Alfândega - Relatos

 
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ORDENAR MENSAGENS: da mais antiga para a mais recente
 

O objetivo do presente tópico é o de servir de espaço para que possamos postar - relatos - sobre as nossas experiências com a alfândega (exclusivamente). Peço que questionamentos sobre a "cota de isenção" sejam reservados para o seu tópico específico - Alfândega - Cota de Isenção.

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Res: GIG 13/06

 mensagem postada em 02/07/2015 - 03:07:25hs
 
 

Rich,

O conhecimento do ordenamento jurídico deveria ser a base da instrução dos brasileiros, pois, se tivéssemos o acesso ao conhecimento das leis, a nossa sociedade seria muito melhor, visto que não seríamos ultrajados como sempre somos por algumas pessoas que se acham acima das leis, principalmente as "falsas autoridades" que se utilizam de argumentos pífios e sem qualquer razão.

Sobre você duvidar que menos de 10% das pessoas realizam o pagamento de impostos de importação, é algo tirado de sua cabeça, pois muitos aqui seguem à risca o recolhimento de tributos, de modo a evitar problemas, independente se as leis são no não adequadas à realidade brasileira. Eu mesmo pago meus impostos, mas a lei me dá a brecha de não pagar no momento de imigração e, caso eu seja pego, pagarei os tributos acrescidos das multas, tudo previsto na Lei, nada inventado. Como já disse: eu posso escolher entre correr o risco ou não correr, mas esse julgamento de valor depende de cada pessoa.

Em relação à voz de prisão (que talvez seja o cerne da sua mágoa) eu nada posso fazer se há falta de conhecimento de sua parte. Felizmente, na sociedade democrática de direito, nós, cidadãos de bem, independentes de ocupação laboral, podemos dar a voz de prisão contra qualquer ato de flagrante delito, pois, como já mencionei anteriormente, a Lei nos protege.

Digo mais: o servidor público em sua função deve ter ainda mais noção das Leis e deve segui-la sem interpretações, visto que o cidadão faz tudo aquilo que a lei não proíbe, mas o servidor deve fazer somente aquilo que é autorizado e, devido a essa diferença, o servidor em função deve estar ainda mais atento à forma que se porta com o seu cliente que é o cidadão pagador de impostos. A arrogância e a petulância de alguns funcionários são percebidos em diversos serviços públicos e só teremos um serviço de qualidade no momento em que cobrarmos a forma certa de sermos tratados.

Em relação ao pronome vocativo, isso é advindo da equiparação de cargos públicos, de modo a evitar problemas entre as diferentes profissões públicas. Não convém, por exemplo, chamar um juiz de "você", assim como um deputado de "meritíssimo", mas isso é algo, com já falei, que deveria ser percebido nas entrelinhas.

Já houve caso que necessitei utilizar o rigor da lei, mas em nenhum momento fui arrogante ou utilizei-me de afronta contra o cidadão. Para ser mais simples o entendimento, recebi ordens para bloquear um veículo e revistá-lo, sendo que o cidadão afirmou que não seria revistado por ser juiz de direito e, prontamente, informei que ele tinha razão, mas a autoridade presente só poderia liberar o carro após a revista. Não precisei gritar, não precisar xingar e muito menos soltar piadas. Assim, ele entendeu da necessidade e flanqueou a revista o que, provavelmente, seria negado caso eu já o abordasse com ignorância. Quando eu necessito abordar alguma pessoa, ajo da mesma forma, independente de seu cargo. Aí que mora a diferença entre o profissional e o amador.

Sobre o bom senso (ou falta), mais uma vez é uma forma sua de colocar julgamento de valores, pois cabe a cada um tê-lo ou não. E, achando que não há mais aqui, só se deslogar.

Um caloroso abraço.

 


 
Res: GIG 13/06

 mensagem postada em 01/07/2015 - 04:07:52hs
 
 

Caro Marcio,

não foi minha ideia ser desrespeitoso, até porque ainda não enxerguei onde fui desrespeitoso com alguém aqui. Mas a situação é claramente de conflito de interesse, onde quase todos estão acima da cota e sempre tentam passar sem pagar seu tributo. Eu duvido que 10% deste site declare suas compras acima de USD 500, pelo contrário, a maioria das mensagens aqui dão ideias e formas de burlar a fiscalização. Isso é claro. Eu, que declaro 100% das vezes minhas compras, fico impressionado com alguns relatos. Agora fico ansioso saber quando você der voz de prisão a uma autoridade por ter pedido para ser chamado de senhor e este mesmo passageiro disse que tem um cargo público acima dele que, então, não deve respeito a pessoa que estão no exercício de sua função. Mas... como dizem... ninguém conta fracasso, então jamais saberei qual fim vai levar essa pessoa que dará voz de prisão e que exigiu ser chamado de senhor por considerar possuir um cargo superior. Tenho minhas queixas sim a respeito da alfândega e dos tributos, já fui tratado de forma grosseira, mas acho que não seja a maioria e, também, que muitos passageiros devam realmente tirar tais funcionários do sério. Sou contra essa cota ridícula, mas, às vezes, as pessoas claramente ultrapassam o bom senso aqui.
abraços

 


 
 
Na atração Carrossel do Progresso você encontra o cão Rover - tão querido por Walt - que também pode ser visto na Mansão Mal-Assombrada, junto do zelador e também nos Piratas do Caribe, com as chaves a boca, próximo a alguns prisioneiros.