Voltei - Relato da minha viagem!

 
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Res: Dia 14 - O fim! 22/08/14

 mensagem postada em 21/08/2015 - 10:08:37hs
 
 

Mari e Lu, muito obrigada por seus relatos! É incrível como apesar de não nos conhecermos, me senti até meio intima de vocês três nessa viagem! Rsss.
Parece coisa de gente doida, mas vendo a fofa da Amanda já conseguia imaginar a minha baixinha se divertindo por la. Era quase como se eu estivesse viajando junto com vcs! Até me emocionei e acabei chorando neste seu último relato.. ( falei que parecia coisa de gente doida, rsss).
Que sonho lindo vocês viveram! Obrigada por dividir conosco!
Que Deus continue abençoando vc e toda sua família!
Beijos carinhosos!
Renata

 


 
Res: Dia 14 - O fim! 22/08/14

 mensagem postada em 20/08/2015 - 10:08:34hs
 
 

Olá Mariana

Mais uma vez eu repito: adorei os relatos de vocês. Você me pareceu muito solidária, a tia Lu captou toda a essência de uma viagem a Orlando com uma criança e a descreveu muito bem e a Amanda é realmente uma fofa.

O trecho abaixo disse tudo:

E esse é o fim desta história! Obrigada, Mari! Por planejar cada detalhe deste sonho e me fazer embarcar nele junto com vocês! Foi bom demais! Mandi! Tomara que você cresça mais devagar, e mesmo que esqueça muito do que aconteceu, tenha sempre uma lembrança encantada dessa viagem maravilhosa! Espero ter ainda muitas histórias para contar ao lado de vocês! - See more at: http://www.viajandoparaorlando.com/forum/exibir.php?id=1480#thanks_550288

Espero que o mais breve possível vocês voltem com todos e na volta nos contem tudo.

Abs,
Maria Teresa

 


 
Dia 14 - O fim! 22/08/14

 mensagem postada em 20/08/2015 - 11:08:34hs
 
 

Esse avião pousou direto em guarulhos, então uma conexão a menos! A Amanda estava capotada, então saímos do avião com ela no colo e depois de pegar as malas ajeitamos ela em cima das malas no carrinho e deixamos ela dormindo! Tínhamos 3 horas de conexão, mas as malas levaram quase 1 hora para sair.

Passamos no free-shop, e a Mari foi primeiro, enquanto eu ficava com as coisas! Na minha vez não tive tempo pra nada... Tive que desistir e deixar as coisas no caixa!! Tudo bem! Não queria nada de especial, só queria gastar meus últimos US$ 20!! Como tivemos que fazer o check-in da conexão para Joinville ficamos preocupadas com o tempo! Quando passamos a bagagem de mão no raio x a moça não identificou uma coisa e tive que passar umas três vezes, abrir a mala... Isso tudo com a Amanda no colo, porque estava semi acordada, mas não queria andar! Depois de muita encheção, achamos o objeto perigoso... Era uma pinça! Tentamos ainda comprar um lanche, mas não deu tempo! Tivemos que embarcar logo! Tanta correria e ficamos mais quase uma hora dentro do avião em solo porque não tinha teto em Joinville. Finalmente último pedacinho da viagem! Quando chega essa hora a gente que já estar em casa logo! Descansar era tudo que eu queria! Chegaríamos em Joinville perto das 11hs, pelo que me lembro!

Chegando em Joinville a mãe da Amanda e a nossa mãe já estavam lá! Recepção calorosa e depois fomos pro carro! Um trabalhinho para ajeitar as malas, mas tudo certo! Agora mais 3 horinhas de viagem e finalmente estaríamos em casa!! Só que não! Há cerca de, no máximo 5 km do aeroporto, numa subida de pista simples, sem acostamento, o carro do meu irmão simplesmente parou de funcionar! OMG! Será possível! Ok... Vamos chamar o guincho do seguro... Seguro do carro vencido! Inacreditável! Queríamos matar meu irmão! No cansaço que estávamos, dá pra imaginar a nossa alegria! Agora 4 mulheres, 1 criança e 4 malas cheias de muamba paradas no meio da estrada, na hora do almoço em Joinville!

Dei uma caminhada pela região para achar uma oficina, mas todas estavam paradas para a hora do almoço! No meio tempo a Mari ligou pro marido e ele procurou na internet e já ligou e acertou tudo com um guincho da região. Um moço muito gentil foi nos buscar! Nos levou até a casa dele, onde usamos o banheiro, comemos bolo de fubá e tomamos suco de maracujá... Uma família muito simples e boa! Fomos muito bem acolhidos! Nos dividimos e nossa mãe, a Mari e eu fomos num carro pequeno com a noiva do guincheiro, e a Amanda e a mãe dela foram no caminhão! Se divertindo e cantando – coitado do guincheiro!

Chegamos na casa do meu irmão para deixar a Amanda por volta das 16hs! Contamos as nossas proezas, fizemos a cerimônia oficial de abertura de malas! Enquanto nossa mãe ia com nossa cunhada buscar o irmãozinho da Amanda na escolinha separamos as coisas e depois distribuímos os presentes... Conversamos até mais tarde e finalmente nos dividimos, cada uma para sua casa... Foi estranho! Essa nossa parceria deu tão certo, fluiu tão bem...

E com o passar dos dias, o retorno ao trabalho... A vida foi voltando ao normal! Passado esse sonho bom que vivemos! E já voltamos sonhando mais! Queremos levar todo mundo na próxima! E hoje estou aqui, no dia 06/08/2015, depois de quase exatamente um ano (364 dias) passado na nossa partida, feliz por estar terminando esse registro que vai ficar aí para sempre, sempre que a gente quiser lembrar de alguma coisa! Muita coisa aconteceu de lá para cá! Todos trocamos de emprego, todos continuamos felizes, já estou rebocando minha casa, que no ano passado nem tinha começado ainda a ser construída! O cabelo da Amandinha já está enorme, e ela já não tem mais aquelas bochechas fofas de menininha! Nossa bebê está crescendo! É uma mocinha, que já fala até de meninos da escola! Em breve as princesas serão apenas uma boa lembrança! E o Felipe, irmãozinho dela, já fala tudo! Ah!! E o vovô acaba de se aposentar! Muita coisa aconteceu nesse ano que está voando! E continuamos todos felizes! Cada vez mais!

E esse é o fim desta história! Obrigada, Mari! Por planejar cada detalhe deste sonho e me fazer embarcar nele junto com vocês! Foi bom demais! Mandi! Tomara que você cresça mais devagar, e mesmo que esqueça muito do que aconteceu, tenha sempre uma lembrança encantada dessa viagem maravilhosa! Espero ter ainda muitas histórias para contar ao lado de vocês!

 


 
 
No pavilhão da Itália (Epcot), note como os tijolos do campanário que ficam embaixo são muito maiores do que aqueles que ficam no alto (diminuem progressivamente), mais um exemplo da utilização da "perspectiva forçada".