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A Conexão e o Panamá

 mensagem postada em 09/12/2007 - 07:12:53hs
 
 

2) A Conexão desastrosa e o Sheraton do Panamá:
Depois de cerca de uma hora da nossa chegada, foram iniciados os procedimentos para o embarque para Orlando, que ocorreria ainda na manhã do dia 02 (por volta das 10h se não estou enganado). Depois de todos passageiros já embarcados, nada do avião sair. Vez ou outra passava um daqueles funcionários da companhia, de terra, com um rádio na mão, para lá e para cá dentro do avião e nada de -- palavra censurada -- mos. Até que, de uma hora para outra, o piloto e o co-piloto pegaram os seus pertences e foram embora. De imediato, um dos comissários anunciou que o vôo fora cancelado e que outras informações seriam prestadas do lado de fora, em frente ao portão de embarque. Daí foi o caos. As funcionárias designadas para informar, ainda que de boa-vontade, estavam igualmente perdidas e não informavam nada. Primeiro, informaram que os passageiros com crianças teriam preferência para um vôo durante a tarde pela American Airlines para Miami, com conexão para Orlando, após uma hora (é difícil que alguém que não seja americano conseguir fazer a imigração, pegar as malas, fazer alfândega, despachar as malas em uma hora). Talvez um ou outro tenham optado por esse vôo da AA. A outra opção, dada depois de mais de 1 horas de impasse na comunicação entre Copa e passageiros, foi a de que todos poderiam ir para Orlando no vôo noturno, que sairia às 20h20min, ou seja, cerca de 09 horas depois (meu primeiro questionamento foi o seguinte: como ficariam as pessoas que normalmente iriam para Orlando nesse vôo? As informações, como eu disse, não eram claras e o pessoal que estava com filhos, foi o mais sacrificado. Depois de muita confusão e de muuuito tempo, dividiram os passageiros em dois grupos, os com criança e os sem criança. Os sem criança, do qual eu e minha esposa fazíamos parte, depois de muuuito tempo novamente, foram listados e colocados dentro de um ônibus, em direção ao Sheraton. Aqui uma pausa para alguns comentários. A Copa deve ser sócia da imigração panamenha. O normal seria que os passageiros fizessem a imigração, ainda que em grupo, para sair da ala internacional e, assim, ingressar no país. Que nada, fizeram um aglomerado e todos passaram juntos sem nem dar um hola para o agente de imigração. Qualquer um poderia estar ali no meio, pois não havia organização alguma. Simplesmente, juntaram um bolo de gente e foi todo mundo caminhando aeroporto a fora, ainda com direito a dar um tchauzinho para as malas abandonadas em um canto. Enfim, depois de muita briga, o grupo dos sem children ou niños foram de furgão até o Sheraton, onde nos deram uma chave de um quarto e almoço free, com a promessa que nos buscariam às 16h30min. Foram pontuais e por volta das 17h já estávamos na fila do check in. Aí começou o terror de alguns, pois obviamente não teria lugar para todos no vôo, pois não era vôo-extra. Muitos ficaram em stand by. Todos, mesmo os pais com crianças muito pequenas, ficaram separados nos assentos, ou mesmo alguns com lugar certo no vôo, outros, da mesma família, em stand by. Imaginem o desespero de famílias, em que os pais, por exemplo, estavam no vôo e os filhos pequenos não. Parece que fizeram um sorteio. Eu e a minha esposa ficamos no vôo, embora em assentos distantes. Feito o confuso e brigado (fura-filas, etc.) check in, faltava ingressar na sala de embarque e passar pela imigração. Daí um problema, pois oficialmente não entramos no país, como, então, poderíamos sair? Não havia carimbo de entrada. Mais uma confusão e mais uma junção de gente que, sem qualquer controle, simplesmente dava o nome e entrava na ala de embarque, sem mostrar nada. Na hora do embarque, não deu outra: choro, desespero e uma briga para entrar na aeronave. Overbooking extremo. Deu pena de uma família formada por um casal jovem com duas filhas que, sem lugar no vôo e iniciantes de Orlando, foi direcionada para Miami e dali partiriam de carro ou ônibus para Orlando. Tudo isso de madrugada. Imaginem um vôo em que ninguém, mas ninguém mesmo, estava emparceirado, o troca-troca que foi. O atraso foi inevitável, stress idem.
Próximo capítulo: uma notícia ruim e o início de várias muito boas.

 


 
 
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