Voltei - Relato da minha viagem!

 
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Capítulo I - A viagem

 mensagem postada em 09/11/2007 - 04:11:27hs
 
 

Oi pessoal! A partir de hoje e até Deus sabe quando vou terminar, começarei a relatar a minha aventura na terra do Mickey!
Viajei no dia 14/10 com meu marido para a Disney em um vôo pela Copa às 03:55h da manhã (é isso aí, na madruga!). Bom, esta era uma viagem que eu queria muito, mas muuuuito mesmo fazer com meu marido, pois eu fui para a Disney em 94, quando estava, com então, 17 anos (bons tempos) e nunca mais me esqueci deste lugar mágico e encantado que é Orlando. Então, enchi o saco de meu marido durante seis anos, até que, enfim ele realizou meu sonho de voltar à Disney e que pretendo fazer muito mais. Afinal, já estou com muitas saudades do Mickey...
Continuando, saí da casa dos meus pais, onde deixei meu pequenino filho de 1 ano e meio com a minha mãe (chorando é claro...não, não ele, EU CHORANDO...) por volta das 22hs e fui para o famigerado GRU (para os íntimos), aeroporto de Guarulhos, pô! Entendeu?!!! Bom, lá chegando, o GRU estava às moscas, ainda bem, e lembramos que precisavámos preencher a declaração de saída temporária de bens, por causa da máquina fotográfica na Receita Federal. Lá chegando, 22:45hs não havia santa alma sentada nos esperando para tal mister (gostou dessa, hein!). Conclusão, a Receita fecha às 23hs, mas como era sabadinho, sabe como é, né, a galera resolveu sair mais cedo para a balada. A solução foi tirar uma foto com a máquina que deveria ser cadastrada e levar a imagem da REceita vazia para a nossa viagem, assim, quando retornássemos e se houvesse qualquer problema com excesso de compras, nós teríamos como provar que: NÓS FOMOS ATÉ LÁ, MAS O POVO NÃO QUERIA SABER DE TRABALHAR E FORAM PARA CASA MAIS CEDO...
Legal, voltamos para próximo do local onde possivelmente seria aberto check-in da Copa e pasmem! Eu disse possivelmente, pois não havia indicação, já havia uma fila formada. Genten! Como pode isso, vamos gostar de fila assim lá no raio que o parta, pelo amor de Deus. Conclusão: tivemos, ou seja, fomos obrigados a nos juntar na fila, de um vôo que sequer tinha sido aberto, num lugar onde possivelmente poderia ser a Copa e aguardar por, mais ou menos, uma hora até que os funcionários chegassem. O legal, foi ver os tiozinhos montando o check-in, tipo, colocando tapetinho no chão, mudando as plaquinhas, etc, essas coisas super legais de se ver numa madrugada de sábado.
Cirquinho montado, abre o check in, quase uma hora para chegar a nossa vez de despachar as malas. Feito isso, o povo sai correndo para formar outra fila no embarque internacional que ainda não estava aberto. Mas como diz Féres Sabbag: "tá no inferno, abraça o capeta".
Abriram o embarque, entramos, o cara viu nosso passaporte, visto, etc, passadinha no free shop sem comprar nada, e mais um chazinho de cadeira até o embarque. Aí começam a chamar a gente, pontualmente. A Copa prá isso é muito boa, mas o avião, Jesus, olha... Eu sou magra (relativamente, diz meu marido) e ele também, e mal coube nossa -- palavra censurada -- no assento. Ainda bem que na primeira parte da viagem até o Panamá (06:55 minutos de viagem), fomos só nós dois nos três assentos, porém depois conto o retorno... Voltando, os tripulantes falam com você no que deveria ser espanhol, mas não consegui identificar o idioma até agora, principalmente quando é o comandante que fala, male má dá prá enteder um pouquinho quando eles falam em Inglês, mas é tão arrastado que é mais fácil entender um jegue falando do que eles.
Blz, todo mundo pronto, e vamos pro céu, tentar dormir, desce uma telinha do teto, passa filminho e lá vem o café da manhã. Vixe, que tristeza, escolhi panquecas americanas e suco de "naranja". Quando abri o pratinho tinha um pedaço de bacon e uma mini linguiça em cima das minhas panquecas, regadas a um molhinho doce. Eca. Prá não morrer de fome, tirei a linguiçinha e o bacon e dá-lhe nas paquequitas! Já estava com azia, depois disso então, ficou cada vez melhor. O almoço ou café da manhã (é isso? sei lá), sinceramente, não me lembro da iguaria, mas pode ter certeza de que não era um manjar dos deuses. E apertadinhos, apertadinhos, chegamos no Panamá (quase 09 da manhã)e o pessoal que iria para Orlando, embarcaria no mesmo avião e no mesmo portão que saiu, portanto foi super fácil! Aproveitamos para esticar as pernas, ir ao banheiro, dar uma voltinha no aeroporto e pumba, já tava na hora de embarcar de novo. Aí é aquela -- palavra censurada -- , afinal vc está indo para os States, então eles abrem todas as suas malas de mão, conferem passaporte (lá mesmo, no portão de embarque, facinho, facinho, não se assuste) e embarcamos de novo, no mesmo avião, poltronas diferentes e agora com uma passageira (um tanto quanto volumosa) do nosso lado e apertadinhos, mais três horas de vôo até Orlando. Tá cansando né? Deixa eu parar para continuar depois, pois quando me empolgo...

 


 
 
O Marrocos foi o primeiro país a reconhecer os Estados Unidos como país independente. No seu pavilhão no Epcot, mais especificamente no restaurante Marrakesh você encontra numa parede (área de espera) uma réplica de uma carta trocada entre o sultão Mohammed III e o presidente George Washington.