Voltei - Relato da minha viagem!

 
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EPCOT - parte 1

 mensagem postada em 21/10/2007 - 03:10:04hs
 
 

08/09
Quando o despertador tocou, nem acreditei que já era hora de levantar! Mas no segundo seguinte me dei acordo de que estava em Orlando e que era HORA DE COMEÇAR A DIVERSÃO!
Tomamos café da manhã no quarto, ligamos para os meus pais via Skype.
Arrumei meu filho (garanti o banho do dia) – seguindo a dica quente da Claudia já havia deixado a roupa dele separada de véspera.
Enquanto me arrumava ele fez a leitura do dia.
Empurrei meu marido para o Target para comprar um carrinho – meu filho é bem comodista e além disso, no carrinho posso leva-lo mais rápido e a qualquer lugar!
Dividimos os radinhos com a outra família.
E enfim estávamos prontos para partir. Combinamos que pela manhã as mulheres dirigiriam e a noite os homens. Afinal todos querem dirigir aqueles carros maravilhosos naquelas estradas igualmente maravilhosas. Liguei o carro e tentei usar o GPS do carro, mas com pressa e sem paciencia de esperar, optei por usar o do meu marido, que a gente já conhece as manhas e sabe como programar.
Por volta das 10:15 estávamos chegando em EPCOT.
Logo na entrada pegamos nosso PhotoPass e tiramos fotos legais em grupo e em familias. Tiramos aquela da sininho na mão. Muito legal! Todo mundo saca a sua máquina e começa a tirar outras fotos.
Mas nessa história, comecei a ficar tensa. A hora ia passando, eu vendo um bando de gente entrar e a gente tirando foto. Meu marido me cutuca. - Relaxa! Estamos de férias. Dou um sorriso amarelo e falo entre dentes: - Mas temos que ver um monte de coisa. Se ficarmos parados aqui não vai dar tempo. Ele insite: - A gente vê o que der, o que não der não deu...não esquenta. Mas eu, com a mania de cumprir o programado, me sentindo meio guia do grupo, não relaxei.
A primeira decepção foi encontrar a Esfera Geosésica ainda fechada. Fazer o quê ? Nada. Só lamentar a chance perdida...
Mas, vamos em frente. Ao passar dela, demos de cara com aquele placar que mostra os tempos de espera dos brinquedos. Para minha total surpresa, estavam todos com no máximo 20minutos!
Surtei!
Optamos então em começar pelos brinquedos mesmo e não pelo Innovetion que era o combinado.
Fomos para o Mission: Space. Fomos na mais light, pois por causa das crianças ficamos com medo de arriscar. Quando começa a decolagem, a força G me fez chorar! Não, não estava triste, mas a força fez sair lágrimas dos meus olhos. Saímos todos animados. O Eduardo (marido da Simone) é supermedroso, mas acabou confessando que gostou. Na saída tem um brinquedão para as crianças e alguns joguinhos eletrônicos. Ficamos ali com as crianças e meu marido e Eduardo foram fazer a versão mais hard. Fomos naquele jogo de grupo que não lembro o nome no qual precisamos pegar uns cubos da cor correspondente a sua mão. Não sou fã de jogos eletrônicos, mas pelas crianças a gente faz coisas que até Deus duvida. Dez minutos depois voltam eles animadíssimos. Olhei para a Simone e ela na hora concordou com a cabeça. Lá fomos nós. As crianças continaram a onde estavam, brincando. Adorei a versão mais hard. Chorei de novo, fazer o que?!
Finalmente saímos de lá, não impunemente, passamos na bendita loginha e compramos uns cacarecos.
Próxima parada: Test Track. Lá as filas estavam um pouco maiores, mas não levamos mais do que 10minutos. O menino do outro casal, que como o pai não gosta(não gostava) muito de adrenalina, ameçou não querer ir, mas depois de algum papo, ele topou. Este teste é bem legal. A velocidade me alucina. Quando saímos, advinhem? O menino queria voltar! Enfim, seguimos por aquela parte que é bem masculina onde há um monte de carros de todos os modelos e tamanhos. Dessa vez conseguimos tirar fotos e entrar nos carros. Ano passado estava tão cheio que não deu. Depois caímos em mais uma lojinha e lá se foram mais algumas verdinhas.
Decidimos que era hora de comer. Haviamos levado nosso lanchinho básico. Paramos num banco com sombra entre o Showcase e Future Word. Depois de comer, meu filho ficou animado a ir brincar naquelas águas dançantes. Estava um calorão. Concordei, só pedi que tirasse o tênis. Mas ele não quis ir só. Não me fiz de rogada. Fui junto! Dali a pouco o outro menino que é amigo dele na escola resolveu se juntar a nós e logo tinha mais crianças. Saí de fininho e deixe-os se divertindo. Quando olho de novo eles dois, mais um outro menino que não faço ideia de quem seja, “mergulhando”, se é que isso é possível, naquela água!
Comprei uma daquelas toalhinhas minúsculas para dar uma secada no meu filho e de brinde dentro dela veio um também minúsculo Mickey. Como não havia levado outra muda de roupa – afinal EPCOT não tem brinquedos que molham - ele ficou sem camisa.
Decidimos olhar um pouco do Showcase. Começamos pelo Canadá e lá já procuramos e fotografamos alguns “Mickeys escondidos”. Não quis ir ao “Ó Canadá” pois ano passado meu filho dormiu, e o show não tem mais aquele encanto depois dos IMAX. Seguimos para a Inglaterra e lá percebemos o tempo mudando. Resolvemos apressar o passo para ir assistir ao show Voice of Liberty – um coro que canta à capela. Muito legal, já havia visto outras vezes, mas desta vez quem regia era uma Maestrina. É muito tocante perceber as diferenças sutis na forma de reger. Nesse momento a chuva desabou lá fora. Já que estávamos ali, resolvemos assistir um outro show nos EUA – The American Adventure. Esse show é bem patriótico, bem feitinho, mas acho que não voltaria. Quando acabou o show ainda chovia, mas enquanto decidíamos o que fazer, compramos capas de chuva e a chuva foi diminuindo aos poucos. Fomos caminhando e vimos um pedaço do show do Japão – Matsuriza – tocadores de tambor. É bem legal, pena que não deu para ve-lo todo.
Perto dali pegamos aquela balsa que fica atravessando de um lado para o outro. Quando chegamos do outro lado já não chovia.
Resolvemos ir ao Soarin. Lógico, que por conta da chuva, muita gente estava ali. Mas mesmo assim a espera era de 20minutos. Ano passado não havia aqueles jogos de imagens para distrair a gente enquanto esperamos o vôo. O passeio naquela asa delta pela Califórnia é sensacional. Os cheiros são fantásticos. Como estávamos na primeira fila, ficamos mais no alto. Fiquei descalça pois estava de sandália e tive receio que ela caísse e machucasse alguém. Realmente é uma delicia, a gente se sentir lá em cima e balançar os pés. Os meninos quiseram repetir e fomos de novo. E de novo na primeira fila.
Decidimos não ficar para o Illumination pois estávamos todos cansados depois de um dia cheio de fortes emoções. Saímos dalí e fomos jantar. Fomos em direção a Downtown. No caminho para os restaurantes passamos na frente da loja Lego imagination Center que é sem dúvida o brinquedo favorito do meu filho. Então, enquanto os homens foram tentar uma reserva no Rainforest Café, ficamos eu e Simone com os meninos na loja da Lego. Meu filho fez vários daqueles bonequinhos e queria levar todos, mas por U$9 3bonequinhos, não dá para levar muitos. Ainda assim ele me enrolou e levou 9, ainda comprou umas outras miudezas.
Conseguimos uma reserva para o Rainforest e lá fomos nós. O lugar em si, já é um barato. Vale a visita. A loja tem umas coisas bem legais, com uns preços bacanas. Lógico que terminamos o jantar com um Volcano, e apesar do restaurante nesse momento já estar vazio, com palmas e tudo! Saímos de lá rolando de tanto que comemos!
Fomos para o hotel, banho e cama que amanhã será Universal.
Continua no próximo capítulo...

 


 
 
Assim que você adentra ao Magic Kingdom perceba que o chão é avermelhado, trata-se de uma idéia de Walt Disney visando dar a impressão aos visitantes do Reino Mágico que um tapete vermelho está estendido para eles, mostrando a importância da sua presença.