30 minutos.

(continua)

 


 
1º Capítulo: Saída do Rio de Janeiro - 23/12/2007

 mensagem postada em 08/01/2008 - 03:01:57hs
 
 

Depois de agüentarmos a tortura de uma contagem regressiva de quase 200 dias, finalmente chegou o grande dia.
Malas prontas, encontrei com a Pri no Aeroporto Internacional Tom Jobim às 20:30. Uma fila de uns 15 minutos para o check-in (Delta) e malas despachadas (eu levei apenas uma mala quase vazia e ela levou 2 malas – uma dentro da outra).
Fizemos um lanche e às 21:30 passamos rapidamente pela Polícia Federal. Demos uma volta pelo Duty Free para vermos os preços dos perfumes e fomos para o portão de embarque.

Nossos assentos ficavam na cauda do avião e eram muito apertados. O avião era um 767 bem antigo. A Pri sentou na janela e teve dificuldade em assistir o filme (Transformers). A decolagem atrasou 30 minutos (tempo suficiente para que o nosso vôo de Atlanta para Orlando começasse a perigar).

O avião balançou a viagem toda e eu não consegui fechar os olhos por mais de 30 minutos (a Pri idem), além de ficar marejado com o balançar da aeronave.

O jantar estava de razoável para ruim (opção de frango e massa, mas quando chegou a nossa vez a massa já tinha acabado). Os comissários muito atenciosos.

E começava o início da nossa aventura rumo a terra Where dreams come true ou, como eles dizem agora: Where the magic lives.

Até o próximo capítulo, que será:
Chegada em Atlanta – Imigração – Chegada em Orlando

 


 
Voltamos!! Introdução do nosso relato:

 mensagem postada em 08/01/2008 - 02:01:05hs
 
 

Oi pessoal!
Voltamos!!! Destruídos, muito felizes e com aquele aperto no peito que teima em não diminuir.

Aproveitamos cada segundo da nossa viagem e nada poderia ter sido melhor. Já estamos fazendo planos para voltar, aliás, já está decidido que vamos voltar (só não sei quando).

Antes de começarmos o nosso relato, algumas considerações:

1- Somos um casal de namorados. Foi a minha 5ª vez em Orlando (Vinícius) e a 2ª vez da Pri, sendo que a Pri tinha ido a primeira vez em excursão quando tinha 15 anos (1998) e eu sempre fui no esquema Fly and Drive (última vez em Dez/1997) comandado pelos pais, ou seja, foi a nossa primeira vez em Orlando totalmente por conta própria.

2- Período da viagem:

Saída do Rio de Janeiro: 23/12/2007 às 22:55 voando Delta com escala em Atlanta.

Retorno: Oficialmente era para sairmos de Orlando no dia 05/01/2008 e chegarmos no Rio de Janeiro no dia 06/01/2008, mas só chegamos no dia 07/01 (depois vocês vão saber o porquê).

3- Durante o relato vamos priorizar o compartilhamento das informações que julgamos ser mais relevantes a todos.

4- Preparem-se para ler coisas do tipo: "Atração sem fila" e "Parque vazio", mesmo sendo nos meses de Dezembro e Janeiro daquela que foi uma das temporadas mais crowded da história de Walt Disney World.

Esperamos que gostem!

Vinícius e Priscila

 


 
AK

 mensagem postada em 08/01/2008 - 09:01:48hs
 
 

Concordo com a Vanessa, talvez eu não tenha gostado muito do AK pois fui já pro final, cansadíssima, chegamos mais tarde um pouquinho, tava muitooo cheio, algumas atrações fechadas eu saí frustrada por não ter repetido a Expedition e isso com certeza influencia. Não deixem de ir, jamais, se baseando na opiniões daqui, tem que ir prá depois opinar e tirar as suas próprias conclusões. E é assim mesmo: os gostos variam de pessoa prá pessoa...

 


 
 
Cinderella Castle foi inaugurado concomitantemente com o Magic Kingdom em 01 de outubro de 1971, após 18 (dezoito) meses despendidos para sua construção, foi concebido para resistir até mesmo a furacões, graças a sua estrutura interna de aço, fundação de concreto e parte externa em fibra de vidro.