Voltei - Relato da minha viagem!

 
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GRAN FINALE - A VOLTA AO BR! - 26/07/07 - PARTE 2

 mensagem postada em 04/09/2007 - 07:09:48hs
 
 

Respiramos fundo, olhamos um para o outro, conversamos sobre os prós e contras, nos acalmamos um pouco, pensamos mais um pouco e já ta f... mesmo. Tinha que ser conosco. Até aqui tudo tinha dado certo conforme planejamos. Bom, para encurtar a história resolvemos ficar com essa opção mesmo e embarcamos para Buenos Aires. O vôo saía praticamente no mesmo horário que o nosso (11:20PM). É isso mesmo, saía. Atrasou 1,5hs. Só tinha o pessoal desse vôo na sala de embarque. E o pior: Argentinos na maioria. Onde fui parar! Os demais vôos já tinham partido. Chegamos em Buenos Aires as 9:30hs e a conexão da British era para as 12:25hs. A preocupação agora era com as malas. Será que vão chegar certinho! Relaxa, quando chegar verificamos. Mas será que vão chegar. Sei lá. Depois de tudo isso que passamos isso vai ser fichinha. Fomos conhecer o freeshop de Buenos Aires. Não é que ele é bom! Gostei. As bebidas são mais baratas que no de GRU, pois já tinha os preços em mãos. O Gu também achou o perfume que queria e também era mais barato. Até que essa passagem pela terrinha dos irmanos rendeu alguma coisa. Chamaram o vôo e embarcamos num jumbo 747 que iria para Londres com a tal escala em São Paulo. Aterrisamos exatamente as 15hs em ponto conforme previsto. Britânico, já viu né! Fomos para a esteira e aquele suspense. Será que as malas vão chegar? Desceram poucos passageiros, dava para contar nos dedos. Nossas malas não vão chegar. Aquele suspense, até que o Gu viu uma delas no carrinho do lado externo. Ficamos mais tranqüilos. Bom, começaram a carregar as malas na esteira e todas chegaram direitinho. Intactas. Usamos os lacres e nenhuma foi mexida ou violada, chegaram do jeito que lacrei. Malas nos carrinhos, fomos para o freeshop comprar algumas bebidas que “faltaram”. Não queria carregar mais peso, mas valia a pena comprar em Buenos Aires. Agora era a vez da alfândega. O aeroporto estava simplesmente vazio, mas nenhuma alma mesmo. Só nós, ninguém mais. Nesse horário dificilmente chegam vôos internacionais. Um deserto. Entramos no setor a declarar, pois tinha comprado o notebook. Ouvimos uma voz chamando: Ei pessoal, por aqui! Uma funcionária nos chamando para o setor “nada a declarar”. Temos o notebook para declarar! Ah, então é por aí mesmo. Chegamos na esteira para colocar a bagagem e cadê o fiscal? Acho que foi ao toalete ou tomar um café, disse outra funcionária. Foram chamar. Pra mim estava puxando um ronco. Não tinha ninguém. E sem ninguém não tem serviço. Apresentamos o notebook, ele conferiu e pediu a nota e aí ele comentou: Eh, passou um pouco da cota! Sabemos, por isso estamos aqui. “Bom, se quiserem legalizar para fins de garantia devem pagar $125 de imposto, caso não queiram posso liberar como dentro da cota”, disse o fiscal. Eu olhei para a Angela, a Angela olhou para mim e eu disse: “Bom serviço amigo! Até mais”. Saímos na boa. O cara puxou um jornal e começou a lê-lo na maior caruda. Nada pagamos. Acho que estávamos em 4 pessoas e por isso liberou. Encontramos o pai da Angela que estava nos esperando na saída, pois tínhamos ligado de Miami avisando-o do pequeno imprevisto. Embarcamos algumas malas no carro dele e as demais num táxi.

Bom pessoal, esses foram nossos relatos. Se quiserem perguntar alguma coisa que não comentei fiquem a vontade.

Um abraço a todos vcs!

Sabbag’s family

 


 
 
São gastos US$35.000 (trinta e cinco mil dólares) com fogos de artifício a cada noite com o show Illuminations.