A importante relação dos guias com os agentes de viagem

 
Janeiro 29, 2015 @ 12:00 am
  por Luciana Ribeiro
 
 
 

"O guia, para nós operadores de turismo em Orlando, é um componente fundamental da equipe. Dependendo de sua atuação, o programa poderá ser muito bom ou não. Ele é a nossa linha de frente, o personagem que deverá conduzir o grupo em nome da empresa, portanto, a sua atuação deverá ser a melhor possível. Um mau guia derruba uma operação extremamente bem elaborada, de outro lado, um bom guia, levanta uma operação catastrófica."

"Quando iniciamos um processo de venda por vezes não temos ideia do quão trabalhosa e onerosa ela pode ser. Tem cliente que "namora" o pacote por meses, cada dia com uma perguntinha capciosa, uma dúvida maluca. Ao contrário do que pensam, a venda não acontece por si mesma, temos que garimpar e lapidar cada cliente, conhecendo todas as suas expectativas. Quando a viagem acontece, o nossos clientes são entregues aos guias, e o que muitos não tem noção é que está tudo nas mãos deles (guias), para o bem ou para o mal. Como vendedora, eu espero que o guia possa dar continuidade a um longo trabalho que é feito nos bastidores, para assim poder fidelizar o cliente para as próximas viagens."

Os depoimentos acima foram feitos por um proprietário de operadora especializada em programas para Orlando, e por uma de suas agentes de viagens. Em ambos os casos, nota-se a mesma preocupação com a continuidade do trabalho feito por eles ao longo de meses até que o embarque aconteça.

Por melhor que seja o atendimento da agência durante o processo de venda e preparativos para a viagem, é o guia quem verdadeiramente "entrega o produto" e por isso, tem uma responsabilidade enorme diante dos agentes de viagens. É uma troca, pense bem: sem passageiros não há grupos, sem grupos não há guias, e sem os agentes de viagens não há passageiros. É justo, portanto, que o guia seja a "cereja do bolo" terminando com excelência o trabalho iniciado lá atrás, por quem vendeu e atendeu aos passageiros e pais até o momento da partida.

O seu trabalho como guia pode trazer resultados igualmente positivos ou negativos, dependendo de seu desempenho. Se o trabalho for bacana, o ciclo continua e você segue levando mais e mais passageiros para o mundo mágico. Mas se o trabalho for ruim, não só você prejudica o passageiro que retorna insatisfeito, como também pode colocar em risco a credibilidade da agência e de quem esteve à frente durante todo o período de pré-viagem.

Faça do agente de viagens seu aliado, entre em contato e busque o máximo de informações sobre os passageiros - você pode conseguir dados valiosíssimos que com certeza farão a diferença durante a viagem e o permitirá encantar ainda mais a todos, inclusive os que ficam no Brasil.

Ser um profissional que supera expectativas é justamente pensar além de suas tarefas como guia... coloque-se no lugar de quem ralou o ano inteiro para concretizar as vendas e valorize o esforço daqueles que batalharam para a formação de seu grupo - sem eles, você não estaria ali.

Luciana Ribeiro
Change Treinamento em Turismo

 

 

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