Voltei - Relato da minha viagem!

 
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3) Cadê as malas, carro e Hampton Inn

 mensagem postada em 10/12/2007 - 05:12:11hs
 
 

3) Cadê as malas, carro e Hampton Inn South Universal
Na chegada, a imigração foi tranqüila. Agente de imigração fazendo força até para ser simpático. Fez as perguntas de praxe como, por exemplo, quanto tempo vão ficar, motivo da viagem, etc. Ele viu o visto da Austrália e os carimbos de entrada na Nova Zelândia e fez perguntas sobre tais países, como se os conhecesse (fez isso ou para nos testar, o que não acredito, ou para ser simpático mesmo). Não fizemos alfândega, porque, obviamente, depois de tanta confusão, com cancelamentos, atrasos e mudanças de vôo, as malas não chegaram junto com a gente. Apenas entregamos o papel da alfândega para um funcionário e passamos direto, ou seja, nem as malas de bordo passaram no scanner. Com isso, mais uma fila e um pouco de stress. Enquanto minha esposa ficou na fila para registrar a ocorrência com as malas junto aos funcionários da Copa (aparentemente, todos do vôo cancelado pela manhã tiveram o mesmo problema), eu fui para a fila da Budget retirar o carro. Normalmente, nos dividimos na chegada, pois a Budget costuma ter filas. Dessa vez não havia. Foi bem rápido. Sempre alugo pela Budget, modalidade all inclusive. Faço a consulta pela internet, vejo quanto pagaria se fizesse a reserva por conta e passo para a minha agente de viagens, que sempre bate o preço. Alugamos um carro classe C, da madrugada de domingo para segunda até as 14h de sábado e saiu U$ 219,00. Achei bem razoável. Mesmo quando não fiz all inclusive, achei a Budget melhor, pois não ficam empurrando seguros, upgrades, etc. Uma vez me explicaram que a Budget seria a única locadora em que o funcionário do balcão não ganha comissão pelo o que empurra para os clientes. Não sei se isso ainda vale. Com a Budget, você pega a chave, atravessa a rua, acha o box do carro e só, simples.
Considerações sobre a Copa: eu também tinha feito outras viagens pela Copa, sempre sem problemas, a última delas também para Orlando. Em todas ocorrem problemas como os que enfrentamos agora. Passei algo semelhante com a AA. Acho que, no final das contas, eles fizeram tudo o que podiam fazer, apenas de uma forma muito, mas muito mal organizada. Imagino que o pessoal do stand by não deva pensar o mesmo, principalmente os que estavam viajando pela primeira vez para Orlando.
Hampton Inn South Universal: do Panamá, providenciei que o hotel fosse avisado que não chegaríamos no domingo, a fim de evitar qualquer outro problema de no show, embora estivesse pago (52 dólares a diária). Em Orlando, eu já tinha ficado no Confort Lake Buena Vista, no Suítes, no Travelodge da American Way e no Days Inn, alguns deles mais de uma vez. Achamos o Hampton disparado o melhor deles. Limpíssimo, com quartos equipados com micro e frigobar e um café da manhã excelente. Além dos tradicionais muffins, sucrilhos, frutas, iogurte, sucos, rosquinhas, etc, tradicionais de qualquer breakfast continental, sempre existiam pelo menos duas opções de pratos quentes salgados, como um hamburguer de frango, uma pequena pizza, salsicha, rabanada, etc. Excelente. O acesso também é outro ponto forte. Por ser na Kirkman, o acesso para qualquer ponto é muito fácil e rápido, sendo possível evitar os engarrafamentos da ID. A menos que o cliente seja muito exigente, desejando luxos que para Orlando, como se passa o tempo inteiro na rua, são desnecessários, acho o hotel perfeito.
Ah, as malas chegaram no dia seguinte, na segunda-feira, por volta do meio-dia, mas só fomos vê-las por volta das 22h, quando retornamos ao hotel.
Próximo capítulo: Prime, Premium, Altamonte, Oaks Mall, LBV e outros – temos um vício

 


 
 
Main Street U.S.A. foi inspirada na cidade de Marceline, Missouri, EUA, onde Walt Disney passou parte da sua infância.