Parques - Criança Pequena

 
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Leandro e Juliana

 mensagem postada em 11/01/2008 - 04:01:14hs
 
 

A mensagem ficou maior do q queria, mas lá vai:
Faz algum tempo q não posto no fórum e vim aqui para dar o meu relato pra vcs. Antes gostaria de fazer algumas considerações: não tenho a intenção de causar polêmica, cada um tem uma opinião pessoal e respeito isso. Viajamos em fev/2007, fomos em comemoração ao aniversário de 5 anos da minha filha e meu filho tinha 1 ano e 1 mês. Em momento algum cogitamos em deixá-lo, falando por mim e pelo meu marido. Nós não aproveitaríamos sabendo que ele havia ficado aqui. Lógico que eles saem um pouco da rotina, mas quem tem filhos, principalmente pequenos, sabe que a felicidade deles se resume a estar com os pais, não há situação ou bem material q supere isso e a minha felicidade, da minha filha e do meu marido, só seria completa com ele. Resumindo, deixem as pessoas falarem da sua loucura, muitos falaram da minha, q ele era novo, q não ia aproveitar, q daria muito trabalho. Sinceramente...seria muito egoísmo da nossa parte não levá-lo pq daria trabalho. Me diziam q ele não vai se lembrar, não me preocupo com as lembranças dele, mas com as nossas, com as lembranças fotográficas, e te garanto q ele pode não ter lembranças reais, mas as tem como amor e carinho.
Bom, em relação à viagem em si, minha mãe nos acompanhou o q tb ajudou um pouco, mas veja bem, minha mãe não é o tipo de vovó babá, e não se iluda, dá um pouco de trabalho, mais do que se vc fosse com crianças maiores, mas se vc for tendo consciência disso, pode ter certeza, a viagem será um sucesso. O avião foi tranqüilo e ele nem percebeu a viagem, dormiu o tempo todo, chegando lá compramos um carrinho no Wall Mart, que minha filha usou tanto quanto ele - lembresse q o carrinho não conta como bagagem e vc o entrega na porta do avião e o retira logo q desce do avião - uma mão-na-roda, pode inclusive sair com o carrinho daqui. Em alguns momentos o Gui nos ajudou e muito. Não enfrentamos fila na imigração (nunca fiz questão de fila preferencial, pq apesar dele cansar fácil ele já andava, então sempre pegava filas normais, mas eles não deixam de forma alguma, concordo com muitos daqui e acho os americanos muito educados e atentos, principalmente neste sentido) e em várias outras ocasiões em q nos viam com ele e nos buscavam no final da fila para passar logo. Na ida, no embarque em Miami, onde passamos pela revista, a policial foi nos buscar e mandou passar, como não estava com pressa, pois faltava muito para a conexão, disse que não precisava, ela não aceitou de forma alguma e tivemos que ir de qq jeito.
Qdo chegamos estava muito frio, além do esperado, compramos muitos agasalhos no Wall Mart, inclusive um de neve com capuz (U$ 11,00), q ele usou a viagem toda, empacotado para evitar contratempos com doenças.
Em relação à alimentação, vc pode solicitar à TAM, comida especial para ela q eles fazem. Eu fui de TAM e embarquei na bagagem de mão inclusive com aquelas papinhas prontas, sem problema nenhum e a aeromoça esquenta para vc. Leite tb é permitido, pelo menos no embarque no Brasil, no máximo vão te pedir para provar. Respeitávamos sempre os horários das refeições, como ele tomava café muito bem e almoçava bem, comia uns biscoitinhos e umas bananas à tarde caso o jantar atrasasse um pouco. Lá ele comeu batata frita e não queria outra coisa, me arrependi, e até hoje ele é viciado. Eu acho q a alimentação é a chave de tudo, se ela não quiser alguma coisa, sempre terá algo q ela goste e por mais q a alimentação fique desequilibrada por alguns dias, digo em relação a tomar mais leite e comer menos comida, comer mais frutas, sei lá, acho que o importante é ela estar sempre bem alimentada, qq voltar vcs colocam tudo nos eixos. Nós passamos por frio de até 2º C, com sensação térmica pior, por causa do vento e ele não deu um espirro sequer.
Nos parques utilizamos muito o “Baby Swap”, hora ficávamos em um local reservado, hora com passe, estilo Fast Pass (acho q o primeiro na Universal e o segundo na Disney), logo q um saia da atração o outro q havia ficado com ele entrava, minha filha q se aproveitou disso, pq ia duas vezes. Ele ia em tudo q podia, mesmo se achássemos q não iria aproveitar, no final ele sempre aproveitava, no máximo dormia. No Epcot ele amou uma fonte de águas dançantes, e a entrada do Test Track, a Space Ship ele curtiu tb, mas passamos sufoco no jantar das princesas, no Arkeshus, na Noruega, ele estava cansado e com sono e no final chorou bastante, mas logo q saímos melhorou. No Sea World, ele adorou o show da Shamu e o playground de cordas, ele subiu e desceu tudo. No Magic Kingdom, se deu um dos vários momentos que por si só teriam valido a pena a viagem, foi no It’s a small world, em que ele cantava junto com os bonequinhos (do jeitinho dele), gritava e pulava e balançava os bracinhos, aproveitando cada um dos 12 min da atração, uma delícia de se ver, criei até uma empatia pela atração depois disso, qdo adolescente achava uma besteira, hoje sou fã. No MGM ele adorou o playground do Querida encolhi as crianças, minha filha tb, conseguimos fotos lindíssimas lá. Na Universal, desci no toboágua q tem na parte infantil e ele chorava pra não sair de lá. E no Island se deu outro dos momentos inpagáveis da viagem que foi em outro playground de água (meus filhos adoram água), onde tenho uma parte filmada, q até me emociono ao ver, o tanto q os dois estavam felizes, aliás essa parte do Island ele aproveitou muito, tb o Blue Fish, Two Fish.... e lalala, amou. Deixava ele curtir tudo, mesmo q o tempo não estivesse muito favorável, sorte q na maioria dos parques q molhavam mais o tempo havia melhorado, sempre levava mais duas ou três mudas de roupa pra ele, para não ficar molhado. No Island eles trocaram de roupa 2 vezes e deveriam ter trocado a terceira, mas não tinha mais.
Nas compras foi “hard” pq ele é muito de colo e como pesava 12 quilos na época, haja coluna, mas faz parte, sabia q nem tudo seriam flores.
Como falei no início, acredito q ele não tenha lembranças reais, mas com certeza no fundo ele tem lembranças gostosas, hoje ele adora o Mickey e identifica até o dedinho da luva dele, seu livro preferido é o Guia do Walt Disney que ele achou um tempo desses jogado no armário e não desgruda mais, vem com ele e pede pra gente contar história e assim por diante.
Repetiria a experiência com certeza, e hoje, não só pela minha felicidade e pela felicidade dele de estar conosco, e sim pra ele aproveitar, pq eles se divertem muito e estampam o sorriso no rosto o tempo todo.
Uma ótima viagem para vcs e qq dúvida estou à disposição para esclarecimentos.

 


 
 
O espetáculo Beauty and the Beast-Live on Stage estreou no parque Disney's Hollywood Studios no mesmo dia que o filme de animação estreou nos cinemas americanos, ou seja, em 22 de novembro de 1991.