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ANDREZZA

 mensagem postada em 02/12/2014 - 12:12:59hs
 
 



ANDREZZA

Sim, a preocupacao com o turista eh muito maior do que voce pode imaginar, POREM o turista precisa entender que assaltos existem e os que mais se expoem sao os mais assaltados. Acabo de publicar para que voce leia SEGURANCA NA FLORIDA. Texto na integra publicado pelo Governo da Florida em um jornal de grande circulacao, o Sun Sentinel. Voce tambem pode pesquisar antes de viajar as recomendacoes do Consulado Brasileiro em Miami. Muitas materias tambem foram publicadas com frequencia na Isto E, Veja, Estadao, Jornal do Brasil, e varios outros Jornais brasileiros na secao de Turismo. Antes de viajar faca sempre uma pesquisa pelo Google e voce vai encontrar muitas informacoes.
Seria prudente a leitura e a reflexao do conteudo deste texto.
Se tiver alguma duvida, pergunte, sera um prazer ajuda=la.
Astrid.


Bom dia colegas do VPO! Faz tempo que não posto aqui e minha última viagem a Orlando ocorreu em 2011. Naquela época ainda não tinha lido sobre os furtos que estão cada dia mais comuns lá e confesso que estou assustada, pois ano que vem pretendo ir para lá com meu marido, meu bb que ainda não terá 2 anos e minha sobrinha que terá 8 anos. Não sei como funciona por lá, mas será que as pessoas que estão sofrendo esses furtos não conseguem chamar a imprensa para dar mais seriedade aos casos, pois se a polícia não resolve e ainda faz pouco das pessoas furtadas, será que não seria mais fácil chamar a imprensa? Acho que tentando noticiar os casos talvez os mesmos fossem tratados de forma mais eficiente, já que o turista brasileiro está sendo de fundamental importância para a economia da Flórida, já que deixa milhões de dólares por lá todo ano.
(mensagem de andreza etheene cavalcante tavares)


 


 
Res: Imprensa /Resposta sobre SEGURANCA na Florida.

 mensagem postada em 01/12/2014 - 11:12:28hs
 
 

Factors Contributing to Crimes Against Tourists Understanding the factors that contribute to your problem will help you frame your own local analysis questions, determine good effectiveness measures, recognize key intervention points, and select appropriate responses. Tourism is an interactive relationship among tourists, local businesses, and host governments and communities.1 It is the United States’ second largest service industry (after health care), and directly or indirectly supporting 204 million jobs,2 producing more than $100 billion in revenues,3 and drawing 57.2 million visitors to the nation each year.4 Growth in tourism, however, has also led to increased opportunities for, and incidences of, crime. Indeed, a long-established relationship exists between increases in crime and tourism; major economic crimes (e.g., robbery, burglary) in some highly popular tourism venues have a “similar season to tourism,”5 for several reasons. First, tourists are lucrative targets, since they typically carry large sums of money and other valuables. Second, tourists are vulnerable because they are more likely to be relaxed and off guard—and sometimes careless—while on vacation. Finally, tourists are often less likely to report crimes or to testify against suspects, wishing to avoid problems or a return trip.6 Tourist crimes generally involve one of several scenarios: The tourist is an accidental victim, in the wrong place at the wrong time, targeted as an easy mark. The location is conducive to crime, due to its nightlife, hedonistic culture, and myriad potential victims. The industry itself provides victims, as tourists are more prone to taking risks while on vacation, and less likely to observe safety precautions. Furthermore, as tourists’ numbers grow, so too can local hostility toward tourists, thereby increasing the chances that they will be cheated, robbed, or assaulted. Terrorist or other groups may specifically target tourists, singling them out for hostage-taking or even murder.7 Crimes against tourists can impede tourism by significantly damaging a location’s image. Therefore, the most important prerequisite for a successful tourist industry is a reputation for having crime under control and guaranteeing tourists’ safety.8 Furthermore, media coverage of crimes against tourists often tends to be out of proportion to the actual risk, having a profound effect on public perception of safety at particular locations. Although theft is the most common crime against tourists,9 they are vulnerable to other crimes as well, including physical and sexual assault, credit card fraud, and scams (e.g., being sold “bargain basement” antiques or imitations of expensive watches). In areas with many adult entertainment venues, tourists tend to congregate and be disproportionately targeted by offenders.10 Furthermore, crimes against tourists tend to occur in areas with higher overall crime rates.11 Tourists may unwittingly contribute to the problem through excesses and dangerous practices in sport and leisure activities, driving, gaming, and drinking—some of which is routine “vacation behavior.” They may also contribute to their victimization by carrying and flashing large sums of money; visiting dangerous locations, or walking in isolated areas or dark alleys, especially at night; leaving valuable items in public view; and looking like a tourist (e.g., driving a rental car, carrying a backpack, carrying a camera, consulting a map, appearing lost).12 As mentioned, tourists cluster in particular locations. Hotels, motels, downtown centers, shopping malls, bars, restaurants, tourist attractions, beaches, and airports are all potential points of encounter for victims and offenders. (Some communities have determined that the greatest number of tourist crimes occur when tourists leave airports and major highways, becoming lost in inner-city neighborhoods.13) Venues such as bars and nightclubs can encourage heavy drinking and a sense of freedom from normal constraints.† Because tourists often are obvious by their dress, carry items easily disposed of once stolen, and are temporary visitors (and thus unable to put much pressure on police to act against criminals, or unlikely to appear as a prosecution witness), tourist zones allow pickpockets, swindlers, thieves, gang members, and robbers to commit crimes they might not otherwise attempt or be able to accomplish. Tourist clustering also affords terrorists opportunities to commit acts against large numbers of people. Some tourist areas are also popular retirement areas, so the potential for crimes against the elderly increases significantly.

 


 
Imprensa

 mensagem postada em 05/11/2014 - 11:11:50hs
 
 

Bom dia colegas do VPO! Faz tempo que não posto aqui e minha última viagem a Orlando ocorreu em 2011. Naquela época ainda não tinha lido sobre os furtos que estão cada dia mais comuns lá e confesso que estou assustada, pois ano que vem pretendo ir para lá com meu marido, meu bb que ainda não terá 2 anos e minha sobrinha que terá 8 anos. Não sei como funciona por lá, mas será que as pessoas que estão sofrendo esses furtos não conseguem chamar a imprensa para dar mais seriedade aos casos, pois se a polícia não resolve e ainda faz pouco das pessoas furtadas, será que não seria mais fácil chamar a imprensa? Acho que tentando noticiar os casos talvez os mesmos fossem tratados de forma mais eficiente, já que o turista brasileiro está sendo de fundamental importância para a economia da Flórida, já que deixa milhões de dólares por lá todo ano.

 


 
 
Na atração Living with the Land, durante o passeio de barco você verá na cena da fazenda o número da casa - 82- na caixa de correio, uma referência ao ano que o Epcot foi inaugurado.